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The Travellight World

Inspiração, informação e Dicas de Viagem

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PARQUE NACIONAL TORTUGUERO I COSTA RICA

Olá amigos viajantes!

 

Quem acompanha o meu blog (obrigadaaa!😘) já sabe que adoro parques nacionais e animais.


Pois hoje vou falar-vos de mais um, por isso apertem os cintos e vamos voar até à Costa Rica para visitar o Parque Nacional Tortuguero.

 

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Tortuguero fica numa área remota da Costa Rica e só consegues lá chegar de avioneta ou de barco.
Eu fui de barco e parti de Moín, perto de Puerto Limon.

 

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Assim que nos aproximamos da margem, a pequena aldeia de Tortuguero desperta a nossa atenção. É colorida, tem casinhas à beira do rio e muitos barcos. 

 

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Se olharmos com atenção descobrimos logo alguns pássaros 😊

 

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A aldeia está mesmo cheia de cor! Há painéis e murais coloridos por todo o lado.

 

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Não percebi porque é que a sanita estava do lado de fora... 😳

 

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Eu fiquei hospedada no Evergreen Lodge, um alojamento confortável, à entrada do Parque, com cabines ecológicas e uma rede de trilhas e pontes em suspensão que nos conduzem até ao interior da floresta tropical.

 

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O caminho por entre as árvores centenárias está cheio de vida selvagem. Só temos de ficar atentos e manter os olhos bem abertos para encontrar bonitos pássaros tropicais, macacos, preguiças, iguanas ou rãs. É preciso ter cuidado porque algumas espécies de rãs e cobras podem ser venenosas.

 

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Tortuguero é o lar de 3 espécies de macacos, e eu consegui ver todas elas 😃.

 

Os macacos bugio emitem um som assustador mas não são assim tão assustadores quando os conseguimos ver.

 

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Os mais engraçados são os macacos-aranha com os seus braços compridos.

 

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e os mais matreiros e inteligentes são os macacos capuchinhos, que estão sempre à espreita para ver se conseguem roubar alguma comida aos incautos turistas.

 

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Dentro do parque é possivel fazer passeios de barco pelo rio e descobrir toda a diversidade vegetal e animal presente naquele local.

 

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Ao todo, Tortuguero abriga 60 espécies de mamíferos, 57 espécies de anfíbios, 111 espécies de répteis, mais de 300 espécies de aves, mais de 400 espécies arbóreas e mais de 2.000 espécies de plantas!

 

Tortuguero é o principal destino ecológico do mar das Caraíbas e o terceiro parque nacional mais visitado da Costa Rica.

 

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Mas a principal atracção do Parque Nacional de Tortuguero e a razão pela qual a maior parte das pessoas o visita é, como o próprio nome indica, as tartarugas (Tortuguero = Lugar das Tartarugas).

 

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Um exército de tartarugas coloca todos os anos os seus ovos nas praias do parque e entre Junho e Outubro a maioria desses ovos eclode e quem estiver presente pode testemunhar o espectáculo maravilhoso que é ver dezenas  de tartarugas bebés a correr para o mar.

 

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É possível ver algumas tartarugas colocar ovos durante o dia, mas a maioria delas chega durante a noite e é preciso um guia para visitar as praias nessa altura (não é permitido a ninguém estar na praia desacompanhado depois das 18h00). Para viajantes independentes, isso pode ser organizado através de um quiosque turístico que existe na aldeia de Tortuguero ou através do hotel em que estamos hospedados. E vale bem a pena, já vos digo 😃

 

A mim deixou-me com um mega sorriso nos lábios 😊

 

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Espero que tenham gostado da visita virtual!

 

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Tchau!

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NARA

Olá amigos viajantes!

 

Hoje vou falar-vos sobre Nara, um lugar verdadeiramente mágico no Japão, onde podemos passear por entre florestas e antigos templos e brincar com cervos!

 

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Com mais de 1300 anos, a pequena cidade de Nara foi a primeira capital permanente do Japão e já existia antes da cidade de Quioto e até de Tóquio . Muitos dos templos e lugares de interesse têm ligação a esse tempo e são hoje considerados património mundial da UNESCO.

 

Do ponto de vista histórico uma visita ao Japão não fica completa sem incluir pelo menos um dia aqui.

 

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Chegar aqui a partir de Osaka ou Kyoto leva cerca de uma hora e é muito fácil, Existem duas linhas de comboio que ligam estas cidades a Nara - a linha JR Yamatoji e a linha Kintetsu Nara.

