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The Travellight World

Inspiração, informação e Dicas de Viagem

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Qui | 11.03.21

Bibimbap Coreano (versão vegetariana)

fullsizeoutput_5688Foto: PxHere

Bibimbap é um prato coreano, tradicionalmente preparado com arroz, uma variedade de vegetais e geralmente com carne e um ovo frito. Versões mais saudáveis, como a que partilho aqui hoje, são feitas com quinoa e dispensam a carne.

INGREDIENTES:

1 chávena de quinoa cozida
2 pepinos em fatias finas
2 colheres (de sopa) de vinagre de arroz
3 chávenas de cogumelos shitake crus, fatiados
2 chávenas de folhas de couve, com as hastes removidas e picadas grosseiramente
1 pequeno punhado de cenouras raladas
2 curgetes, cortadas em espiral ou em fatias finas
3 colheres (de sopa) de óleo de sementes de sésamo
3 colheres (de sopa) de molho de soja
3 dentes de alho picados
Sal e pimenta a gosto

Para servir:

2 colheres (de sopa) de sementes de sésamo
2 ovos fritos
Cebolinho fresco, picado


PREPARAÇÃO:

Numa tigela pequena, adicione os pepinos, o vinagre de arroz e uma pitada de sal e pimenta. Mexa bem e deixe em conserva por pelo menos 15 minutos.

Numa frigideira grande, em fogo médio, adicione 1 colher (de sopa) de óleo de sésamo, 1 colher (de sopa) de molho de soja e 1 dente de alho picado. Adicione os cogumelos e cozinhe até ficarem macios, 4 a 6 minutos. Transfira para uma tigela e reserve. Continue esse processo com a couve e novamente com as cenouras e as curgetes na mesma frigideira. Tempere a gosto com sal e pimenta.

Para servir, divida a quinoa e os vegetais por duas tigelas e cubra cada uma com um ovo frito, uma pitada de cebolinho e umas fatias dos pepinos em conserva.

 

Receita adaptada do site www.simplyquinoa.com

Qui | 11.03.21

Dongdaemun Design Plaza | Seoul

No centro de Seoul existe uma estrutura neo-futurista inaugurada em 2014, designada por Dongdaemun Design Plaza (ou DDP) que impressiona todos quantos a visitam.

fullsizeoutput_5677Fotos: Travellight e H. Borges

Reconhecida como a maior estrutura arquitetónica amorfa tridimensional do mundo, este complexo foi ideia da arquiteta iraquiana-britânica Zaha Hadid, que projetou o espaço com base no que ela chamava de “paisagem metonímica”, inspirada na antiga muralha da cidade e nos artefactos culturais descobertos no local, durante as escavações arqueológicas anteriores à construção do complexo. Essas características históricas constituem o elemento central da composição do DDP; ligando o parque, a praça e a cidade.

É um lugar que ilustra os dois lados de Seul. É um equilíbrio entre a História e a modernidade.

O Dongdaemun Design Plaza apresenta uma fachada curvilínea composta por 45.000 painéis de alumínio de vários tamanhos e curvaturas. As suas curvas são tão fantásticas e únicas que o New York Times o chamou de “o OVNI prateado”. Pequenos focos pontilham a fachada e permitem que o edifício se transforme, durante a noite, num belo show de luzes. Elas acendem e apagam e mudam a cada poucos minutos, criando a ilusão de que o próprio edifício está vivo, como uma água-viva bioluminescente gigante.

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Oito andares compõem o complexo; quatro estão situados acima do nível do solo e quatro estão situados abaixo da praça. As instalações incluem inúmeras galerias de exposições, salas para convenções e seminários, um museu de design, uma biblioteca e um centro educacional.

O DDP atua como uma plataforma de teste para vários produtos de design, bem como um local para intercâmbio e cooperação cultural internacional.

Muitos tipos de eventos e exposições acontecem lá e à sua volta. É uma encruzilhada de artes onde o artesanato se encontra com a música e o design se cruza com a pintura, a escultura e com a moda (a Seul Fashion Week, por exemplo, costuma ser aqui apresentada). Este espaço respira ideias e criatividade, parece um enorme playground multimédia.

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Numa viagem pela Coreia do Sul, quem ama as artes, a arquitetura e o design, não pode deixar de visitar o Dongdaemun Design Plaza!

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Qua | 10.03.21

Práticas de meditação populares no mundo

peaceful_yoga_meditation_lifestyle_peace_pose_relaxation_relax-1094338.jpg!dFotos: PxHere

Conhecer outras culturas não é apenas uma ótima maneira de descobrir mais sobre o mundo, é também uma ótima oportunidade para explorar novas crenças e encontrar práticas que podem melhorar a nossa vida.

