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The Travellight World

Inspiração, informação e Dicas de Viagem

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Qui | 21.02.19

7 dicas para viajantes altos

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Viajar de avião pode ser desconfortável para qualquer pessoa, mas para os viajantes mais altos pode ser uma autentica tortura, os aviões comerciais definitivamente não foram projectados para quem tem 1,80m ou mais, mas com boa educação, boa sorte e alguma prática, existe uma possibilidade real de viajantes mais altos terem uma experiência de voo confortável.

 

Aqui ficam algumas dicas e truques para (literalmente) aliviar a dor:

 

1- Tentar reservar um lugar numa fila com saída de emergência


Quando se trata de conseguir um lugar na fila da saída de emergência, se não conseguir fazer a reserva on-line nunca é demais perguntar (e perguntar, e perguntar novamente) - educadamente.

 

Primeiro, pergunte diretamente ao funcionário responsável pelo check-in no balcão. Normalmente, o funcionário verificará se um assento está disponível e atribuir-lhe-á o lugar.

 

A próxima opção é perguntar ao funcionário que faz o embarque no portão. Explique que: 1) você é alto e 2) se possível (e não causar inconveniente ), você apreciaria se ele ou ela verificasse novamente se há disponibilidade para um lugar na fila de saída. Escolha o funcionário e a melhor hora para falar com sabedoria. Se o funcionário estiver muito ocupado a lidar com um passageiro problemático ou parecer stressado, espere por um momento mais conveniente para falar.

 

Se mesmo assim não conseguir, aguarde até ao final do processo de embarque e cruze os dedos para que algum viajante infeliz tenha perdido o voo, deixando livre o desejado lugar ou que alguém simpático não se importe de trocar de lugar consigo.

 

2- Use o SeatGuru

O site SeatGuru oferece mapas detalhados dos aviões e dos seus assentos consoante a companhia aérea, e ajuda a descobrir os prós e contras de cada lugar do aparelho. Por exemplo, em certas configurações do Airbus A321, os lugares da fila com saída de emergência não tem assentos na frente, oferecendo mais espaço para as pernas.

 

3- Use o botão secreto no braço do corredor

Alguns braços do lado do corredor podem ser levantados com o apertar de um botão (secreto) localizado na parte de baixo do braço. O botão foi projetado para passageiros que precisam de maior acessibilidade (como passageiros em cadeira de rodas) mas também permite que um viajante mais alto tenha um pouco mais de espaço para se esticar. Cada avião é diferente, e nem todos tem braços que sobem desta maneira, mas vale a pena verificar.


4- Evite assentos próximos das divisórias de classe e os últimos lugares na parte de trás do avião

Os assentos atrás das divisórias podem ser maus para os passageiros mais altos quando as cortinas assentam sobre meias paredes que impedem que o passageiro estique os pés sob o assento à sua frente, roubando os poucos centímetros extra de espaço para os pés. Da mesma maneira, podem ser maus, os assentos localizados à frente das divisórias e os últimos localizados na parte de trás do avião, porque em muitos aviões estes lugares não permitem ao passageiro reclinar o seu assento.

 

5- Use um apoio lombar

O apoio lombar ajuda muito a tornar as viagens mais confortáveis. Se puder, compre um travesseiro de apoio lombar insuflável antes da sua viagem. Boa postura ajuda quando você está muitas horas sentado e tudo começa a doer.


6- Invista no conforto

Às vezes, mesmo viajando em económica, vale a pena gastar um pouco mais e investir em conforto optando por assentos premium, quando estiverem disponíveis, para ter um pouco mais de espaço para se movimentar.


7- Use as suas milhas para conseguir um upgrade

Caso tenha milhas acumuladas em cartão, pergunte sempre ao funcionário que estiver a fazer o check in se é possível usa-las para fazer upgrade para um lugar melhor.

 


Em última análise, se armado com alguma prática, polidez e boa sorte, existe uma possibilidade muito real de que os viajantes mais altos possam ter uma experiência de voo confortável.

 

Qua | 20.02.19

Picarones Peruanos

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Os picarones são uma das sobremesas mais representativas da culinária peruana. São uma espécie de donuts feitos com abóbora e batata doce. No Peru encontramos muitas barraquinhas de rua a vender esta delicia.

Deixo aqui a receita para quem quiser experimentar:


INGREDIENTES
500 gramas de farinha de trigo
25 gramas de fermento
250 gramas de abóbora
250 gramas de batata-doce
1 colher de sopa de anis
2 colheres de sopa de açúcar
Paus de canela (a gosto)
½ litro de mel
Azeite vegetal


PREPARAÇÃO

Descascar a batata doce e a abóbora (remover as sementes). Cortar em quadrados e cozinhar em um litro e meio de água.
Adicione o anis e os paus de canela e cozinhe esses ingredientes por cerca de 25 minutos.
Quando as batatas doces e a abóbora estiverem cozidas deixe-as esfriar e depois passe tudo com uma varinha mágica até ficar um puré (retire a canela antes de fazê-lo).