 

A estação de Kintetsu Nara está mais centralmente localizada e é mais perto dos locais turísticos. O Parque Nara fica a apenas dez minutos a pé desta estação.

 

Nara é perfeita para explorar a pé. É plana e relativamente compacta. É uma cidade de cerca de 400 mil pessoas, mas as colinas e ruas estreitas e silenciosas dão a sensação de uma cidade muito menor.

 

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O parque Nara, razão principal pela qual a maioria das pessoas visita a cidade, está cheio durante o dia. Mas ao entardecer e bem cedo de manhã não tem ninguém, por isso eu decidi passar uma noite no Hotel Nara, um hotel muito antigo e cheio de tradição que fica dentro do parque, para o poder apreciar em toda a sua glória.

 

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Cheguei perto das 17:00 horas e ainda havia muita gente mas pouco depois o parque começou a esvaziar.

 

Assim que entrei, um cervo veio “receber e cumprimentar-me” 😊

 

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O cervo japonês é a mascote da cidade. É uma espécie protegida e considerada pelos Japoneses como a mensageira dos deuses do xintoísmo.

 

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Os animais são muito mansos, aproxima-se sem medo e deixam fazer festas. O parque tem sinais a avisar que os cervos podem morder, dar pontapés ou exibir outros comportamentos perigosos, mas não vi nenhum portar-se mal durante a minha visita. Possivelmente, porque nunca os alimentei - o parque tem barraquinhas que vendem bolachas para quem quiser alimentar os bichos, mas realmente não há necessidade disso, pois pelo menos na Primavera o parque está todo verde e os veados tem muito alimento natural.

 

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O que senti é que eles tem tanta curiosidade em relação a ti como tu em relação a eles. Mesmo sem ter nada para lhes oferecer eles aproximavam-se e pediam festas.

 

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Por volta das 18:00 horas, já não havia quase ninguém no parque e o sol começou a pôr-se lentamente. No entanto a luz era mais que suficiente para explorar os caminhos que iam dar aos templos e santuários.

 

 

 

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Sem ninguém à nossa volta, a sensação de descobrir algo único é muito maior. 😊

O silêncio é absoluto, só ouves os pássaros e os veados a saltitar nas colinas verdejantes. Pode haver alguma coisa melhor?

 

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A arquitetura dos templos é muito interessante. Alguns santuários tem mais de 1000 anos e possuem madeiras trabalhadas e detalhes que impressionam.

 

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O Templo de Todai-ji, um dos mais significativos do Japão, é o maior edifício de madeira do mundo e abriga no seu jardim a maior estátua do mundo de bronze do Buda Vairochana, conhecido no Japão simplesmente como Daibutsu. O templo também serve como a sede japonesa da escola de budismo Kegon e é classificado pela UNESCO como Património da Humanidade.

 

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Perto das 19:00 horas, com o sol já bem baixinho no horizonte, uma surpresa: como se estivessem a atender a um chamado, (quase) todos os cervos do parque pareceram reunir-se em conselho bem na frente do Templo Todai-ji.

 

Foi um momento extraordinário ver centenas de veados a caminhar ordeiramente em direcção ao santuário. Absolutamente mágico!

 

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Senti-me privilegiada por poder visitar um lugar tão lindo e tão próximo da natureza. É um dos meus locais preferidos no Japão e recomendo-o a todos que estão a pensar visitar este país. 😊

 

Deixo uma última nota a quem não pode ou não quer ir tão longe, mas gostava de ver cervos bem de perto e em liberdade. Em Portugal, na Tapada Nacional de Mafra, podem ter essa experiência. Vejam aqui! 😊

 

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Tchau!
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AMANHECER

Eram 04:30 da manhã quando o despertador tocou.

 

Sempre tive muito mau acordar e regra geral resmungo para sair da cama, mas naquela manhã pulei para fora sem grande esforço.

 

Afinal não é todos os dias que acordas no Serengeti e sais para ver a vida selvagem desenrolar-se ao vivo e a cores frente aos teus olhos.

 

Este parque é a reserva mais popular da Tanzânia e o lugar que enche os sonhos daqueles que querem visitar a savana africana.

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“Armada” com a minha câmara saí do quarto de hotel e dirige-me ao local combinado onde um guia já me esperava para seguirmos caminho.

 

Ao longo de dois dias iria percorrer vários trilhos dentro do parque em busca de animais para fotografar e observar. Estávamos na época da grande migração e as perspectivas de ver todos os 5 grandes eram boas.

