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The Travellight World

Inspiração, informação e Dicas de Viagem

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Ter | 30.10.18

Manteigas | O coração da Serra

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A pequena Vila de Manteigas, localizada no Parque Natural da Serra da Estrela é um destino deslumbrante em qualquer estação do ano. É perfeito para uma escapadinha de fim de semana e um bom ponto de partida para quem quer explorar a região perto do vale do Zêzere.

O ar puro que ali se respira, em conjugação com águas cristalinas e paisagens de tirar o fôlego, convida a acalmar, relaxar e desfrutar de algumas das melhores coisas que o nosso país tem para oferecer.

A Vila de Manteigas está cheia de recantos bonitos e a oferta hoteleira não decepciona. Os visitantes podem escolher entre ficar hospedados num hotel como a Casa das Penhas Douradas Design Hotel & SPA, que oferece, entre outras comodidades, uma piscina interior aquecida e serviços de Spa ou ficar hospedados num lugar mais tradicional, de alojamento local, como a Casa Mariolas, um verdadeiro refugio no meio da Serra que permite recordar a tradição de bem receber e a gentileza das gentes locais.

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Na gastronomia regional, o queijo da Serra, como não poderia deixar de ser, domina as mesas e a ele juntam-se iguarias como feijocas guisadas com entrecosto e enchidos, cabrito, sopa da Beira, trutas ou o tradicional requeijão com doce de abóbora.

IMG_7931.JPG“O coração da Serra da Estrela”, como também é conhecida Manteigas, tem um rico património cultural. A sua história é antiga. Sabe-se que houve um assentamento ali desde os tempos mouriscos - provavelmente por causa das fontes termais próximas - e que o primeiro foral foi-lhe concedido por D. Sancho I no ano de 1188.

Um passeio pela Vila de Manteigas permite descobrir parte desse passado. Lugares como a Igreja Matriz de Santa Maria - a mais antiga da Vila - e a igreja de São Pedro deslumbram com os seus altares e imagens dos finais do século XIV, princípios do século XV.

No seu conjunto, o património edificado da Vila é muito interessante e as suas muitas capelas, como a do Senhor do Calvário, a de São Lourenço, a de São Gabriel e a de Santa Luzia, entre tantas outras, contam uma história que importa conhecer. Digno de registo é também o imponente Solar da Casa das Obras, cuja construção durou desde 1770 ao primeiro quartel do Século XIX. O Solar passou, há alguns anos, por obras profundas de restauro e é actualmente uma unidade de Turismo de Habitação que proporciona aos hospedes uma atmosfera acolhedora com um toque de “regresso ao passado".

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Mas a maior riqueza da região é indiscutivelmente o seu incrível património natural. Quem percorre as estreitas estradas de montanha é brindado a todo instante com paisagens deslumbrantes e inesquecíveis. As atracções são mais que muitas mas entre aquelas que o visitante não deve perder destacam-se:

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O Poço do Inferno - cascata que pela sua rara beleza e águas cristalinas, se transformou num ex-libris da Serra da Estrela;

O Vale Glaciar do Zêzere - que corresponde ao maior vale de origem glaciar da Serra  e um das maiores da Europa, atingindo cerca de 13 km de extensão;

A Torre - é o segundo ponto mais alto de Portugal. Conta-se que a Torre com cerca de 7 metros que dá o nome ao local foi mandado construir por D. João VI, com o objectivo de fazer com que a Serra da Estrela alcançasse os 2 000 metros de altitude.

O Covão da Ametade - é um dos locais mais simbólicos e mais belos da Serra da Estrela, onde o rio Zêzere corre pelo meio das árvores e cria um cenário de autêntico cartão postal. É o local escolhido por muitos desportistas de inverno e de montanha para iniciar as suas caminhadas e escaladas ao longo dos covões e formações rochosas que terminam junto ao Cântaro Magro. O Covão da Ametade também é local de retiro e de descanso para famílias e amigos que procuram um lugar para descansar e relaxar. A zona de lazer tem as estruturas de apoio essenciais: um parque de campismo aberto todo o ano, servido por recepção, bar e balneários, parque de merendas e assadores;

O Covão dos Conchos - uma atracção recente na região, tornou-se famoso quando uma série de filmes gravados com um drone mostraram as águas da lagoa a precipitarem-se num gigantesco funil e a desaparecerem misteriosamente.