Separe uma chávena desse puré e coloque o resto numa tigela grande (onde a preparação será feita).

Junte o puré da chávena à farinha de trigo e misture com as mãos. Adicione o fermento ao restante puré e espere alguns minutos.

Quando a levedura estiver pronta, misture com a preparação da farinha e amasse e trabalhe bem a massa (se estiver solta, adicione mais farinha até atingir a consistência desejada).

Quando a massa estiver pronta, cubra-a com um pano e deixe descansar por pelo menos 12 horas (na temperatura normal, não a coloque no frigorifico).

Aqueça o azeite numa panela ou frigideira.
Encha um recipiente de água morna e mergulhe as suas mãos lá antes de pegar na massa (para evitar que agarre nas mão).

Pegue uma porção, forme um anel com os dedos e coloque no azeite quente.
Frite cada picarón por 10 a 15 segundos de cada lado e depois retire com uma escumadeira.

Retire e sirva os picarones, com o mel por cima.

 

Receita retirada com adaptações do site peru.com

 

 

Ter | 19.02.19

Cusco | A capital do antigo Império Inca

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 Fotos: Travellight e H. Borges

 

Cusco é uma paragem obrigatória para quem se dirige para Machu Picchu - uma das sete maravilhas do mundo e, embora seja este o motivo pelo qual a cidade é mais conhecida, a capital dos Andes peruanos, tem muito mais para oferecer.

 

É uma das mais antigas cidades habitada continuamente no Hemisfério Ocidental e Património Mundial da UNESCO. É um lugar onde cada esquina esconde vestígios de um passado glorioso e onde a vida metropolitana e rural, o antigo e o novo, indígenas e estrangeiros se combinam de uma forma maravilhosa.

 

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Quando comecei a explorar Cusco, a cidade pareceu-me imensa, não tanto por causa de seu tamanho mas sim por causa das ruas íngremes e suas muitas subidas e descidas. Andar a pé a uma altitude de 3400 metros, para quem não está habituado, é extenuante e demorado mas… as ruas fotogénicas e cheias de história compensam o esforço 😃

 

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Os bairros mais altos da cidade e o labirinto de ruas em seu redor são adoráveis sob o sol do início da manhã 😊

 

As referências à cultura inca e as lindas igrejas coloniais chamam logo a nossa atenção e, perto da Plaza San Blas, encontramos cafés bem agradáveis onde podemos tomar um bom pequeno almoço.

 

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A Plaza de Armas, a principal praça da cidade, já foi o centro de todo o Império Inca e a base dos conquistadores espanhóis. Tem como destaques uma impressionante catedral e uma igreja barroca.

 

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A arte colonial e religiosa em exibição na catedral inclui algumas obras notáveis ​​da famosa escola cusqueña (cusco), como a interpretação quéchua da Última Ceia que tem um detalhe curioso - na mesa está representada uma especialidade local: um cuy (porquinho da India) assado.

 

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Também merecem uma visita o Museo Inka - que tem em exibição artefatos interessantes, como os vasos cerimoniais conhecidos como queros e o Templo e Convento de La Merced, uma linda igreja e mosteiro com claustros, que fica a meio quarteirão da Plaza de Armas.

 

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Outra lugar que vale a pena conhecer é o Museo de la Coca, que nos dá uma visão informativa sobre a importância das folhas de coca na cultura peruana e sul-americana.

 

Há bons restaurantes na Plaza de Armas, onde podemos almoçar e experimentar pratos peruanos tradicionais, contemporâneos e até de fusão peruano-asiática.

 

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Descendo a Avenida del Sol chegamos até a mais espectacular ruína inca da cidade: Korikancha - O Templo do Sol. Disseram-me que chegou a estar coberto de cima a baixo por folhas de ouro e era um local de sacrifícios rituais, assim como um observatório de astronomia.

 

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As ruínas formam igualmente a base da igreja e do convento Iglesia de Santo Domingo.

 

Bem ao lado de Korikancha fica o Centro de Têxteis Tradicionais de Cusco (um dos melhores lugares da cidade para comprar lembranças) e um pouco mais longe, a cerca de 10 minutos a pé da Plaza de Armas, fica o Mercado San Pedro, onde é possível experimentar alguma da comida de rua Peruana, como por exemplo, picarones (espécie de donut peruano feito de abóbora e batata doce).