 

Para quem não sabe, os 5 grandes são o leão, o elefante africano, o búfalo-africano, o leopardo e o rinoceronte - Os cinco mamíferos selvagens de grande porte mais difíceis de serem caçados pelo homem. A expressão “os 5 grandes” generalizou-se e hoje é usada pelos guias locais também nos safaris fotográficos e de observação.

 


As pessoas que conduzem estes safaris são muito profissionais e tomam todos os cuidados para que nenhum acidente aconteça.


Eu acho que desde que haja bom senso e respeito pelo espaço dos animais não há como algo correr mal.

 

Todavia devo confessar que no inicio do safari, quando o jipe sai de noite e avança na total escuridão - e tu ouves uma série de ruídos estranhos que não consegues identificar - não é difícil acreditar que algo pode correr mal sim.


Afinal nós não conseguimos ver bem no escuro e podemos parar num local, pensando que não estamos a incomodar ninguém, e um leão discordar de nós. O território é deles, nós somos só visita, convém nunca esquecer.

 

Para reduzir o risco de incidentes os veículos que operam no Serengeti são obrigados a permanecer dentro das estradas existentes no parque para garantir que os animais não são muito perturbados. Embora isso possa limitar a nossa chance de chegar perto dos animais, é menos intrusivo.

 

São 06:30 e os primeiros raios de sol rompem o horizonte. É ao amanhecer que a savana mostra todo o seu esplendor. Os medos próprios da noite dissipam-se e um sentimento de gratidão invade o meu coração. Que bênção poder estar ali naquele momento… Assistir aquele espectacular nascer do sol, ver a savana a ganhar cor, a ganhar vida!

 

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Um grupo de girafas aparece a pastar mesmo na frente do jipe e ao longe conseguimos ver uma manada de zebras.

 

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Vai ser um bom dia 😊

 

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Tchau!

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DESTINO COSTA RICA I EXPLORANDO O PARQUE NACIONAL MANUEL ANTÓNIO

Olá amigos viajantes!

 

O Parque Natural Manuel António, na Costa Rica, é um destino de sonho para aqueles que, como eu, são apaixonados pela natureza e pela vida selvagem: Praias lindas, belas trilhas e uma abundância de fauna e flora.

 

O cenário perfeito para quem gosta de apreciar os encantos da mãe Natureza!

 

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Apesar de ser em termos de tamanho, o menor parque da Costa Rica, Manuel António, é um dos maiores em termos de biodiversidade.


Passeando por aqui podemos avistar várias espécies de macacos, texugos, preguiças, tucanos, passaros coloridos, rãs, lagartos etc, etc….a variedade é imensa!

 

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As trilhas do parque estão bem cuidadas e são fáceis de percorrer.

 

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Podemos contratar um guia para nos orientar e ajudar a detectar os animais com lentes especiais mas eu não o fiz e honestamente não senti necessidade nenhuma disso. Os animais estão por todo o lado e são muito fáceis de avistar e fotografar.

 

Quase a cada olhar havia uma oportunidade fotográfica.

 

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  Este macaquinho estava a trabalhar como electricista 😜

 

Alguns deles são até descarados o suficiente para nos roubar.

 

Se forem lá, fiquem avisados que devem ter especial cuidado com os macacos e com os texugos. Estes malandrinhos tem um esquema de parceria bem montado para roubar comida dos incautos turistas 😜

 

O esquema funciona assim: Um macaquinho fofinho atrai os turistas, que preocupados em fotografar a criaturinha fofa partem disparados, que nem tolos, e esquecem-se de mochilas e e cestos de piquenique. Os texugos aproveitam e roubam toda a comida (e bebida) que podem e depois dividem (às vezes a mal) com os macacos.

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Estes bons malandros são tão rápidos e perfeitos que enquanto eu fui ao mar, um deles abriu a minha mochila, que estava coberta por uma grande toalha, tirou de lá o saco de comida que eu tinha levado e deixou tudo exactamente como encontrou, a toalha nem parecia ter sido mexida.

 

Se eu não o tivesse visto a correr com o saco na boca, nunca teria desconfiado que o ladrão era um texugo.

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Mais tarde o fora da lei voltou e posou para a minha câmara fotográfica por isso considero que ficamos quites 😄

 

As praias de Manuel António são consideradas das mais belas da Costa Rica e com toda a certeza não sou eu que vou desmentir essa ideia.