Foi depois explicado que o funil não é mais do que um túnel construído na década de 50 que leva as águas recolhidas da Ribeira das Naves e as encaminha para a Lagoa Comprida, bem mais abaixo. Para lá chegar basta fazer uma caminhada de 8 quilómetros (4 para cada lado), desde a Lagoa Comprida;

Os imponentes Cântaros - afloramentos rochosos resultantes do movimento de glaciares - e a Fonte Quente e a Fonte Santa de onde brotam as águas (respectivamente a 42°C e 19°C) das Termas de Manteigas merecem também uma visita.

Quem visita Manteigas no Outono não deve deixa de fazer a Rota das Faias. Esta é uma experiência visual e sensitiva onde os odores a rosmaninho, hortelã-brava, alfazema e tomilho se fundem com os amarelos e castanhos da estação para criar um ambiente de sonho no Bosque das Faias.

E como se faltassem razões para visitar Manteigas, a Vila arranjou mais uma: O Festival de Outono. Este evento tem lugar em Novembro promove a divulgação e exposição de saberes e sabores da região e apresenta um programa de animação que inclui, entre outras coisas, um desfile de moda, concertos, degustação de licores e doces caseiros, showcooking e caminhadas.

É o evento perfeito para quem deseja conhecer melhor a Serra, as suas gentes e costumes 😃

 

Tchau!

Travellight

Seg | 29.10.18

Reykjavík | a bonita capital da Islândia

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  Fotos:Travellight e H. Borges

 

Quando falamos na Islândia toda a gente pensa imediatamente em paisagens deslumbrantes, géisers, vulcões e glaciares, o que não está errado, mas muitas vezes a capital do país, Reykjavík é completamente ignorada, e a meu ver isso é muito injusto.

 

Reykjavík é uma cidade pequena. O seu centro, onde estão localizados a maioria dos hotéis e das atracções, é tranquilo e fácil de percorrer a pé. Pode parecer um lugar meio desolado e vazio numa manhã fria de Inverno mas eu descobri que há muito mais para ver e experimentar do que pode parecer à primeira vista.

 

Reykjavík é o lar de um número surpreendente de museus, cada um revelando uma pequena parte da fascinante história da Islândia. Gostei especialmente de visitar o Museu Marítimo Viking, o Museu de Arte, o Museu Marítimo e o Museu Einar Jonsson (museu dedicado à escultura).

 

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Visível de quase todos os ângulos da cidade e, portanto, muito fácil de encontrar, é a igreja de Hallgrimskikja.

 

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Esta igreja, concluída em 1986, levou quase quatro décadas para ser construída.


A sua arquitetura, segundo li, é inspirada na cascata Islandesa Svartifoss (apesar de honestamente, a mim parecer mais um foguetão 😜)

O edifício foi projetado por Guðjón Samúelsson, um dos arquitetos mais conhecidos da Islândia, e abriga o maior órgão de concertos do país.

 

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A igreja tem 74,5 metros de altura e no seu topo encontra-se uma plataforma de observação com vistas de tirar o fôlego. Junto com a vista de Perlan na colina de Öskjuhlíð, esta é provavelmente a melhor vista da cidade.

 

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A bela porta de entrada e os vitrais projectados pelo artista local Leifur Breiðfjörð também são dignos de atenção.

 

Na frente da igreja está colocada uma estátua de Leif Eriksson, que segundo os Islandeses, descobriu a América do Norte no ano 1000, mais de 500 anos antes de Colombo.

 

No centro de Reykjavík encontramos casas coloridas e muita arte de rua. Nos últimos anos, Reykjavík tornou-se famosa pelos seus murais coloridos e graffitis. Muitas paredes estão cobertas de arte, frequentemente encomendadas pelos próprios proprietários. A maioria deles é feita por artistas locais.

 

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Nas principais ruas comerciais de Reykjavík como Laugavegur ou Skólavörðustígur encontramos lojas muito “fashion” como a Kraum, a Aurum ou a GK que promovem o design islandês,

 

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Na lagoa da cidade - a Tjörnin, fica a Nordic House, o único edifício de Reykjavík projectado por um arquitecto internacionalmente famoso, o Finlandês, Alvar Aalto. A Nordic House tem exposições e música ao vivo para além de um bom restaurante.

 

Na verdade descobri que Reykjavík tem excelentes restaurantes, o “The Fish Company”, por exemplo, permite-nos experimentar a fusão da gastronomia islandesa tradicional com outras cozinhas internacionais. O Grillmarkadurinn, também é imperdível e o melhor cachorro-quente da cidade é servido no Bæjarins Beztu Pylsur

 

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O Porto Velho é outra das atracções da cidade. Aqui podemos aprender um pouco sobre a vida marinha da Islândia no museu das Baleias e até reservar uma viagem para observação destes maravilhosos animais. Se visitarem Reykjavík num fim de semana, não deixem de visitar o mercado de Kolaportið, ali perto. Podem aproveitar e comprar uma camisola de lã tricotada à mão (lopapeysa) bem quentinha- é o souvenir perfeito para trazer da Islândia!