 

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Sacsayhuamán, outras ruínas incas, impressionaram-me pela sua dimensão. O local foi muito importante para os Incas, e continua a ter um papel relevante na actualidade já que é aqui que todos os anos tem lugar, durante o solstício de verão o festival do sol conhecido como “Inti Raymi”.

 

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As cidades nos Andes geralmente não tem grande vida nocturna, mas Cusco é uma excepção. Uma mistura de turistas e habitantes locais enchem espaços animados como o Museo del Pisco, um bar dedicado ao pisco sour, o cocktail mais famoso do Peru. O local também serve comida saborosa, como tapas, hambúrgueres e piqueiros (petiscos).

 

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 Foto: Museo del Pisco

 

Gostei de Cusco… da sua história e beleza. Pareceu-me uma cidade onde a vida corre mais devagar e onde as pessoas são mais descontraídas. Um lugar onde não me importaria de ter passado mais tempo, mas… Machu Picchu chamava por mim e eu tive de partir 😊


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Seg | 18.02.19

Destinos de Lua de Mel | The Palace of the Lost City

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 Fotos: Travelligh, H.Borges e R.J.River  


Quando chegas ao The Palace of the Lost City em Sun City, Africa do Sul, parece que estás a entrar dentro de um filme. Imponentes palmeiras balançam-se ao vento e escondem por trás um edifício digno de um filme romântico dos anos 50.

 

Localizado, a cerca de duas horas de carro de Joanesburgo Sun City parece um oásis africano... um mundo cheio de beleza e aventura.

 

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Apesar de já ter décadas de existência o The Palace continua a ser um dos hotéis 5 estrelas mais procurados da África do Sul. Espelha o luxo de inspiração africana e tem surpresas em cada canto - desde cadeiras em padrão zebra até pilares esculpidos com motivos africanos - o Palace transporta os seus hóspedes para um mítico reino perdido desde o momento que atravessamos os seus gigantescos portões de entrada.

 

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O hotel tem quartos e suites elegantemente decorados, com belas vistas da água ou da selva, e uma piscina enorme à sombra das palmeiras altas.

 

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O quarto onde fiquei tinha um terraço com vista para umas quedas de água e era fabuloso!
Era espaçoso, confortável e decorado dentro do tema do hotel. Todos os detalhes ajudavam a criar um ambiente de sonho, romântico e fantasioso.

 

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Jantar aqui também é uma experiência e tanto. O salão exótico e ricamente decorado, onde um pianista enche o ar com doces notas musicais, faz-nos acreditar que fomos tele-transportados para outra época.

 

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Os hóspedes do The Palace têm acesso directo e gratuito ao Vale das Ondas - uma praia com ondas artificiais, e podem frequentar um parque aquático, um casino e um centro comercial. A Torre do Rei, que pode ser alcançada por caminhos sinuosos, através da selva da propriedade, tem uma vista deslumbrante sobre o Palácio e seus arredores.

 

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O resort oferece inúmeras actividades aos visitante. É possível marcar voos de balão ao nascer do sol, ver os Big 5 no Parque Nacional Pilanesberg ou apenas desfrutar de um dia à beira da piscina a nadar ou a receber massagens.


À medida que o sol sobe e ilumina a vegetação exuberante, um passeio pela propriedade dá aos hóspedes a oportunidade de ver de perto os macacos e pássaros que residem na área.

 

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Acho o The Palace of the Lost City o hotel perfeito para casais em lua de mel, mas para além deste hotel 5 estrelas, Sun City tem mais 3 hotéis: o Cabanas, o Soho Hotel e o Cascades Hotel, que pretendem responder às necessidades e ao orçamento de cada visitante, seja por serem mais direccionados para famílias com crianças ou por terem preços mais acessíveis.

 


Acomodação, actividades, momentos íntimos em jantares inesquecíveis, voos de balão ao amanhecer e safaris românticos ao pôr do sol garantem que este resort tem tudo para proporcionar uma lua de mel memorável e emocionante a qualquer casal que procure aventura sem ter de abdicar do conforto.

 

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Travellight

 

Sex | 15.02.19

Crepe Suzette

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Muitos conhecem o Crêpe Suzette, mas o que poucos sabem é que essa receita foi criada, acidentalmente no Mónaco, e mais propriamente no Café de Paris.

 

Reza a história que no final do século XIX, o Príncipe de Gales, que viria a se tornar rei Edward VII do Reino Unido, era um visitante frequente e entusiasta do Mónaco.