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Depois de percorrermos os trilhos da floresta tropical podemos descansar nas suas belas areias brancas e dar um mergulho nas águas claras ou descansar à sombra das palmeiras apreciando a maravilhosa paisagem.

 

Algumas das praias são mais longe ou estão escondidas e nem todos chegam lá. Eu descobri vários recantos completamente desertos como a Playa Gemelas e a Playa Puerto Escondido onde não estava ninguém.

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O parque está aberto todos os dias das 07h às 16h .

 

Eu aconselho todos a chegarem bem cedo porque os animais estão mais activos e há poucas pessoas e isso dá-nos a sensação de estar sozinhos a descobrir a floresta tropical.

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O parque oferece instalações onde podemos trocar de roupa ou tomar banho.

 

Dentro do parque não se vende comida por isso as pessoas trazem um lanche de fora (uma sandes, fruta e água) . Não se deve levar batatas fritas e outros snacks, refrigerantes, fritos ou doces porque depois os animais roubam e isso faz-lhes muito mal. Apesar dos vários avisos vi muita gente que não respeitava esta regra.


Por fim, depois de um dia cheio de aventuras no parque nada melhor que terminar com uma cerveja gelada e um belo por do sol no Ronny's Place, um restaurante/ bar na povoação de Manuel António, com um ambiente muito cool.

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É situado num penhasco e tem uma vista incrível sobre o oceano. O peixe grelhado que me serviram lá era super fresco e estava delicioso.

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Espero que tenham gostado de conhecer mais este belo destino!

 

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Tchau!
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A SESTA DO REI LEÃO

Olá amigos viajantes,

 

Recentemente voltei à Tanzânia para um safari fotográfico e vim de lá com muitas memórias especiais que aos poucos irei partilhar convosco.

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Sabem... a sensação de estar num safari é difícil de descrever.

 

Há algo de tremendamente excitante em partir de madrugada por uma savana imensa em busca da vida animal que habitualmente só vemos na televisão ou encerrada num jardim zoológico.

 

Um arrepio atravessa-te a espinha quando estás sentada num jeep e a poucos metros de distância tens um leão do Serengeti a olhar para ti.

 

Quando um felino deste porte aparece na tua frente, o tempo parece que pára e tu nem respiras, tentando aproveitar o momento.

 

Alguns (mais sensatos) ficam receosos - afinal é um animal selvagem com o poder de acabar connosco em menos de um minuto. Outros (como a maluca aqui) ficam maravilhados com a oportunidade de fotografar e estar tão perto de um animal tão majestoso.

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   O jovem leão não estava nada interessado em tirar uma selfie comigo (reparem como ele escondeu a cara) 😜 

 

Dizem que os gatos têm nove vidas, mas o mesmo não se pode dizer sobre o leão do Serengeti. A vida é dura e precária nesta paisagem implacável, e para o maior dos predadores africanos, bem como para as suas presas, a vida tende a ser bem mais curta, terminando mais frequentemente de forma abrupta do que em declínio gracioso.

 

Disseram-me que um leão macho adulto, se for afortunado pode alcançar, no máximo, a idade de 12 anos, não mais do  que isso.

 

Stress portanto não falta a estes animais, que assim como nós, também devem precisar de tirar uns momentos para relaxar. Como este jovem leão que eu fotografei a subir a uma árvore para fazer uma sesta 😊

 

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Digam lá se não é uma ternura? Parece mesmo o gatinho lá de casa não é? 😻

 

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Tchau!

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O DESFILADEIRO DE ONEONTA

Olá amigos viajantes!

 

O desfiladeiro de Oneonta em Oregon, EUA,  é um daqueles tesouros escondidos que temos que ver para acreditar.

Se fadas e unicórnios fossem reais por certo viveriam num sitio destes!😊

 

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   Foto de Danny Saidman

 

Este riacho mágico é parte do deslumbrante desfiladeiro do Rio Columbia, que é uma maravilha natural por si só, e  deve ser um dos locais mais belos da América.

 

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Entrar no desfiladeiro é como entrar num mundo de fantasia. Ficamos imediatamente deslumbrados pelas enormes paredes rochosas, cobertas de musgo verde-esmeralda e pela luz especial que parece irradiar naquele local.

 

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A caminhada é curta mas não é propriamente fácil. Antes de atingirmos a recompensa que é a vista da maravilhosa cascata, temos de fazer face a alguns desafios e ultrapassar alguns obstáculos.