A meditação, por exemplo, é uma prática milenar com origem nas culturas orientais que foi adotada por pessoas de todo o mundo. Consiste, em termos gerais, em diferentes técnicas usadas para ajudar a aliviar o stress, relaxar, melhorar a saúde ou aumentar a autoconsciência e a concentração.

Se vocês meditam ou estão interessados em começar a meditar, perceber como essa prática nasceu e como difere nos diferentes cantos do mundo, pode ser interessante. Quer escolham seguir uma meditação guiada no smartphone ou apenas sentar num lugar calmo com os olhos fechados por dez minutos, ter esse contexto pode ajudar a melhorar a sua prática e a encontrar um significado mais profundo para integrar uma nova rotina na nossa vida.

Meditação Transcendental

As raízes da Meditação Transcendental estão na tradição Védica da Índia, que remonta a milhares de anos. É o coração do sistema de Yoga e uma parte importante do Ayurveda — o sistema de saúde natural e desenvolvimento pessoal mais antigo do mundo.
Transformou-se, porém, numa das técnicas mais amplamente divulgadas e praticadas no mundo em meados da década de 1950, pelas mãos de um indiano chamado Maharishi Mahesh Yogi que divulgou este tipo específico de meditação que integrava mantras. A meditação do mantra envolve a repetição de alguma palavra ou som para ajudar a focar a mente. Habitualmente é praticada com a pessoa sentada confortavelmente e com os olhos fechados, por 20 minutos, duas vezes por dia. É usada para ajudar a aliviar o stress, a ansiedade, a fadiga e aumentar o estado de alerta da mente e do corpo.

Repetir a palavra ou o som por um determinado número de vezes ou por um período de tempo específico, ajuda o mantra a continuar por conta própria, sem que tenhamos de o dizer conscientemente.

O foco está na vibração da palavra (ou do som), por isso é importante emiti-la, corretamente. Algumas pessoas que praticam meditação transcendental acreditam que a escolha da palavra é completamente irrelevante, uma vez que a meditação não tem nada a ver com o seu significado.

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Meditação Taoísta

A meditação taoísta vem do taoísmo, que é uma religião e filosofia chinesa que remonta aos tempos de Lao Tzu. A prática consiste em viver em harmonia com a natureza. O objetivo é acalmar o corpo e a mente, unificar corpo e espírito, encontrar paz interior e harmonia.

Ao contrário da ioga e de outros tipos de técnicas de meditação que se concentram em posturas específicas ou certos sentimentos, o objetivo da meditação taoísta é ajudar as pessoas a conectarem-se ainda mais com o mundo em seu redor.

Na tradição taoísta, as práticas de meditação tratam de libertar sistematicamente tudo dentro de nós que nos impede de alcançar o nosso potencial humano e de experimentar a vida que nós realmente queremos viver. No “método da água”, tenta-se cultivar o “caminho da água”, desenvolvendo habilidades mente-corpo para ceder e se fundir com todas as formas de mudança — a única constante na vida.

As práticas de meditação taoísta começam com o que é conhecido como os três ajustes ou os três regulamentos. Os três ajustes são:

1. A mente deve se concentrar em algo.
2. O corpo deve ficar profundamente relaxado.
3. A respiração deve-se tornar lenta, longa, suave e uniforme.

Os três ajustes são interdependentes. Conforme a mente direciona o corpo para relaxar, a respiração fica mais lenta. Se a respiração ficar mais lenta, o corpo relaxará. Quando o corpo está relaxado, a mente pode se concentrar com mais eficiência.
Este é o primeiro passo nas meditações taoístas. Dominar estas etapas pode demorar um pouco.

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Meditação Zen

Embora muitas vezes a meditação Zen seja associada ao Japão, Bodhidharma, um monge indiano, é amplamente visto como o fundador do Budismo Zen — uma escola de pensamento religioso introduzido na China no século V.

A partir da China esta prática espalhou-se pela Coreia e em seguida, para o Japão.

No Ocidente, a nossa ideia de meditação Zen vem principalmente de Dogen Zenji, um mestre zen-budista japonês nascido em Quioto que fundou a escola Soto Zen no Japão.

A meditação zen é praticada sentando-se de pernas cruzadas no chão ou numa almofada. Mais especificamente, na posição de lótus, que tem os tornozelos apoiados nas coxas opostas. É importante manter as costas retas e os olhos voltados para o chão. O praticante pode se concentrar em inspirar e expirar profundamente ou pode se concentrar em nada em particular.

Essa meditação sentada pode parecer fácil, mas qualquer pessoa que já meditou sabe como pode ser difícil ficar quieto por cinco minutos, quanto mais por uma hora (ou mais).
No início, é provável que se experimente sensações de desconforto físico (e mental), tédio e sono, mas a prática continuada, acredita-se, acaba por se estender, com benefícios para o corpo e mente, a todas as atividades da vida, seja comer, lavar pratos ou caminhar.