 

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O Harpa Concert and Conference Hall é um impressionante edifício de vidro junto ao antigo porto de Reykjavíkque chama a atenção pela sua arquitetura. É interessante tanto por fora como por dentro e proporciona belas fotografias.
Múltiplas celebrações multiculturais acontecem no prédio e à noite a sua fachada é iluminada com luzes LED que por vezes são usadas de forma iteractiva.

 

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Próximo do Harpa Concert Hall está a bela escultura, “Sólfarið ” de Jón Gunnar Árnason, provavelmente uma das peças de arte mais famosas da Islândia. Com uma incrível vista para o Monte Esjan, esta escultura - semelhante a um barco Viking - é um dos locais fotográficos mais populares de Reykjavík.

 

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Não muito longe do porto velho encontra-se o distrito de Grandi, onde antigas fábricas de pesca e oficinas de reparação de barcos transformaram-se em lojas de moda, cafés, empresas start-up, museus, restaurantes e até cervejarias. O "Bryggjan Brewery", por exemplo, serve uma maravilhosa cerveja local.

 

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A “Valdís” tem deliciosos sorvetes e quem gosta de chá não pode deixar de experimentar o chá japonês do "Kumiko".

 

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Como podem ver a Islândia tem mais para oferecer do que géisers, vulcões e lagos glaciares - tem também Reykjavík, uma cidade incrivelmente vibrante e progressiva que vale a pena conhecer!

 

Tchau!

Travellight

Qui | 25.10.18

Kramiek | o pão de passas Belga

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Kramiek é um pão Belga, típico da região da Flandres, da Valónia e da região de Bruxelas. É normalmente servido no pequeno-almoço ou no lanche, com manteiga ou doce.


É delicioso e bem fácil de fazer. Apontem aí a receita se quiserem experimentar:


INGREDIENTES

* 500g de farinha de trigo
* 200g de uvas
* 1 saqueta de fermento biológico seco
* 1 chávena e meia de leite
* 2 colheres de sopa de manteiga
* 1 colher de sopa de açúcar
* sal
* 1 gema de ovo

 


PREPARAÇÃO

Misture a farinha, a manteiga, o açúcar e uma pitada de sal. Mexa tudo bem até a manteiga estar completamente integrada e adicione as passas.

 

Numa panela, aqueça um pouco o leite (atenção que a temperatura ideal deve ser de 36°c, se o leite aquecer muito o calor vai impedir o fermento de funcionar).

 

Adicione o fermento ao leite, e misture bem até derreter totalmente.

 

Aos poucos adicione o leite com o fermento à farinha, amassando com as mãos, até formar uma massa bem elástica. Um truque que os padeiros profissionais utilizam é tentar incorporar o máximo possível de ar na massa, abrindo-a e dobrando-a em dois vária vezes.

 

Deixe a massa descansar por 20 minutos, coberta com um pano e depois amasse mais um pouco e coloque a massa numa forma de pão retangular. Deixe levedar por 1 a 2 horas, dependendo da temperatura ambiente. Quando a massa dobrar de volume, está pronta para assar.

 

Pincele o topo do pão com 1 gema.


Coloque no forno a 250°C por 30 a 35 minutos, ou até que fique bem dourado.

 

Siva bem quentinho com manteiga.

 


Receita tirada com adaptações do site www.inventario.uncreated.net

Qua | 24.10.18

Hotel Pestana São Tomé

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Estando classificado como um hotel 5 estrelas o Pestana São Tomé não impressiona pelo luxo (mais condizente com um hotel 3 estrelas superior) mas antes pela simpatia e simplicidade com que nos recebe e pela calma e paz que nos transmite.

 

Está situado à beira-mar, na baía de Ana Chaves, a cerca de 1 km do centro de São Tomé e a curta distância do aeroporto.

 

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A decoração do espaço interior tem alguns elementos de artesanato local bem interessantes.

 

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O hotel tem uma pequena praia privada que na realidade é uma pequena faixa de areia que quase desaparece na maré alta.

 

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A piscina de borda infinita é maravilhosa e para mim o destaque do hotel. Com uma vista incrível para o oceano, é o lugar perfeito para relaxar nas férias. Os jardins e toda a área envolvente também são muito agradáveis e estão bem conservados.

 

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O quarto em que fiquei tinha uma decoração básica mas adequada, estava limpo e o ar-condicionado, essencial nestes climas tropicais, trabalhou sempre bem. A televisão não oferecia muitos canais mas o wi-fi que é gratuito funcionou bem.