 

O Verão é a altura ideal para explorar este local porque o nível de água do rio baixa o suficiente para podermos caminhar no seu leito, isto porque na verdade não existe uma trilha definida e nós andamos todo o caminho no próprio leito do rio.

 

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Logo na entrada do desfiladeiro encontramos um atulhamento de troncos que é complicado de atravessar.

 

Os troncos são muitos e alguns são escorregadios e altos.

 

Se não tivermos muito cuidado, um bom calçado anti-derrapante e olharmos com atenção onde pomos os pés, podemos facilmente cair e sofrer um acidente.

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Depois dos troncos o percurso melhora e a água não ultrapassa a altura dos calcanhares mas a meio caminho o nível da água volta a subir e pode chegar até à altura do peito.

 

 

A água é gelada!!! Tu quase perdes a respiração de tão fria que é. O que vale é que esta secção é bastante curta e não leva mais do que um minuto a atravessar.

 

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É possível ir pelas bordas rochosas do desfiladeiro para tentar evitar a secção que tem água mais profunda, mas esta via também não é fácil porque as bordas são muito irregulares e escorregadias. Vi algumas pessoas a tentarem e a não conseguirem,  acabando por cair dentro de água.

 

Passado este obstáculo o resto do caminho é mais simples e podemos aproveitar para relaxar e fotografar enquanto deslumbramos-nos com as maravilhas da mãe natureza.

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E depois… Eis que aparece a jóia da coroa, a recompensa de todo o nosso esforço - A espectacular cascata!

 

Podemos levar fato de banho para tomar banho lá.  Eu entrei e saí o mais rápido que conseguia porque ia morrendo de hipotermia de tão fria que era a água 😁.

 

Eu já sabia que era assim, porque durante a travessia já me tinha molhado, mas achei que já que tinha chegado até ali valia a pena experimentar, afinal só se vive uma vez.

 

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Se visitarmos cedo e num dia de semana, não há quase ninguém e nós podemos usufruir em paz e sossego deste mundo encantado.

 

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Tchau!

Travellight

 

 

SAFARI NO DESERTO

Olá amigos viajantes,

 

O deserto muitas vezes é considerado apenas um lugar seco, agreste e sem vida, mas nada pode estar mais longe da verdade.

 

Até uma paisagem árida tem os seus encantos e numa viagem ao Dubai, eu descobri como o deserto pode ser excitante e encantador.

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O pôr do sol é particularmente maravilhoso, assim como os milhões de estrelas que brilham sem interferência num céu nocturno livre da poluição criada pela iluminação artificial das cidades.

 

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Nenhuma visita ao Dubai fica completa sem se fazer um Safari no deserto. Esta é alias, quanto a mim, a actividade mais interessante que se pode levar a cabo neste país e a única que nos pode dar um vislumbre, ainda que ao de leve, do que eram os Emiratos e a vida das suas gentes antes do petróleo e de toda a riqueza que veio com ele.

 

Num país onde tudo parece ser artificial, onde proliferam torres de vidro e centros comerciais, este safari é das poucas  experiência que ainda pode ter alguma autenticidade. Claro que é orientado para o turista, mas pelo menos permite descobrir um pouco da herança cultural e da tradição histórica local.

 

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Existem muitas empresas de turismo que organizam viagens para o deserto com uma grande variedade de actividades. Podemos optar por fazer um safari de manhã à tarde ou à noite.


Para mim aquele que começa à tarde e se prolonga pela noite dentro é o ideal porque nos permite escapar ao calor sufocante que nos tortura durante o dia e ainda vivenciar o deserto à noite.

 

O safari que escolhi começava na parte da tarde com um passeio emocionante pelas dunas num 4x4. O passeio é repleto de acção e é tudo menos calmo!

 

Os motoristas, que devem ter muita experiência, são fantásticos a navegar neste terreno. Antes de arrancarmos eles esvaziam um pouco os pneus. Aparentemente isto é necessário para se poder conduzir neste terreno arenoso e acidentado.. Os veículos sobem e descem as dunas a toda a velocidade. Parece que estamos numa montanha russa, é super divertido!

 

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Podemos dizer ao condutor para ir mais depressa ou mais devagar, mas a adrenalina está em ir bem depressa e deslizar por entre as dunas de areia às vezes num ângulo de 45 graus, é aí que está a diversão!

 

O passeio não é recomendado a quem tem problemas de costas e a grávidas.