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Meditação Budista

Na Tailândia, samatha e vipassana (dois elementos da meditação budista) são as técnicas mais comuns. Durante o samatha, o foco é alcançar a calma e a concentração. Embora existam muitas maneiras de fazer isso, a mais comum é anapanasati, que envolve prestar atenção à respiração. O objetivo de vipassana é alcançar a plena atenção por meio da auto-observação. Para fazer isso, as pessoas treinam para estar cientes das ações do seu corpo (como o movimento dos seus pés ao caminhar) bem como dos seus sentimentos, pensamentos e estado de espírito.
Para praticar vipassana, devemos sentar-nos eretos, com as pernas cruzadas e encontrar a concentração por meio da respiração. Conforme nos concentramos no movimento dos músculos do abdómen e na respiração, os nossos pensamentos passam a ser simplesmente "ruído de fundo".

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Meditação Mindfulness

Mindfulness é uma prática que tem origem no hinduísmo e no budismo, mas que só se tornou popular no Ocidente quando, na década de 70 do século passado, o americano John Kabat-Zinn publicou um programa de mindfulness na Escola de Medicina da Universidade de Massachusetts.
Kabat-Zinn foi talvez o primeiro a trazer o conceito de mindfulness para fora do contexto religioso. Com o seu trabalho ele destacou a atenção plena como uma prática positiva para a saúde mental.

Para praticar a meditação da atenção plena, devemos concentrar-nos no momento presente e ganhar consciência e aceitação dos nossos pensamentos e emoções sem julgá-los.
A meditação mindfulness é o processo de estar totalmente presente. Significa estar ciente de onde estamos do que estamos a fazer, sem ser excessivamente reativos ao que está a acontecer ao nosso redor.

A meditação consciente pode ser feita em qualquer lugar. Algumas pessoas preferem sentar-se num lugar tranquilo, fechar os olhos e concentrar-se na respiração, mas nada impede que não se opte por praticar o mindfulness em qualquer momento do dia, inclusivamente quando estamos a ir para o trabalho ou a fazer tarefas domésticas.

MindfulnessCrédito: Doug Neil

Meditação Metta (Meditação da Bondade Amorosa)

A meditação da bondade amorosa também conhecida como meditação Metta, é um tipo de meditação budista que veio das linhagens theravada e tibetana e tem como foco principal a empatia com os outros e o sentimento de emoções positivas para demonstrar compaixão. É a prática de dirigir desejos de boa sorte aos outros e a si próprio.

Para praticar este tipo de meditação, devemos imaginar que estamos a enviar “bondade amorosa” para nós mesmos, para um bom amigo, para um desconhecido, para uma pessoa difícil e, finalmente, para todo o universo.

Normalmente aqueles que a praticam, sentam-se numa posição confortável e relaxada e recitam palavras e frases específicas destinadas a evocar sentimentos calorosos.
Depois de algumas respirações profundas, devemos repetir as palavras e frases escolhidas, lenta e continuamente: “Que eu seja feliz”; “Que eu fique bem”; “Que eu esteja seguro”; “Que eu esteja em paz e à vontade”.

Depois de um período direcionando essa bondade amorosa para consigo próprio, podemos começar a imaginar um membro da família ou um amigo que nos ajudou, e repetir tudo novamente, desta vez substituindo "eu" por “tu”.

Ao continuar a meditação, os praticantes também são incentivados a visualizar as pessoas com as quais têm dificuldades de relacionamento.

Finalmente, deve-se terminar a meditação com o mantra universal: "Que todos os seres em todos os lugares sejam felizes."

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Ter | 09.03.21

Uma longa travessia do deserto

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Partimos da capital da Namíbia, Windhoek, num pequeno, mas moderno avião monomotor. Foi um voo de pouco mais de uma hora. Tranquilo, sereno… um contraste gigante com a tensão nervosa que a discussão da manhã tinha provocado nos nossos espíritos.

Não devia ter vindo” — repetia de mim para mim, enquanto a paisagem lá em baixo corria veloz e ficava cada vez mais estranha.

Pousamos numa pequena pista de terra batida. A localização era verdadeiramente espetacular. Lembrava as fotografias que as sondas espaciais enviam da superfície de Marte.

A vida tem destas ironias. De certa forma este cenário era perfeito para um casal desavindo. O deserto mais antigo do mundo.

Um chão árido, avermelhado, com dunas altas e instáveis. Sem sinal (aparente) de vida…

Olhei para o lado, à procura daquele olhar cúmplice que sempre me esperava quando chegávamos a um novo destino... Nada, só o vazio…
Não devia ter vindo”.