 

A casa de banho tinha um bom chuveiro e produtos de higiene pessoal.

 

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Para quem gosta de praticar exercício, o hotel oferece uma pequena sala de fitness.

 

Gostei muito do pequeno almoço. Era servido em buffet e tinha uma boa variedade de frutas tropicais frescas, pão, iogurte caseiro, ovos, etc…

 

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O restaurante do Pestana era bom e das vezes que comi lá achei os pratos deliciosos mas as opções oferecidas no menu eram muito limitadas. Optar pelo buffet no jantar, apesar de um pouco caro, acaba por ser a melhor solução. A localização do hotel também permite chegar sem grande dificuldade a outros restaurantes, o que pode ser essencial para quem quiser passar vários dias neste hotel.

 

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A equipa do hotel merece uma palavra de apreço porque é extremamente atenciosa e prestativa.

 

No geral, gostei de ficar no Pestana São Tomé e recomendo a quem for visitar São Tomé.

 

Tchau!

Travellight

 

 

Ter | 23.10.18

Templo Longshan | Taipei

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  Fotos: Travellight e H. Borges

 

O Templo Longshan foi um dos lugares que mais gostei de visitar em Taiwan!

Localizado no pitoresco distrito de Wanhua, o mais antigo de Taipei, este templo atrai muitos locais e turistas e é comum, no caminho para lá, encontrar vendedores de rua que vendem frutas, flores e incenso para as ofertas dos crentes.

 

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À porta de Longshan existe uma queda de água e um lago com carpas onde os visitantes podem relaxar e preparar o seu corpo e mente antes de entrar para orar.

 

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O Templo Longshan em Taipei, é um dos principais locais religiosos da cidade e um local privilegiado para explorar a fé popular de Taiwan e as suas artes e arquitectura únicas.

 

Longshan é dedicado Guanyin - a Deusa da Misericórdia. O nome chinês “Guanyin” significa “(Aquele Que) Percebe os Sons do Mundo". Guanyin é muitas vezes referida como a "Divindade Budista mais amada" e são-lhe atribuídos poderes miraculosos para ajudar todos quantos a ela recorrem.

 

Este templo foi construído inicialmente em 1738 e reconstruido — tal como acontece com a maioria dos templos em Taiwan — várias vezes após a sua destruição por terremotos, tufões e até mesmo por bombardeios da Segunda Guerra Mundial. A estrutura actual data da década de 1920 e apresenta elaboradas esculturas de pedra e madeira, poemas chineses escritos nas paredes e um telhado adornado com dragões e outras figuras coloridas.

 

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Um detalhe curioso do templo são os dois pilares de bronze e os porta-incensos que ficam do lado de fora do salão principal, que retratam um motivo comum: O Louco Segurando o Céu. A aparência de estilo ocidental dos "tolos" não é coincidência. Dizem que eles representam os Holandeses que ocuparam Taiwan no século XVII.

 

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No salão principal do templo, onde as estátuas de Buda estão localizadas, podemos encontramos centenas de velas designadas por “velas de luz". Os locais acreditam que quem têm uma “vela de luz" colocada no salão é abençoado para sempre pelo Buda.

 

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Outra crença popular, praticada pelos visitantes do templo, é atirar um pedaço de madeira em forma de meia lua ao chão. Acredita-se que se a madeira cair para o lado pintado de vermelho o desejo formulado será atendido.

 

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No dia em que visitei Longshan, o templo estava cheio de pessoas segurando paus de incenso e cantando orações com grande fervor. Foi uma experiência muito interessante e que recomendo a todos que visitarem Taipei.

 

Chegar até aqui é muito fácil, existe uma estação de metro com o nome do templo que fica a poucos metros do santuário.


Tchau!
Travellight

 

 

Seg | 15.10.18

5 dicas para não ser enganado nas férias

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Os viajantes e turistas são muitas vezes vistos como um “alvo fácil” para aqueles que ganham a vida a enganar os outros. 

E a verdade é que não é difícil ser apanhado desprevenido quando estamos em território desconhecido.

 

Ninguém gosta de viajar num estado de constante desconfiança e paranóia, mas não custa estar alerta e ter alguns cuidados básicos, por isso apontem aí estas dicas:


1- Façam pesquisas antecipadas

 

Pesquisem o destino que vão visitar com antecedência para terem uma noção dos preços habitualmente cobrados por cada bem ou serviço.