 

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Depois da aventura nas dunas seguimos para uma espécie de quinta de camelos, onde pudemos ver de perto estes animais, saber como são criados, montar um ou só fotografar.

 

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De seguida fomos levados até uma tenda beduína para conhecermos uma tribo tradicional que se dedicava à falcoaria.

 

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Uma demonstração desta antiga arte foi feita para podermos apreciar.

 

Os pássaros tem um capacete que cobre os seus olhos e as suas orelhas. Esta privação sensorial foi projectada para ajudar o pássaro a permanecer relaxado antes de um voo. Uma vez removido o capacete, o pássaro entra em modo de ataque.

 

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Os falcões, treinados ​​para a caça, são usados no Médio Oriente há mais de 18 séculos.

 

Antigas tribos beduínas treinavam estas aves de rapina para arranjar carne para as suas famílias durante os meses de Inverno.

 

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Foi-nos explicado que os beduínos treinavam um pássaro jovem no Outono, caçavam com ele durante todo o Inverno e depois libertavam-no na Primavera, no final da temporada de caça, para que ele pudesse migrar para climas mais frios.

 

Hoje em dia, graças ao ar-condicionado, os falcões podem ser mantidos durante todo o ano.

 

A apresentação terminou bem a tempo de assistirmos ao maior espectáculo do deserto - O pôr do sol 


É verdadeiramente memorável! Todos deviam ter oportunidade de ver esta beleza pelo menos uma vez na vida.😊

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Assim que anoitece todos os veículos seguem para um grande acampamento no meio do deserto. Há tendas, tapetes, mesas, almofadas e cadeiras no acampamento para as pessoas se sentarem e relaxarem.

 

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No acampamento há também água mineral, refrigerantes e uma variedade de petiscos esperando por nós. Podemos provar café árabe e tâmaras.


As mulheres podem fazer tatuagens henna nas suas mãos ou pés. Pode-se andar de camelo, ou comprar uma lembrança. Também se pode experimentar o Shisha, que é o famoso cachimbo de agua tradicional árabe.

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Enquanto nos divertimos com estas actividades, o jantar é preparado. Carnes grelhadas e uma variedade de pratos ocidentais e árabes incluindo pratos vegetarianos são servidos em buffet.

 

Durante o jantar é providenciado entretenimento na forma de um bailarina de dança do ventre tradicional. Depois de ela nos impressionar com os seus movimentos e de dançar até com uma espada, chama-nos ao palco para participarmos também.

 

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Uma vez terminado o jantar e o espectáculo todos os veículos começam a voltar. Dependendo do safari escolhido temos a opção de passar a noite no deserto. Quem não fica parte por volta das 10 da noite.

 

No geral foi uma boa experiência que recomendo a todos!

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Travellight 

 

 

 

 

 

 

TA PROHM I O TEMPLO ONDE REINAM AS ÁRVORES

Olá amigos viajantes!

 

Se são fãs de Laura Croft e viram o primeiro filme Tomb Raider, interpretado por Angelina Jolie, são capazes de reconhecer o lugar de que vos vou falar hoje - Ta Prohm.

 

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Ta Prohm - um dos lugares mais inacreditáveis que já visitei na vida - é o nome de um dos templos de Angkor, na Província de Siem Reap, no Cambodja.

 

 

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Construído no final do século XII e início do século XIII Ta Prohm está localizado aproximadamente um quilometro a leste de Angkor Thom, antiga capital do Império Khmer e, diferentemente da maioria dos templos de Angkor, foi deixado, na sua maior parte, no mesmo estado em que foi encontrado.

 

A decisão de manter o templo como estava foi sábia porque, de outro modo, não seria possível reproduzir a atmosfera mágica criada pelas árvores que crescem a partir das ruínas e da selva envolvente e que transformam este lugar num sitio único e incrivelmente fotogénico.

 

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Os templos cobertos de raízes mostram exactamente o que a mãe natureza pode fazer quando assume o controle.

 

Explicaram-me que as raízes das árvores fixaram-se ao arenito poroso das paredes, extraindo a água das chuvas que ficava retida nas próprias pedras, e ao longo do tempo foram crescendo, lentamente esmagando os edifícios ao mesmo tempo que os seguravam e transformavam.

 

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É um prazer explorar este lugar cheio de recantos e formas especiais - formas naturais e formas esculpidas, já que os edifícios que compõe o templo estão cheios de interessantes gravuras.