Como uma ilha de luxo no meio de nada, o Sossusvlei Desert Lodge esperava-nos. Deixei-me estar calada enquanto um simpático funcionário nos dava as boas vindas e explicava uma série de coisas sobre a acomodação e os passeios reservados.

Já no quarto, o silêncio instalou-se. Eu queria falar, mas as palavras morriam-me na boca.
Não devia ter vindo

Por sorte, um novo confronto foi adiado pelo extenso programa que tínhamos marcado. A primeira excursão começava dali a minutos.

Com a ajuda de um guia, fizemos uma caminhada de cerca de 45 minutos até a entrada de uma caverna que ficava no limite do Parque Nacional Namib-Naukluft, mais propriamente na Reserva Natural Namib Rand, uma propriedade privada. O início da caminhada foi fácil, mas para o fim o terreno apresentava-se mais rochoso e íngreme. Incomodou-me que ele não me tivesse dado a mão nalguns trechos mais difíceis, mas não me queixei.

Aquilo que queríamos ver era uma série de pinturas feitas há 2.000 ou mais anos atrás. A tinta usada era uma mistura de sangue animal e pó de rocha ocre. Surpreendeu-me o quão bem preservadas estavam as pinturas já que se encontravam completamente expostas aos elementos.

O sangue derramado em prol da arte é duradouro” — pensei.

Ao contrário da ida, no caminho de regresso apanhamos muito vento, muita poeira e o guia calado. O silêncio, que eu tanto prezo e que sempre fora tão confortável entre nós, agora parecia-me absolutamente insuportável.

Eu sentia-me miserável...

Uma nova paragem no Lodge para refrescar e, com um mínimo de palavras trocadas, estávamos de novo em movimento, desta vez num 4x4, a acelerar ao longo do topo e das laterais das belas dunas de areia vermelha da Reserva Natural Namib Rand.
Ele divertiu-se tanto com a experiência, que por momentos esqueceu-se que estava zangado comigo.

A esperança renasceu...

O dia estava a terminar e o por do sol parecia mudar a paisagem minuto a minuto, lançando sombras e pintando com cores fortes todo o cenário à nossa volta. Estávamos sozinhos e o silêncio era, mais uma vez, ensurdecedor.

— Podemos falar? — perguntei.
Não há nada mais para dizer — respondeu com frieza

A esperança morreu...

Senti, que ele estava a usar o silêncio para controlar a situação. Um silêncio manipulador que sufocava. Aquele tipo de silêncio insidioso em que não compartilhamos os nossos pensamentos para tentar controlar as reações e o comportamento do outro.
Aquele silêncio que é usado para punir e para obstruir qualquer oportunidade de resolução.

Calei-me. Não valia a pena insistir.
Não devia ter vindo

Jantei no quarto, ele no restaurante. Quando voltou já eu estava deitada na cama. Não tentei qualquer aproximação.
Durante a noite senti a sua respiração e as voltas que dava na cama. Não dormia. Eu também não. Ainda assim continuamos calados.

Por cima de nós brilhava o céu estrelado da única Reserva Internacional Dark Sky da África.
Cá em baixo, porém, só escuridão...

Era de madrugada quando saímos para visitar o Mar de Areia da Namíbia (Namib Sand Sea) — uma das maravilhas naturais do país. O acesso facilitado ao Parque Namib-Naukluft, onde está integrado este Património Mundial da Humanidade, foi a principal razão para termos escolhido como base a região de Sossusvlei.

Localizado na costa do Atlântico Sul da África, este deserto é o coração da Namíbia. É uma área imensa, com espetaculares dunas de areia, empilhadas em incríveis formações que resultam principalmente da interação dos ventos terrestres e marítimos, bem como da influência do fluxo de rios sazonais e de eventos ocasionais de inundação.

O guia propôs que subíssemos a Duna 45 — provavelmente a duna mais famosa e fotografada de Sossusvlei.

Com 170 m de altura, a Duna 45 pode parecer fácil de escalar, mas as encostas incrivelmente íngremes tornam difícil chegar ao topo.

Debati-me durante a subida, abatida pelo esforço físico, pela falta de sono e pela fragilidade emocional. A vista, no entanto, compensou.

Aquela paisagem era surreal!

A areia sob os nossos pés, apresentava uns vibrantes tons de laranja e vermelho que os primeiros raios do sol só pareciam realçar. Era como se ao longo de milhares de anos, a areia tivesse, literalmente, enferrujado com a neblina matinal e se transformado num extraordinário “mar” que seguia até ao infinito e depois abraçava o azul do céu.