Durante um almoço no Café de Paris, o chef Carpentier preparava panquecas com licor Grand Marnier quando, de repente, os ingredientes da panela começaram a pegar fogo e criaram uma grande chama. O príncipe ficou encantado com o espetáculo e perguntou ao chef qual era o nome da receita.
Apanhado de surpresa, o chef não se descaíu e disse que a receita tinha sido inventada propositadamente para a ocasião. Sugeriu então que as panquecas fossem chamadas de “princely crêpes”. No entanto, o príncipe não gostou do nome e propôs que as chamassem de "Suzette", o nome da mulher que nesse dia o acompanhava ao almoço.

Anotem aí a receita:

 

INGREDIENTES

Crepes
* 1 chávena Farinha de Trigo
* 1 c. chá Açúcar
* 2  Ovos tamanho M
* 300 ml Leite
* 40 gr Margarina
* 1 raspas Laranja
* Óleo Vegetal
* Sal


Molho
* 5 c. sopa Açúcar
* 40 gr Manteiga derretida
* 2 sumo e rapas Laranjas
* 100 ml Licor de Laranja
* 0.5 cálice Brandy
* Gengibre Ralado
* Canela em Pó


PREPARAÇÃO

* Numa taça, misture 1 chávena de farinha de trigo, sal e 1 colher de chá de açúcar. À parte, bata 2 ovos, e envolva-os depois na farinha, acrescentando lentamente 300 mililitros de leite, seguidos de 40 gramas de manteiga derretida e de raspas de laranja.


* Quando a massa estiver homogénea, coloque ao lume uma frigideira larga e anti-aderente, e deixe aquecer bem, pincele com um pouco de óleo vegetal, e comece a fazer os crepes.


* Deite 1 concha de massa na frigideira e espalhe até cobrir toda a superfície. 1 a 2 minutos depois, vire o crepe para que cozinhe do outro lado. Quanto estiver pronto, retire para um prato, e repita o processo para o resto da massa.


* Com os crepes feitos, junte 5 colheres de sopa de açúcar na frigideira, adicione 40 gramas de margarina e deixe caramelizar.


* Enquanto isso, raspe para uma taça a casca de 2 laranjas, esprema-lhes o sumo através de um coador, e aromatize com gengibre.


* Em seguida, verta o sumo de laranja na frigideira, dobre os crepes em 4, e coloque-os sobre o sumo. Vire-os para que absorvam bem o líquido, e aguarde 2 minutos, para depois regar com 100 mililitros de licor de laranja e meio cálice de brandy, e polvilhar com um pouco de canela.

 

* Deixe flambear até que o álcool evapore por completo, e leve finalmente os crepes Suzette à mesa, cobertos com o molho de laranja.

 

Receita retirada do site :www.24kitchen.pt

Qui | 14.02.19

Dia dos Namorados em Verona

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Na minha cabeça Verona estará para sempre ligada à mais famosa história de amor de todos os tempos - Romeu e Julieta, de William Shakespeare. Por isso, quando no ano passado, a minha cara metade sugeriu passarmos lá o Dia dos Namorados, a ideia pareceu-me boa.

Contava com uma overdose de romantismo e não fiquei nada decepcionada.

 

Verona é um lugar onde apetece andar de mão dada e trocar confidências. Um lugar que nos lembra que num mundo onde as relações humanas estão cada vez mais esbatidas e ofuscadas pelo trabalho, pelo stress e pela tecnologia, é importante, às vezes, desligar tudo o que não interessa e reconectar com quem mais nos importa.

 

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É verdade que quando estamos apaixonados tudo nos parece mais bonito - e eu talvez sofra desse mal - mas acho que Verona é realmente uma das cidades mais belas e charmosas de Itália.

 

Quando chegamos decorria o festival "Verona in love" e toda a cidade estava vestida de vermelho, com corações, decorações e iluminações que animavam as ruas e as montras das lojas. Na Piazza dei Signori havia espectáculos gratuitos de música, poesia e magia. O ambiente era fantástico!

 

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Juro que me apetecia-me cantar “Love is the Air” enquanto passeava pela Piazza Bra 😁

 

Visitamos a Arena di Verona (que apesar de não ser tão grande ou famosa como o Coliseu de Roma, está muito bem preservada) e Castelvecchio - um castelo transformado em museu que exibe pinturas, objectos de arte e escultura;

Paramos depois na Torre Lamberti - construção com centenas de anos que é conhecida pela maravilhosa vista que oferece do topo.

 

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Finalmente dirigimos-nos à principal atracção da cidade: A Casa di Giulietta

 

Devo confessar que me é indiferente que a Julieta nunca tenha existido e que toda a sua história seja apenas fruto da imaginação febril de um dramaturgo Inglês, que nunca sequer colocou os pés em Verona. Estando eu na cidade, não visitar a casa que lhe é dedicada, parecia-me errado, por isso lá fomos.