 

Aqui temos a sensação de estar perante uma grande, original e inovadora obra arquitectónica, assinada em conjunto por dois fantásticos arquitectos: a natureza e o homem 😊.

 

Em Ta Prohm existem obras continuas de restauração que se traduzem principalmente por reparos que visam impedir  uma maior deterioração dos edifícios, mas muitos deles já foram completamente tomados pelas árvores, e agora é difícil parar o seu crescimento.  

 

A minha máquina fotográfica infelizmente não é profissional por isso as imagens não conseguem transmitir a beleza e a luz mágica deste local mas pelo menos ficam com uma ideia.

 

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Espero que tenham gostado 😃

 

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UM ENCONTRO FELIZ | A MINHA EXPERIÊNCIA COM OS MACACOS FOLHA PRATEADA

Olá amigos viajantes,

 

Na Malásia, em Kuala Selangor, numa colina histórica chamada Bukit Melawati perto de uma fortaleza construída no sec. XVIII, encontramos uma população residente de macacos selvagens designada por macacos de folha prateada (silver leaf monkeys).

 

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Estes afáveis e simpáticos macacos vivem em manguezais e florestas costeiras , e são uma espécie ameaçada que pode ser encontrada apenas em Bornéu, Sumatra e na costa oeste da península da Malásia. O seu habitat natural foi diminuindo devido às plantações madeireiras e à exploração de petróleo. Eles também são caçados para a carne e comércio de animais.

 

Quem já deu uma vista de olhos pelo meu blog já reparou com certeza que adoro animais 😊 nunca tive uma experiência negativa com nenhum mas tendo viajado pelo Sudoeste Asiático cruzei-me várias vezes com macacos que podem ter comportamentos agressivos e tentar roubar a nossa comida ou alguma coisa que achem mais interessante, por isso não estava à espera de encontrar macacos tão doces e amigáveis na Malásia.

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A sociedade dos macacos folha prateada é matriarcal, ou seja, aqui são as fêmeas que mandam - isso talvez explique porque é que esta espécie é tão calma e pacífica 😜.

 

Quando cheguei a Kuala Selangor os macaquinhos estavam por todo o lado, sentei-me num banco e logo um deles, mais velhinho, sentou-se ao pé de mim, ele parecia tão calmo que arrisquei fazer-lhe uma festa. Ele não pareceu ficar incomodado e até pareceu gostar.

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Os folha prateada adultos são acinzentados mas os recém-nascidos são cor de laranja, o contraste é tão grande que os filhotes parecem todos adoptivos. Os especialistas acreditam que esta diferença de cor permite às mães identificar melhor os seus jovens filhos que tendem a ser muito activos e intrépidos. Os jovem macacos transitam de cor apenas três meses depois de nascerem.

 

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Na colina podemos encontrar uma pequena barraquinha que vende legumes que podemos comprar se quisermos alimentar estes primatas - eles agradecem é claro!

 

Mesmo quando alimentados à mão os macacos folha prateada são animais surpreendentemente suaves em comparação com os seus primos, os macacos de cauda longa. São mesmo macaquinhos bem-educados e adoráveis!

 

Depois de os alimentar fiquei sentada no chão ao pé deles e mesmo depois da comida acabar eles pareciam ter tanta curiosidade sobre mim como eu sobre eles. Muitos aproximaram-se tocando-me com as suas mãozinhas suaves e delicadas, os mais pequeninos queriam brincadeira e até uma mamã aproximou-se com o seu filhote laranja para me mostrar - fiquei encantada!

 

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   Foto de família 😜

 

Algumas pessoas querem ver os macacos, mas não parecem saber como interagir com eles  -  eu reparei numa família que visitava a colina e que se aproximou dos pequenos primatas com tanto medo que os seus gritos assustaram os animais. Apesar de delicados os folha prateada às vezes saltam para cima das pessoas, não magoam, mas podem assustar quem não está preparado.

 

Como eu sentei-me logo no chão e fiquei no nível deles, não tive qualquer problema, eles aproximaram-se no seu ritmo e não sentiram necessidade de saltar. Um deles acabou por vir para cima do meu joelho mas ficou ali quietinho, deliciado com as minhas festas e até as retribuiu, achei o máximo!

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A energia que aqueles animaizinhos transmitiam era tão boa e tão positiva que até me senti comovida.

 

Sei que este não é o tipo de “programa” que agrade a muita gente, mas para quem é apaixonado pela vida animal como eu, foi uma emoção poder contactar com uma espécie de primatas que desconhecia e que se revelou tão gentil e doce, tão “humana” até. Definitivamente foi um dos pontos altos da minha última visita à Malásia.