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Na língua nàmá local, “Namib” significa "uma área onde não há nada”, mas este lugar árido e inóspito estava longe de ser um local sem vida. O deserto mais antigo do mundo possui uma diversidade notável de plantas e animais que desenvolveram adaptações especiais para conseguir viver neste ambiente difícil e hostil.

Tive de aceitar a palavra do guia porque à primeira vista eu não conseguia ver vida em lado nenhum.

Talvez fosse o estado de espírito a cegar-me...

Na descida escorreguei. A mão que veio em meu auxílio voltou a dar-me esperança, mas foi muito breve.

Vimos o Big Daddy, outra famosa duna, e depois seguimos até Dead Vlei — Uma espécie de floresta desolada, preservada no tempo.

É uma paisagem estranha, um lugar sem volta, ainda mais antigo e muito mais morto do que as dunas de Sossusvlei.

Por Dead Vlei já passou um rio, mas depois o clima mudou e as dunas acabaram por isolar toda aquela área. Ficou demasiado seco até para as árvores se decomporem e elas simplesmente queimaram sob o sol ardente, criando uma floresta estéril formada por esculturas pós-apocalípticas.

.

Aquela visão deu-me vontade de chorar.

O ar quente atingiu os meus olhos como um secador de cabelo. Parecia sugar toda a humidade da minha pele.

Eu senti-me tão seca e morta como aquela paisagem.

Então o deserto sussurrou-me: “Nenhuma bússola te pode orientar aqui”.

Talvez eu estivesse a alucinar por causa do calor, ou talvez estivesse mesmo a enlouquecer... do sol, da culpa, da dor...

Não devia ter vindo! — Tive vontade de gritar.

Achei que poderia ir até ali, até ao deserto mais antigo do mundo e “consertar” todos os problemas. Que ingénua!
Em vez disso fui confrontada com a verdade desconfortável da minha própria realidade. Aquela não era mais uma viagem, uma nova aventura ou um conteúdo para a conta de Instagram... Não, aquela era a minha travessia do deserto.

E eu estava ali só, completamente só. A lamentar a minha sorte.

A paisagem de Dead Vlei agredia-me como um espelho refletor. Fazia-me doer o corpo. Doer a alma.

Estéril. Incapaz de dar fruto. Não por natureza, mas por opção.

Essa era a sua acusação contra mim. Esse era o meu crime.

Quando vais estar pronta? — Perguntara-me na manhã da discussão pela centésima vez.
Não sei... talvez nunca...

Eu tentei no passado. Aconteceu.
...e depois não aconteceu.

Deus não quis” — disse-me alguém.

Entretanto algo secou, como o rio que outrora correu no Dead Vlei, e o desejo morreu em mim.

Depois veio a confirmação da doença autoimune e com isso alguma validação de que eu estava certa.

Mas hoje em dia, isso não é impedimento” disse-me a médica.

Podemos tentar” — disse-me ele,
Há várias formas

Não disse que sim. Não disse que não. Só disse: the timing is bad.
Sendo a relação à distância, o timing nunca seria bom... Mas ele nunca desistiu.

Nasceu a culpa: ”Deve haver algo de errado comigo, tantas mulheres querem e não podem ou não conseguem... Como queres que alguém compreenda a tua posição?.”— dizia-me o subconsciente.
É um direito teu, não há nada de errado” contestava o lado mais racional.

Pensei que estava bem. Que apesar de tudo era uma pessoa equilibrada...Até aquela discussão, até aquele maldito meltdown em pleno Deserto da Namíbia.

Eu soluçava e as lágrimas corriam imperáveis quando a sua mão limpou o meu rosto e tirou-me da solidão.
— “Não fiques assim, acalma-te. Tudo se há-de resolver”.

Voltamos a falar, a abraçar, a beijar, a partilhar, porém não terminou ali a minha travessia do deserto.

Há anos já, que o Dead Vlei ficou para trás, mas a imagem daquele campo estéril ainda está muito presente na minha vida.

A travessia ainda agora começou...

Sex | 05.03.21

Rolos de Peixe Espada Sicilianos

img76859.768x512Foto: Great Italian Chefs

Os Involtini di pesce spade, ou rolos de peixe espada, são uma receita típica da culinária Sicíliana. É um prato que teve origem em Messina, no norte da ilha e consiste em fatias finas de peixe-espada, cobertas com pão ralado, alcaparras, salsa e limão. Depois são enroladas em espiral, presas com um espeto e assadas.

Espreitem aqui a receita 😃

INGREDIENTES

200 g de pão ralado
1 dente de alho, descascado e ralado
2 colheres (de sopa) de salsa picada
1 colher (de sopa) de alcaparras picadas
1 colher (de sopa) de sumo de limão
Sal a gosto
pimenta preta, moída na hora
500 g de peixe espada em fatias finas
100 ml de azeite extra virgem
70 g de queijo Provolone, em cubos

PREPARAÇÃO

Pré-aqueça o forno a 200 ° C. e forre uma travessa com papel vegetal. Reserve.