Ironicamente, há mais chances de pagarem acima do devido em países onde os serviços são mais baratos, porque o preço apresentado parece bom, quando na realidade é 2 ou mais vezes superior ao que seria cobrado a um habitante local.
Fazer uma pesquisa sobre o custo real das coisas em sites como o Tripadvisor pode ajudar a minimizará o risco disto acontecer.

 

2 - Estejam mais alerta na chegada

 

É facto que estamos mais vulneráveis no momento da chegada a um novo país. Seja porque estamos cansados de um voo longo ou porque ainda estamos a ajustar-nos a um novo ambiente ou ainda porque estamos preocupados em encontrar o caminho do hotel. As pessoas mal intencionadas sabem disso e podem aproveitar-se desse momento de fraqueza para agir.
O desafio é manter os sentidos aguçados e fazer um esforço para ficar alerta.


3- Façam bem as contas

 

Se não conseguirem fazer o cambio mentalmente usem uma calculadora ou tenham à mão uma pequena tabela com valores de referência para fazer a conversão da moeda e não serem enganados.

 

4- Confiem, desconfiando

 

Como turistas, temos de aceitar a realidade que muitas pessoas vêem-nos como uma potencial fonte de receita.
Quando estamos integrados numa excursão podemos sentir confiança no guia, por exemplo, mas convém lembrar que nem sempre ele terá o nosso melhor interesse financeiro em mente.


Quantas vezes estamos numa excursão para visitar um museu ou uma basílica e pelo caminho o guia recomenda uma paragem numa determinada fábrica de tapetes ou loja de souvenirs? Eles sempre dizem que aquele é o lugar mais barato e com maior qualidade para fazer compras, mas estão, sem dúvida, a escolher a loja onde podem receber uma comissão.

 

5- Resistam à pressão do tempo

 

O contrato de aluguer de um carro é um exemplo clássico de ser pressionado a assinar algo que pode acabar custando muito.

Esqueçam a fila e a conversa de que “estes contratos são todos iguais, assine aqui no x” e reservem um tempo para ler e verificar que está tudo bem antes de colocarem lá o vosso nome.

Qui | 11.10.18

Flaó | o bolo de queijo tradicional de ibiza

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Embora as suas origens remontem à Idade Média, a receita do Flaó foi preservada pelos habitantes de Ibiza até os dias actuais, integrando tradição e sabor com aromas de queijo de cabra e ovelha e hortelã.


INGREDIENTES

PARA A MASSA:

250 gr de farinha
1 colher de sopa de azeite extra-virgem
1 colher de sopa de banha
30 g de açúcar
1 ovo
2 colheres de sopa de anis
1 colher de chá de sementes de anis
raspas de meio limão
sal
manteiga e farinha (para a forma)

 

PARA O RECHEIO:

400 gr de queijo fresco
75 gr de queijo de cabra fresco
100 ml de leite
150 gr de açúcar
1 iogurte (125 gr)
3 ovos
hortelã

Açúcar de confeiteiro para decorar

 


PREPARAÇÃO
Unte uma forma (de 22 cm) com manteiga e polvilhe com um pouco de farinha e reserve

 

PARA A MASSA:

Coloque a farinha numa tigela, adicione o açúcar, uma pitada de sal, as raspas de limão, as sementes de anis, o ovo e a manteiga.
Misture bem. Junte o óleo e o anis.


Amasse até obter uma bola consistente e homogénea. Deixe descansar no frigorífico, coberto com um pano por cerca de 30 minutos.
Retire depois do frigorífico, estique, cubra a forma com a massa e pique a massa com um garfo.

 

PARA O RECHEIO:

Coloque num liquidificador o queijo, os ovos e o açúcar. Adicione o leite quente, o iogurte e a hortelã (cerca de 40 folhas).
Triture tudo até ficar uma massa homogénea.

 

Despeje o recheio na forma e asse o bolo num forno a 180 ºC durante cerca de 45 minutos (ou até dourar).


Deixe o bolo arrefecer e polvilhe com um pouco de açúcar de confeiteiro (atenção que se o bolo estiver quente vai derreter o açúcar, por isso tenha a certeza que o bolo está frio antes de polvilhar).

 

Decore com algumas folhas de hortelã e sirva.

 


Receita retirada, com pequenas adaptações do site www.hogarmania.com

 

Qua | 10.10.18

Dalt Vila | Ibiza

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  Fotos: Travellight e H. Borges

 

Embora seja mais famosa pelas suas praias e clubes nocturnos, a ilha de Ibiza é bem mais do que isso e quem procura ter uma experiência mais tranquila não fica desapontado, por exemplo, com uma visita a Dalt Vila.

 

Dalt Vila que literalmente significa “cidade alta”, é a parte mais antiga da cidade e está cercada por muralhas.