A casa - que na verdade data do século XIV e é um maravilhoso exemplo da arquitectura gótica - foi comprada à família Cappello pela cidade de Verona em 1905. A semelhança entre o seu nome e o nome Capuleto (sobrenome de Julieta na famosa peça) resultou na declaração de que esta era a “Casa de Julieta”. Et voila, nasceu assim a actual atracção.

 

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Quando entramos, a primeira coisa que prende o nosso olhar são as centenas de papelinhos, cadeados e outros símbolos que cobrem as paredes do pátio.

Dizem que se deixarmos uma declaração de amor aqui escrita a relação durará para sempre (infelizmente, graças a pessoas que no passado danificaram a estrutura do prédio, rabiscando nas paredes os seus devaneios românticos, hoje uma mensagem aqui deixada pode resultar numa multa de 500 euros - mas enfim, ninguém disse que conseguir o amor eterno, era fácil (ou neste caso, barato). Daí até surgiram os post it, os lacinhos vermelhos e as cartas coladas com pastilha elástica, foi um passo. Não são permanentes e podem voar com o vento mas pelo menos não pagas multa 😜

 

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Outra tradição - levada a cabo com particular dedicação pelos aspirantes a Romeu - implica tocar no seio direito da estátua de Julieta, para garantir que o amor verdadeiro será alcançado. E é vê-los a todos em fila, à espera de posar para a foto com a mão no almejado seio. Romântico talvez não seja, mas com certeza vai arrancar umas boas gargalhadas dos casais mais bem dispostos.

 

Já mais dentro do espírito do amor, está a varanda que representa a sacada onde a Julieta suspirava e esperava pelo seu querido Romeu - é outro sucesso de selfies!


Dentro da casa encontramos um museu com mobílias, objectos, roupas etc, expostos pelos vários quartos, que ajudam a retratar a forma como viviam as pessoas, no período da peça.

 

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Descobri que podemos escrever uma carta à Julieta pedindo o seu conselho e ajuda. Uma equipe de voluntários designados por "secretários do clube da Julieta" responde.

Eu achei isto hilário, principalmente se considerarmos o fim trágico que teve a relação de Romeu e Julieta. A ideia de que qualquer um destes personagens poderia dar um conselho equilibrado e válido a alguém com problemas amorosos, é de morrer a rir 😂


Em todo o caso, adorei visitar este lugar e a cidade de Verona. Por quê? Porque me recordou como podem ser poderosas as histórias de amor!

 

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Qua | 13.02.19

A colónia de pinguins de Boulders Beach | África do Sul

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Pinguins em África? Mas isso existe?
Existe sim! Fica em Boulders Beach na África do Sul e é um dos lugares de visita obrigatória na Cidade do Cabo.

 

Chegar até à praia de Boulders e encontrar a colónia de pinguins que ali habita não é muito difícil. A praia fica localizada em Simon’s Town, a cerca de 45 minutos da Cidade do Cabo. Se não tiverem alugado um carro, podem marcar uma excursão até lá. Há várias que partem da Cidade do Cabo.

 

Boulders Beach é absolutamente deslumbrante! Faz parte do Parque Nacional Table Mountain e compreende três praias, passadiços e uma área de observação de pinguins.

 

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Para aceder às praias temos de pagar uma taxa de conservação no centro de visitantes. A praia principal é uma enseada idílica com vistas panorâmicas sobre False Bay e pedregulhos de granito que protegem a colónia de pinguins do vento, das ondas e da correnteza.

 

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Observar estas pequenas e engraçadas aves a correr, nadar e brincar nas ondas deixa qualquer um de bom humor.


Nem dás pelo tempo passar! Os pinguins são tão fofos… não consegues parar de olhar para eles.

 

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Eles são a única raça de pinguim existente no continente africano. Na verdade, para além de Boulders Beach, é possível encontrar colónias de pinguins em vários outros lugares da África do Sul e na Namíbia, mas este é o lugar, que acredito, reúne as melhores condições para observação (inclusive para pessoas que estão em cadeiras de rodas - os acessos pareceram-me bastante bons).

 

Há passadiços de madeira que permitem ao visitante estar bem próximo mas não incomodar os pinguins, ou pelo menos perturba-los o mínimo possível.

 

A colónia nem sempre esteve nesta praia. Segundo li, os pinguins chegaram aqui em 1983, e acabaram por ficar, provavelmente, porque as condições de comida e abrigo eram melhores. Com o tempo a colónia cresceu mas hoje a comida é mais escassa e o número de animais reduziu. Actualmente esta é uma espécie considerada em vias de extinção.

 

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Somos avisados que nunca devemos tentar interagir ou tocar nos pinguins porque eles são selvagens e podem morder e que existem algumas áreas restritas que não devemos atravessar, sob pena de pesada multa.