Numa frigideira média colocada em fogo baixo, torre o pão ralado até ficar dourado e crocante, mexendo sempre para não deixar queimar.

Transfira para uma tigela e acrescente o alho, a salsa, as alcaparras, o sumo de limão, o sal e a pimenta. Mexa tudo bem.

Mergulhe as fatias de peixe-espada no azeite. Passe-as na mistura de pão ralado, dos dois lados, coloque um cubo de queijo no centro e enrole. Fure os rolinhos com espetos e asse-os por 20 minutos, até que estejam bem dourados e com o queijo derretido.

Retire do forno e sirva!

 

Receita retirada com pequenas adaptações do site www.greatitalianchefs.com

Sex | 05.03.21

5 Passeios a pé para descobrir o melhor da Sicília

fullsizeoutput_566eFotos: PxHere

Quando as pessoas pensam numas férias em Itália, geralmente imaginam os canais de Veneza, O Coliseu de Roma, a Catedral de Florença, as vinhas da Toscana ou talvez Positano, mas não menos sedutora é, a muitas vezes esquecida, Sicília — a maior ilha da Itália e do Mar Mediterrâneo. É uma terra incrível, rica em história e tradições, onde a arte e a cultura se misturam com maravilhosas belezas naturais.

Há muitas razões para visitar a Sicília e embora seja relativamente fácil e barato conhecer a ilha usando os transportes públicos, explorar a pé também tem os seus encantos. Partilho por isso cinco passeios incríveis que podem fazer na Sicília e que mostram toda a variedade que esta terra tem para oferecer.


Caminhada ao longo da costa da Sicília

Os seis quilómetros de costa entre Scopello e San Vito Lo Capo, estão integrados na Reserva Natural dello Zingaro e são impressionantes. A caminhada em si é digna de uma visita e vários pequenos museus ao longo do caminho proporcionam informações sobre a flora, fauna e vida marinha locais, mas para muitos, a maior atração são as praias isoladas, aninhadas em pequenas enseadas, acessíveis apenas a pé por trilhas laterais que levam até à beira da água. Se forem, levem comida, água e protetor solar, porque a Reserva Natural tem serviços limitados e pouca sombra.

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La Passeggiata

La Passeggiata é uma maravilhosa tradição italiana que consiste num passeio noturno ao longo da via principal ou da praça central da cidade. Participar na passeggiata é uma das melhores maneiras de conhecer as duas maiores cidades da Sicília — Palermo e Catania. Em Palermo, la passeggiata é feita pela Via Maqueda, entre Quattro Canti e o Teatro Massimo. Caminhem um pouco mais e deliciem-se com um brioche siciliano recheado de gelato, na popular Gelataria Brioscia.

Na Catania, façam um passeio ao longo da Via Etnea. Comecem na Piazza del Duomo e sigam pela estrada até ao Parco Maestranze. Parem na Pasticceria Savia para comer arancinis (pasteis de arroz recheados) e restabelecerem forças antes da caminhada de volta.

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Caminhada nas ruas de Ortigia

O centro histórico de Siracusa, Ortigia é na verdade uma pequena ilha murada com duas estradas que a ligam ao resto da cidade no continente. O emaranhado confuso de ruas estreitas, muitas delas abertas apenas para pedestres, torna muito fácil o visitante perder-se, mas essa é mesmo a ideia!

A cada nova curva podemos descobrir lojas pitorescas, cafés animados e praças interessantes, podemos explorar cada canto e olhar o mar de vários pontos de vista.

Há o suficiente para manter o visitante ocupado durante horas.

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Caminhada até ao topo de um vulcão

Há abundância de vulcões na Sicília. O Monte Etna domina a paisagem da Catânia e Stromboli, que fica numa pequena ilha, com o mesmo nome, ao norte da costa da Sicília, é um dos vulcões mais ativos do planeta, é conhecido pela regularidade das suas erupções, que são mais bem vistas durante a noite, mas para uma subida mais acessível, considerem Vulcano, localizado noutra ilha próxima da costa (com o mesmo nome). É uma caminhada que pode ser exigente e cansativa até à cratera, porque o terreno é difícil (tem muitas pedrinhas onde podemos facilmente escorregar), mas é relativamente rápida e o esforço é recompensado por uma vista maravilhosa das Ilhas Eólias, principalmente ao por do sol.