 

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Durante séculos, Ibiza (ou Eivissa) foi um importante porto nas rotas comerciais que atravessavam o Mediterrâneo e um ponto de encontro de diferentes povos e civilizações. Por essa razão, a ilha necessitou de construir fortes muralhas que protegessem os seus habitantes em caso de ataque de nações inimigas ou de piratas.

 

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Essas fortificações renascentistas, em forma de heptágono irregular existem ainda hoje e é este recinto murado - Património da Humanidade desde 1999, que constitui a Dalt Vila.

 

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Dalt Vila é um labirinto de ruas estreitas e casas tradicionais onde aqui e ali vemos estendais cheios de roupa colorida a esvoaçar ao vento. O cheiro agradável a lavado espalha-se pelo ar e faz-nos sorrir.


Na porta das casas, invariavelmente encontramos um gato deitado e nas pequenas praças há grupos de miúdos a jogar à bola. Apesar dos turistas, sempre presentes, é aqui que encontramos a verdadeira Ibiza.

 

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Existem três rotas oficiais que podemos percorrer de acordo com o mapa fornecido pelo posto de turismo, mas para quem não tem o tempo contado, é bem mais divertido seguir a intuição e descobrir sozinho as ruas antigas e os seus tesouros.

 

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A cidade está cheia de história e de locais que vale a pena visitar, como por exemplo o Centro de Interpretação Madina Yabisa na Calle Major. Parte da muralha islâmica e duas torres que protegiam o porto e a cidade do século XI ao século XVI ainda estão preservadas no interior do edifício.

 

Bem perto está o Museu Puget que tem em exposição obras dos artistas locais, Narcis Puget Vinas e seu filho Narcis Puget Riquer. Os seus estilos eram muito diferentes mas ambos dão uma visão colorida e interessante da vida e dos personagens de Ibiza ao longo de várias décadas.

 

A subida até ao topo da fortaleza é íngreme e leva o seu tempo mas as vistas lá em cima e aquelas com que somos brindados pelo caminho valem bem o esforço porque nada consegue bater uma bela panorâmica!

 

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Situada no topo de Dalt Vila, está também a Catedral de Eivissa, uma catedral de estilo gótico que é conhecida localmente como a Catedral de Nossa Senhora das Neves. Foi construída no exato local onde antes, no século VII, existira um templo cartaginense.

 

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A sua construção não foi totalmente concluída até ao século XVI, o que permite aos visitantes descobrir diversos estilos arquitectónicos que incluem influências de Valência, juntamente com o principal estilo gótico catalão.

 

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Quem quiser fazer uma pausa na exploração e matar a fome ou a sede facilmente encontra bares e restaurantes para todos os gostos. Destaco o bar S'escalinata que tem um ambiente super descontraído e animado.

 

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É muito fácil perder a noção do tempo em Dalt Vila mas o tempo sempre corre quando estamos a divertir-nos não é?

 

Dalt Vila é um lugar encantador que reúne elementos para agradar a todo o tipo de visitantes. Se forem a Ibiza não deixem de passar por lá 😃

 

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Tchau!
Travellight

Seg | 08.10.18

Estocolmo | uma das mais belas capitais europeias

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  Fotos: Travellight e H. Borges

 

Quando decidi visitar a capital Sueca pela primeira vez, eu não fazia grande ideia sobre a cidade nem sabia bem o que esperar.
Amigos que já lá tinham estado diziam-me que era um lugar interessante e que valia a pena conhecer. E de facto assim foi, em pouco tempo dei por mim a concordar com eles.

 

Estocolmo é formada por 14 ilhas conectadas por pontes e passagens. Os seus diques e canais já lhe valeram a alcunha de “Veneza” do Norte.

 

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Gamla Stan o antigo centro da cidade, fica localizado numa dessas ilhas.


Esta área é uma parte especial da cidade e destaca-se pela sua arquitectura colorida, ruas estreitas e igrejas centenárias. Muitos edifícios antigos foram maravilhosamente remodelados e enriquecem ainda mais a cidade velha.

 

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Por aqui não faltam óptimos cafés e restaurantes e é um prazer perdermos-nos pelas suas ruas encantadoras ou fazer uma pausa num bom restaurante ou café.


A pastelaria sueca é deliciosa. Esqueçam as almôndegas do IKEA e se forem a Estocolmo experimentem antes os deliciosos doces de canela ou noz ou então uma fatia de bolo de princesa, acompanhados por um café cremoso. Os Suecos chamam a esta combinação de café e um doce de "fika”. Experimentem e vão ver como é bom! 😋

 

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A Suécia possui uma forte cultura de consumo de café. Passeando pela cidade, notamos que os cafés são omnipresentes. Devido à sua paixão e amor por esta bebida, eles desenvolveram as suas próprias marcas. Em Estocolmo, acho que existem apenas Starbucks na estação ferroviária central e no aeroporto.