 

Respeitei de bom grado as regras mas também percebi que os pinguins não eram nada tímidos, e que muitos tem tanta curiosidade sobre nós como nós sobre eles.

 

Ao lado de Boulders Beach há outra praia (a 2 minutos a pé), chamada Foxy Beach onde podemos tomar banho e descansar e aqui também há muitos pinguins.

 

Eles vagueiam livremente por toda a área e são naturalmente inquisitivos, inspeccionando cestas de piquenique ou qualquer outra coisa que lhes chame a atenção. Chegam muito perto de nós e alguns até parecem parar de propósito para a fotografia 😁

 

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É uma experiência e tanto. Eu amei e recomendo a todos! 

Se tiverem curiosidade, espreitem a minha página de perfil no Instagram e carreguem no destaque "South Africa", tem lá uns videos curtos bem engraçados dos pinguins 😃

 

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Ter | 12.02.19

Vamos conhecer o Mónaco?

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   Fotos: Travellight e H. Borges 

 

Diz a sabedoria popular que as melhores coisas vem em embalagens pequenas e o minúsculo principado do Mónaco parece ser prova disso.

 

Muitas pessoas visitam este micro-estado numa excursão de um dia a partir da França, mas depois de lá ter estado, considero que o Principado, tem atractivos suficientes para justificar uma estadia mais longa. Leiam mais e vejam se não concordam comigo.

 

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Monaco-Ville é a parte mais antiga da cidade. Conhecida como "le rocher" ou "a rocha", Monaco-Ville é o lugar onde encontramos algumas das maiores atracções do Principado.

 

É aqui que está o palácio nacional e residência oficial dos príncipes do Mónaco; o Museu Oceanográfico e a Catedral romana-bizantina onde Grace Kelly casou com o príncipe Rainier.

 

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Para aqui chegar passamos por bonitos edifícios, que revelam a riqueza do principado, e exuberantes área verdes, como o Jardim Exótico, o Parque Fontvieille e o Jardim de Rosas da Princesa Grace.

 

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Espalhado por uma área de aproximadamente 15.000 m2, o Jardim Exótico abriga centenas e centenas de cactos e outras plantas semelhantes, oriundas das principais regiões semi-áridas do planeta. Estas plantas, conforme a espécie a que pertencem, florescem no inverno (janeiro-fevereiro) ou na primavera.   

          

Já os caminhos sinuosos de Fontvieille conduzem-nos por uma viagem de descoberta, tanto botânica quanto cultural, No parque os visitantes podem apreciar inúmeras obras de arte, explorar uma horta educacional (o Smart Flower) e maravilhar-se com um lago paisagístico que abriga inúmeras espécies, como patos, gansos e carpas de todos os tamanhos.

 

Embora esteja localizado dentro do Parque Fontvieille, o Jardim de Rosas da Princesa Grace é um jardim completamente separado.


Concebida pelo príncipe Rainier III em memória de sua falecida esposa, a Princesa Grace, o Jardim das Rosas, com as suas 315 variedades de roseiras, foi construído de acordo com os princípios de um jardim inglês, mantendo um caráter mediterrâneo através da plantação de oliveiras centenárias.


Uma estátua de bronze criada pelo escultor Kees Verkade, representado a princesa, domina o jardim, transmitindo beleza e tranquilidade ao lugar.

 

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   Foto: visitmonaco 

 

Como parte da modernização do jardim, um terminal interativo foi instalado numa das entradas e pode ser usado para identificar a localização de cada roseira num mapa. Os visitantes também são convidados a scanear os códigos QR em cada uma das placas para identificar as diferentes roseiras (informações disponíveis no site do Rose Garden.)

 

No Terrasses de Fontvieille, encontramos a Coleção de carros do Príncipe do Mónaco - uma exposição notável que reúne quase cem carros de várias décadas, produzidos pelos principais fabricantes europeus e americanos.
Estão igualmente expostos carros de corrida que competiram no Rali de Monte-Carlo e no Monaco F1 Grand Prix.

 

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Construído em cima da lendária “Rocha” do Mónaco, o Museu Oceanográfico é uma atracção incontornável do Principado. O Museu é conhecido em todo o mundo por ser um dos melhores na sua área.
Todos os aspectos da sua arquitetura evocam o mundo marinho e da sua colecção fazem parte mais de 6.000 exemplares.

 

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O Palácio do Príncipe é uma residência privada, mas os Apartamentos do Estado estão abertos a visitantes durante parte do ano.
O Palácio tem uma longa história e foi ampliado e renovado várias vezes ao longo dos séculos. As suas origens remontam ao início do século XIII, altura em que era uma fortaleza genovesa. Após uma sucessão de transformações converteu-se numa das mais luxuosas residências do século XVII.