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Caminhada por entre ruínas com mais de 2.500 anos

O Vale dos Templos, nos arredores de Agrigento, é um dos maiores núcleos arqueológicos do mundo e abriga os templos dóricos mais bem preservados fora da Grécia. É aproximadamente uma viagem de ida e volta de cinco quilómetros do estacionamento principal até ao Templo di Herra na extremidade leste do parque e vice-versa.

A atração principal é Templo della Concordia, que está incrivelmente bem preservado (considerando que tem mais de 2.500 anos). O local, considerado Património Mundial da UNESCO, está entre os destinos turísticos mais populares da Sicília e tem uma maravilhosa vista panorâmica do oceano, de Agrigento e dos campos circundantes.

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Qua | 03.03.21

Sushi de Atum e Espargos

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O sushi é um dos pratos mais celebrados da culinária japonesa e prepara-lo em casa pode ser mais fácil do que vocês pensam.

Espreitem aqui:

INGREDIENTES

2 chávenas de arroz sushi (podem encomendar aqui

3 chávenas de água

1 colher de sopa de vinagre de arroz (podem encomendar aqui

6 folhas de algas nori (podem encomendar aqui

185 g de atum em lata

2 colheres (de sopa) de maionese

Espargos (podem substituir por pepino)

PARA SERVIR

molho de soja 

gengibre em conserva


PREPARAÇÃO

Coloque o arroz e a água numa panela, tape e leve a ferver. Reduza o fogo e ferva por 10 minutos. Desligue o fogo e deixe por mais 10 minutos coberto.

Espalhe o arroz numa travessa e deixe esfriar, depois polvilhe com vinagre de arroz e mexa bem.

Escorra o atum da lata, amasse com um garfo e junte a maionese. Prepare os espargos a vapor até ficarem macios e brilhantes e depois passe-os por água fria.

Coloque uma folha de nori, com o lado brilhante voltado para baixo, numa esteira de bambu (podem encomendar aqui

Coloque um pouco do arroz na folha e pressione com os dedos húmidos até a profundidade de 1 cm, deixando uma distância de 3 cm (livre de arroz) numa das pontas da esteira. Coloque uma tira de atum de 2 cm de largura, em cima do arroz, a cerca de 3 cm da outra extremidade da esteira. Coloque um talo de espargos (ou uma tira de pepino cru) por cima cima do atum, de forma a que fique visível de ambos os lados do nori.

Comece a enrolar a partir da ponta que tem o atum e o talo de espargos. Levante a esteira de bambu e enrole com força. Molhe a folha de nori no final e pressione suavemente para selar as bordas. Corte em três partes usando uma faca afiada e molhada.

Coloque numa travessa, cubra com filme e leve ao frigorífico por 30 a 60 minutos para permitir que as folhas de nori amoleçam. Sirva com molho de soja e gengibre em conserva.

 

Receita retirada com algumas adaptações do site www.kidspot.com.au

Ter | 02.03.21

Roteiro virtual do Japão

Ficar em casa não significa necessariamente parar de explorar o mundo, muito pelo contrário! Hoje podemos estar no sofá, mas amanhã a estrada espera por nós.

Agora é a hora perfeita para sonhar e para começar a preparar com carinho a nossa próxima aventura. Nesse sentido partilho hoje convosco um roteiro virtual de um dos mais belos países do mundo: O Japão!

1. Ver a beleza da Sakura

A melhor época para visitar o Japão é na primavera — na chamada temporada de sakura — quando milhares de flores de cerejeira florescem. Por isso comecem por seguir este link, e assistam a este belo fenómeno da natureza, passeando virtualmente por ruas cobertas de flores sem terem de se preocupar com o distanciamento social.

cherry_blossom_japanese_garden_pink_japan_flower-46867.jpg!dFoto: PxHere

2. Assistir ao nascer do sol do topo do Monte Fuji

A temporada de escalada do Monte Fuji normalmente vai do início de julho a meados de setembro. A subida que leva até ao cume não é fácil, mas vale a pena para ver o nascer do sol sobre as terras do Japão.
Com o Google Street View, podemos fazer isso em qualquer época do ano, sem qualquer tipo de preparação e no conforto do nosso sofá. Para subir virtualmente o Fuji-san carreguem aqui

Aproveitem e a seguir visitem o pagode Chureito que fica no parque Arakurayama Sengen.
A vista do Pagode Chureito para o Monte Fuji é a imagem mais usada na capa de guias de viagens e materiais promocionais do Japão e certamente não dececiona. É especialmente cénica durante a temporada sakura e durante o outono, quando toda a área ganha tons dourados e avermelhados.

fullsizeoutput_5663Foto: PxHere

3. Explorar o Castelo Himeji

O castelo Himeji é considerado um dos mais belos castelos do Japão.
O Street view permite-nos visitar o castelo, caminhar por todo o complexo e explorar Koko-en — os jardins do castelo.