 

Os Suecos são discretos, não muito extrovertidos, mas amigáveis e têm muito estilo, característica que transparece na decoração e no design dos espaços públicos que visitamos.


Todos em Estocolmo falam bem inglês, mas se fizermos um esforço para aprender algumas palavras simples no idioma local, como olá, adeus ou obrigado, vai ser mais fácil fazer amigos.

 

Enquanto lá estive deambulei por muitos bairros da cidade, visitando museus, aproveitando os parques e andando de barco para explorar as várias ilhas do arquipélago de Estocolmo.

 

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Visitei o Observatorielunden, um parque localizado numa colina ao lado do Observatório da Velha Estocolmo, que oferece a melhor vista da cidade.

 

Na parte central da cidade gostei de Norrmalm, uma área encantadora com lojas locais e internacionais. A Espresso House em Drottninggatan é o café onde devem parar se quiserem descansar um pouco.

 

A Câmara Municipal de Estocolmo, localizado junto ao Stadsparken, é um edifício interessante que possui um bonito jardim.

 

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Estocolmo tem mais de 400 parques!

Há parques como Millesgården, com esculturas criadas pelos artistas Carl e Olga Milles e parques que oferecem entretenimento e actividades para famílias e crianças, como o Aspuddsparken, com um parque infantil e piscina. Kungsträdgården, o parque mais antigo da cidade, tem jardins bem cuidados, a Fonte Molins, construída em 1873, e cafés.

 

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Djurgården é outro oásis de tranquilidade no centro de Estocolmo, que engloba um grande parque, vários museus, um jardim zoológico e outras atracções.

 

No Rålambshovsparken, podemos desfrutar de entretenimento (no anfiteatro que tem capacidade para 5.000 pessoas), jogar futebol, fazer exercício ou andar de skate.

 

Södermalm é um dos bairros mais populares de Estocolmo, com uma atmosfera criativa e descontraída, e uma oferta variada de lojas de roupa, lojas vintage, galerias e lojas de design, bem como cafés e bares com decorações interessantes. Aqui também estão dois dos melhores miradouros da cidade: Fjällgatan e Monteliusvägen.

 

Dos museus gostei particularmente do Skansen, o primeiro museu ao ar livre do mundo, fundado em 1891. Aqui podemos percorrer cinco séculos de história sueca e ter uma noção real do seu passado.

 

O museu dedicado aos ABBA também achei bastante divertido 😃.

 

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Hammarby Sjöstad que podemos traduzir por Hammarby Cidade Maritima ou Hammarby Cidade do lago, a área mais moderna e nova de Estocolmo. Faz parte do distrito de Södermalm. É um lugar bonito para terminar o dia a ver o pôr do sol porque é cercada por água e canais.

 

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E aí tem os motivos pelos quais acho que devem considerar Estocolmo como o vosso próximo destino de férias.

 

Tchau!
Travellight

 

Qua | 03.10.18

6 maneiras de viajar de forma mais confortável num avião

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O avião é uma das formas mais rápidas de viajar, mas não é necessariamente a forma mais confortável.​​

 

As dicas que partilho em baixo podem ajudar a melhorar um pouco o tempo passado neste meio de transporte: 

 

1- Vestuário Confortável

 

Tentem usar calçado e roupas confortáveis ​​​​que não apertem muito e que possam despir e voltar a usar com facilidade, caso haja mudança de temperatura na cabine do avião.

 


2- Menos itens pessoais

 

Uma das chaves para o conforto no ar é o espaço. Quanto mais itens pessoais levarem para bordo, menos espaço vão ter disponivel. Se, por exemplo, a vossa mala de mão debaixo do assento for muito grande ou estiver demasiado cheia vocês não terão muito espaço para os pés, o que dificulta bastante o voo.

Só tragam aquilo que realmente vão precisar durante o voo e coloquem tudo o resto na bagagem de porão ou no compartimento que fica por cima do assento.

 

3- O assento certo

 

Se puderem escolher o assento antes do voo, existem várias maneiras de maximizar o conforto:

Escolham o lugar do corredor para não se sentirem tão apertados. Este assento também é uma boa escolha se forem altos, porque permite esticar as pernas de vez em quando.


Escolham um assento que fique imediatamente atrás de um divisor, desta forma ninguém vai poder reclinar-se para trás e roubar-lhes ainda mais espaço.