 

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Hoje, é possível admirar os esplendores do Palácio, incluindo: a Capela - dedicada a São João Batista, a Galeria Hercule, a Galeria do Espelho, a Sala Vermelha, a Sala York, a Sala Amarela ou a Sala Luís XV e a Sala do Trono, além de inúmeros frescos, tapeçarias e móveis.

 

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Quem gosta de arte não pode deixar de visitar o Nouveau Musée National de Monaco (NMNM), museu que mostra a herança do Principado e promove a arte contemporânea através de exposições temporárias em dois locais: Villa Paloma e Villa Sauber.

 

Fort Antoine, uma fortaleza do século XVIII que agora é um teatro ao ar livre, também merece uma paragem. 

 

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   Foto: visitmonaco 

 

O Casino de Monte-Carlo, atracção mais conhecida do Principado, é imperdível.


Foi construído em 1893, segundo um projecto de Charles Garnier, o arquitecto da Ópera de Paris. O seu átrio pavimentado em mármore, cercado por 28 colunas jônicas de ónix, dá acesso ao Opera Hall, que é inteiramente decorado em vermelho e dourado, com baixos-relevos e esculturas.

 

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Por mais de um século, tem sido palco de óperas, balé, e concertos excepcionais. As várias salas de jogos estão maravilhosamente decoradas com vitrais, esculturas e pinturas alegóricas.

 

Para experimentar um Mónaco mais tradicional recomendo uma visita ao mercado local de la Condamine. Todas as manhãs este mercado - localizado no coração da cidade - ganha vida e enche-se com as cores e cheiros das muitas bancas de frutas e vegetais.

 

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Perto dali, a área pedestre da Rue Princesse Caroline está repleta de boutiques atraentes onde podemos fazer compras. Continuando a andar, rápidamente chegamos ao porto — onde encontramos esplanadas boas para almoçar ou jantar.

 

Uma estadia no Principado pode ajudar a recarregar baterias numa fracção de segundo. Caminhando em direcção à costa e ao Fórum Grimaldi (centro de conferências e eventos de alta tecnologia) descobrimos um Jardim Japonês que foi criado de acordo com os princípios mais rigorosos do design Zen do arquitecto paisagista Yasuo, Beppu. Aqui, as pedras, a água e as plantas estão todos em maravilhosa harmonia. É o lugar perfeito para desligar, meditar e sossegar o corpo e a alma.

 

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   Foto: visitmonaco 


Os benefícios do mar também são evidentes. No Mónaco podemos desfrutar de inúmeros desportos aquáticos —   incluindo mergulho, natação, snorkel, jet ski, kitesurf, windsurf etc — em lugares como a praia Larvotto.

 

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   Foto: visitmonaco 

 

A pequena praia privada, raramente visitada, conhecida como "Crique des Pêcheurs" é frequentada por aqueles que buscam um pouco de paz e tranquilidade. Atenção que quando o mar está agitado, o acesso a esta praia é proibido porque as ondas, tomam proporções realmente perigosas.


A oeste, em Cap d'Ail, existem mais praias bonitas como a Praia Mala. Já na direcção da Itália, destacam-se as praias de Roquebrune-Cap-Martin.

 

Thermes Marins é um centro de bem-estar com uma localização magnífica, situada num rochedo com vista para o Mediterrâneo. Com uma piscina de água do mar, jacuzzi ao ar livre, SPA e um restaurante, é um lugar idílico para passar algumas horas, ou até mais, se a carteira permitir.


A nível gastronómico o Mónaco também não desaponta, afinal, alguns dos melhores chefs do mundo estão aqui. Tanto o Hermitage quanto o Hotel de Paris possuem restaurantes com estrelas Michelin, o Hotel Metropole, é outra potência culinária, com 3 restaurantes do renomado chef francês Joël Robuchon.

 

E, claro está, nenhuma visita ao Mónaco pode terminar sem uma paragem no Café de Paris, o mais conhecido dos cafés monegascos (para terem uma ideia, foi aqui que inventaram o famoso crepe suzette).

 

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Para concluir posso dizer que apesar do seu tamanho diminuto o Mónaco revelou-se um dos lugares mais bonitos e  fascinantes que visitei. Mostra-se ao mundo como um lugar que inspira sonhos e glamour mas é, acima de tudo, um destino turístico com uma herança notável e uma riqueza e variedade de atracções que vale a pena conhecer.

 

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Seg | 11.02.19

As ruínas de Pisac e o seu colorido mercado

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O Vale Sagrado é uma região maravilhosa do Peru. Tem muitas atracções únicas, mas penso que uma em particular - Pisac, com as suas ruínas e grande mercado. dá-nos a oportunidade de descobrir melhor como é a vida das gentes locais agora e como era nos tempos do grandioso Império Inca.