Para visitar o castelo de Himeji virtualmente carreguem aqui.

fullsizeoutput_5664Foto: PxHere

4. Conhecer um banho Onsen japonês

Visitar um banho japonês é algo que todos deveriam experimentar pelo menos uma vez na vida. Há uma grande variedade de Onsen públicos e privados em todo o Japão e muitos podem ser vistos no Street View.

Como ponto de partida, visitem: Manza Onsen Nisshin Kan, Jinata Hot Spring ou Shirahama Onsen

7876810786d7efff5e285915c1da291a-768x512Foto: Kashiwaya.org

5. Participem no Saga Balloon Festival

Realizado todos os anos durante cinco dias, do final de outubro ao início de novembro, o Saga Balloon Festival é a maior competição internacional de balão de ar quente da Ásia.

Inspirem-se com uma visita virtual e admirem o festival agora mesmo!

Vejam aqui!

fullsizeoutput_5665Foto: PxHere

6. Conheçam os Portões Torii em Fushimi Inari Taisha

Fushimi Inari Taisha é um dos pontos turísticos mais icónicos de Kyoto. O complexo é famoso pelas suas intermináveis fileiras de portões Torii e pelas trilhas que sobem o monte Inari e passam por muitos pequenos santuários.
A subida, que termina com uma vista panorâmica de Kyoto, leva cerca de 2 horas, mas aqui podemos fazê-lo virtualmente sem perder uma gota de suor.

fullsizeoutput_5666Foto: PxHere

7. Apreciem a beleza da costa de Kyushu em Sakurai Itoshima

Kyushu é uma região tranquila do Japão, procurada essencialmente pelo seu clima quente e belas praias.
Possui uma das vistas mais bonitas do pôr-do-sol no Japão — Sakurai Futamigaura em Itoshima, famosa pelo portão torii instalado na praia e pelas “rochas casadas” — duas rochas gigantes, unidas por uma corda “Shimenawa”.

Façam um passeio virtual pela praia e imaginem o som das onda, dos pássaros e da leve brisa marinha.

Comecem a caminhada pela praia aqui.

fullsizeoutput_5668Foto: Jrpass.com

8. Visitem o Museu de Arte Adachi e o mais belo jardim zen do Japão


Localizado na região de Shimane, o Museu de Arte de Adachi não é fácil de visitar agora, mas pode ser visitado online com apenas alguns cliques.
O passeio virtual permite caminhar pelo jardim Zen e pelas galerias que abrigam as pinturas do museu.

Visitem o Museu Adachi aqui.

545Foto: InsideJapanTours

9. Conheçam o Cabo Nosappu - o ponto mais oriental do Japão

O Cabo Nosappu, perto da pacata cidade de Nemuro, é o ponto mais oriental do Japão e onde o sol nasce mais cedo. É um dos lugares mais remotos de Hokkaido e num dia claro, é possível ver a Rússia ao longe.

Vir até aqui não é tarefa fácil. De Tóquio, são 7 horas de comboio até Sapporo, mais 6 horas de comboio até Nemuro e mais 40 minutos de autocarro. No entanto, com o computador estamos apenas a um click de distância.

Vejam aqui.

Cape_Nosappu_LighthouseFoto: Thegate12.com

10. Visitem a Floresta de Bambu de Arashiyama

Esta floresta é uma das atrações mais visitadas de Kyoto, e por um bom motivo. Caminhar por entre o bambu alto e oscilante é uma experiência mágica.

Se fizerem uma visita, digital (ou pessoalmente), certifiquem-se de ir além da floresta de bambu porque há muito mais para explorar na área, como templos, trilhas antigas e uma floresta de macacos próxima.

Entrem na Floresta aqui

forest_bamboo_canopy_trunk_tree-101135.jpg!dFoto: PxHere

11. Passem pelo Jardim das glicínias Kawachi

Existem diferentes lugares no Japão para ver as glicínias em plena floração, mas o Jardim das glicínias Kawachi é de longe o melhor. Localizado a cerca de 30 minutos de autocarro da cidade de Kokura, é um local que se tornou muito popular. A desvantagem dessa popularidade é que o jardim teve de começar a implementar intervalos de tempo para receber os visitantes. No entanto, não há necessidade de esperar na fila quando estamos online!

Visitem o Jardim aqui.

fullsizeoutput_5669Foto:PxHere

12. Conheçam o Pavilhão Dourado em Kyoto

Kinkakuji — o Pavilhão Dourado é talvez o templo mais conhecido de Kyoto. É famoso pelos seus dois pisos superiores, totalmente revestidos a ouro e pelos jardins e pequenos santuários espalhados em seu redor.

Vejam o Pavilhão Dourado aqui.

fullsizeoutput_5667Foto: PxHere

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