 
Se possível tentem sentar-se numa fila de emergência, assim podem esticar bem as pernas e não ficar tão apertados.

 

4- Equipamento

 

A chave é encontrar algo que seja útil e que ocupe pouco espaço: travesseiros de pescoço, máscaras de dormir, tampões para os ouvidos, etc,  podem ajudar no conforto sem roubar muito espaço

 

5- Dormir

Em termos de conforto num avião, dormir pode ser mesmo o melhor remédio. Nada faz o tempo passar tão rápido como umas boas horas de sono.

 


6- Distrações

Se não conseguem dormir em aviões, façam o tempo passar mais depressa com atividades. Façam palavras cruzadas, leiam um livro, joguem paciência ou outro jogo no telemovel ou assistam a filmes e programas de TV no sistema de entretenimento do avião ou no vosso tablet pessoal.

 

Ter | 02.10.18

Doce de banana de Angola

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Hoje partilho convosco a receita de uma sobremesa típica de Angola.

 

É rápida de fazer e deliciosa! 

 

INGREDIENTES

500 ml de água

200 gr de açúcar

6 bananas cortadas em rodelas

6 gemas de ovo

6 claras de ovo batidas em castelo


canela em pó para polvilhar a gosto

 

 

PREPARAÇÃO

Numa panela dissolva o açúcar em 500 ml de água e leve a fogo médio até obter uma calda (+/- 15 minutos).



Acrescente à calda as bananas cortadas em rodelas e cozinhe até que as bananas se desfaçam (8 a 10 minutos).

 

Retire a panela do fogo e junte as gemas; mexa bem e volte novamente ao fogo médio até engrossar, mexendo sempre (+/- 8 minutos).



Transfira o creme de banana para uma tigela e deixe esfriar.



Depois de frio incorpore delicadamente 6 claras batidas em castelo

 

Divida a mistura em taças e polvilhe com canela em pó. 

 

Se quiser decore cada taça com um pedaço de banana e umas folhas de menta

Sirva gelado.

 

 

Receita tirada com pequenas adaptações do site cybercook.uol.com.br

Seg | 01.10.18

Hotel Vila Galé | Braga

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  Fotos: Travellight

 

Recentemente tive o privilégio de ficar hospedada no Hotel Vila Galé Braga e hoje partilho convosco a experiência.

 

Inaugurado à poucos meses, o Hotel Vila Galé Braga fica situado no edifico do antigo hospital de São Marcos, bem no centro da cidade, numa das suas praças mais bonitas e a menos de 5 minutos da Sé Catedral.

 

Sendo um edifício histórico, com um passado de mais de 5 séculos, o hotel consegue transformar-se por si só num destino de visita.

O lugar que agora alberga o hotel é um imóvel de interesse público, datado de 1508.

 

Segundo me disseram, inicialmente existia aqui uma ermida dedicada a São Marcos e um convento templário que depois foi entregue à Santa Casa da Misericórdia de Braga e convertido num Hospital.

 

O Hospital de São Marcos funcionou neste local até 2011, altura em que passou para novas instalações.

 

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O edifício ficou abandonado por cinco anos até o grupo Vila Galé “pegar” nele e começar a trabalhar na sua requalificação com vista à exploração hoteleira.

 

Do que pude testemunhar, o trabalho de reabilitação efectuado foi notável. A vertente histórica e arquitectónica do edifício foi respeitada, mantendo a estrutura existente e recuperando alguns elementos como os tectos abobadados originais e os claustros.

 

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O conforto e a modernidade não foram esquecidos e conjugam-se perfeitamente com os aspectos históricos do lugar e com o conceito que serve de base à sua decoração interior: A Fundação de Portugal.

 

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O quarto onde fiquei hospedada era espaçoso, confortável e moderno, ainda que básico na decoração.

 

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A casa de banho era linda, tinha um bom chuveiro e os produtos de higiene oferecidos eram de boa qualidade.

 

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O espaço tem ainda um elevador panorâmico, três piscinas (uma das quais é interior e aquecida), dois restaurantes (Fundação e Bracara Augusta), um bar, um spa e um belíssimo jardim interior.

 

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O pequeno almoço, servido em buffet, é muito bom e tem produtos de qualidade.

 

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A equipa é no geral simpática, profissional e muito prestável.

 

O Hotel oferece estacionamento privado e gratuito, mas atenção que tem poucos lugares. Se houver muitos hospedes é possível que não consigam estacionar…

 

Em conclusão, achei o Vila Galé Braga um excelente hotel onde dá vontade de regressar, até porque Braga está uma cidade cada vez mais bonita 😊.

 

Tchau!

Travellight