 

Pisac está localizado ao lado do rio Urubamba, a cerca de 28 km de Cusco, a principal cidade da região.

 

Chegar até lá não é muito difícil. Muitas pessoas até vem directamente do aeroporto e param aqui, mas não é algo que aconselho… Pisac fica a 2.900 metros acima do nível do mar e para quem não está habituado a estas altitudes, o impacto pode ser forte. Muitos chegam a desmaiar ou a passar mal. É preferível, no primeiro dia ficar paradinhos no hotel ou dar apenas um passeio rápido para ambientarmos-nos primeiro à altitude.

 

No segundo dia, a maior parte das pessoas já está bem e pode facilmente apanhar um táxi ou fazer uma excursão, a partir de Cusco ou de um dos hotéis localizados na região do Vale Sagrado, até Pisac.

 

É um passeio pitoresco por uma estrada montanhosa e sinuosa. Como fui na Primavera, todos os caminhos estavam floridos e o cenário era maravilhoso.


Depois de adquirir os bilhetes para visitar as ruínas, o táxi deixou-me o mais próximo possível da entrada e tive de subir por um caminho íngreme para alcançar o núcleo arqueológico.

Havia muitos vendedores na beira da estrada, que vendiam um pouco de tudo: fruta, souvenirs, milho assado, sumos, cerveja local…

 

Finalmente avistei a antiga Pisac!

 

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Ninguém sabe exactamente quando foi construída esta cidade - agora em ruínas - mas estima-se que tenha sido por volta do século XV. Acredita-se que era usada, como ponto avançado, para defender de qualquer invasão, Cusco, a capital do império Inca.

 

Caminhando por ali descobrimos que Pisac tinha estruturas impressionantes. Deve ter sido uma cidade imponente no seu tempo…

As ruínas pareciam estar separadas por 4 áreas: área agrícola, área residencial, área militar e área religiosa.

 

Primeiro vemos o sector agrícola, representado por fileiras de terraços de pedra que seriam usados para cultivar os produtos agrícolas consumidos pela população. Foi-me dito que um dos socalcos em particular representava uma asa de perdiz porque “Pisac” deriva da palavra Inca “Pisaca” que significa perdiz.

 

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Construir estes terraços, foi uma estratégia inteligente por parte dos Incas pois aumentou exponencialmente a área agrícola cultivável. Muitos deles estão em uso ainda hoje.

 

No alto dos terraços encontramos as áreas residenciais. Actualmente estão em ruínas, mas com um pouco de esforço é possível imaginar ​​o dia a dia dos antigos incas que aqui viviam com as suas famílias.

 

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Mais à frente encontramos o que sobrou das torres de defesa que compunham a área militar da cidade. A sua posição estratégica no cume da montanha demonstra como Pisac era importante para defender Cusco e a área a sul do vale.

 

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Na zona mais alta encontramos a área religiosa da cidade que integrava um Templo dedicado ao Sol, altares, banhos incas, fontes, uma plataforma cerimonial e, segundo me disseram, o maior cemitério Inca conhecido até à data.

 

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Depois de visitar as ruínas, desci (de taxi) até ao centro da actual Pisac, para passear pelo seu conhecido mercado.

 

Era Domingo e havia muitas pessoas e muito movimento. Gente local e turistas atropelavam-se na confusão. Fiquei surpresa, as ruínas estavam quase desertas por isso não contava ver tanto movimento ali.

Muitos moradores das montanhas e vilarejos próximos vem até à praça central de Pisac para vender as suas frutas, legumes, especiarias e outros produtos. É bonito de se ver!

 

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O mercado de Pisac é também conhecido pelo artesanato.

 

Quando eu visitei havia mais de cem barracas no mercado e talvez mais ainda nas ruas vizinhas que não vi. Muitas vendiam exactamente as mesmas coisas, por isso, se um dia forem aqui e estiverem interessados em comprar algo, é boa ideia comparar os preços e visitar várias barracas antes de fazer a compra final.


O artesanato e os têxteis são coloridos e facilmente atraem o nosso olhar. Há jóias, arte, peças de decoração, roupa feita com pelo de alpaca, cachecóis, cobertores, tapetes… mas também flores, frutas e legumes que nunca tinha visto antes. É fascinante!

 

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Muitos dos habitantes locais, trajados com roupas típicas pousavam para fotografias dos turistas a troco de alguns soles (a moeda local).


Acabei por tirar algumas e descobri que cada traje, conforme as suas cores, representava uma aldeia diferente.

 

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Foi uma visita muito interessante que me permitiu uma visão sobre o passado e o presente desta região do Peru.

 

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