 

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PELAS MONTANHAS DE CUBA

Olá amigos viajantes!

 

Durante uma estadia em Varadero em Cuba resolvi conhecer um pouco mais deste lindo país e marquei um tour que me levou às montanhas de Escambray no Parque Natural Topes de Collantes e ao Parque Nacional Guanayara. O tour incluía também uma visita a Trinidad (mas isso conto-vos noutro dia)

 

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A aventura começou bem cedo com um voo de cerca de 1 hora num helicóptero russo Mi-8.

A experiência logo ali tornou-se interessante porque o helicóptero fazia lembrar-me aqueles filmes de guerra porque voava com a porta aberta.


Eu que quis ficar sentada bem na frente da porta podia sentir o meu coração a bater mais forte enquanto o vento soprava na minha cara e o horizonte se desenhava na minha frente sem qualquer interferência de portas ou janelas.

 

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O helicóptero aterrou em Topes de Collantes e de lá fomos transferidos por um velho caminhão do exercito para o Parque Nacional Guanayara. O trajecto durou cerca de 45 minutos e devo confessar que a minha coluna sofreu um pouco naquelas estradas acidentadas e sinuosas 😜

 

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No caminho, paramos algumas vezes para apreciar a vista deslumbrante enquanto o nosso guia dava-nos algumas informações sobre Topes de Collantes e sobre a Sierra del Escambray.

 

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Topes de Collantes, que literalmente podemos traduzir por Collantes Altos fica 800 metros acima do nível do mar e juntamente com o pico Potrerillo e o pico de San Juan estão localizados na faixa de Escambray.

 

Estas montanhas são compartilhadas pelas três províncias centrais da ilha; Villa Clara, Cienfuegos e Sancti Spiritus.

 

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Os ventos húmidos provenientes do Oceano Atlântico fazem da face norte destas montanhas um luxuoso refúgio para plantas e animais, enquanto a face Sul, mais seca, para alem de albergar importantes ecossistemas é ainda a casa de dois Patrimónios Mundiais da UNESCO - O Valle de Los Ingenios (Vale dos Moinhos de Açúcar), e a cidade de Trinidad, ambos excelentes exemplos da Cuba colonial do século XVII.

 

Uma vez chegados ao Parque Nacional Guanayara os nossos guias fizeram uma breve introdução e em seguida começamos a nossa caminhada pela floresta tropical.

 

A caminhada não é muito difícil, mas em alguns sítios temos de atravessar riachos e passar por cima de troncos por isso convém usar calçado que não seja escorregadio.

 

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Ao longo do trilho explicaram-nos muita coisa sobre as plantas locais e foram mostrando algumas mais especiais que tinham propriedades curativas. Vimos também muitas flores silvestres coloridas e pássaros como o Tocororo. Este pássaro é considerado símbolo nacional em Cuba porque as suas penas são da mesma cor que a bandeira cubana: vermelho, azul e branco. O seu nome deriva do som que faz quando canta : "toco-toco-tocoro-tocoro”😊

 

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Durante o passeio eu peguei numa flor bonita grande que já estava caída no chão (não arranquei) e coloquei na minha blusa e então aconteceu uma coisa linda - um beija-flor pequenino veio direito a mim e tentou pousar na flor - eu nem queria acreditar! Fiquei tão feliz😃

Foi rápido demais para tirar foto infelizmente, mas é uma memória que guardo com muito carinho.

 

Paramos depois nas quedas de água El Salto de Rocio.

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Esta cascata não é muito grande e tem uma pequena piscina na parte inferior mas o melhor sitio para tomar banho é numa lagoa que fica um pouco mais à frente.

 

Esta linda piscina natural é ideal para um mergulho rápido. A água é muito fria, e quando lá chegamos começou a chuviscar mas o dia estava muito quente e abafado por isso um mergulho na lagoa foi bastante agradável e refrescante. Os mais aventureiros podem balançar-se numa liana e mergulhar. Eu como não tenho vocação para Tarzan (ou Jane) e sou super friorenta preferi entrar na água por meios mais tradicionais - descendo as escadinhas de madeira que instalaram no local bem de-va-ga-ri-nho para não entrar em choque térmico 😜

 

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Ao longo da trilha para El Rocio podemos ver também uma plantação de café, uma grande caverna (que não cheguei a visitar) e diversas outras quedas de água. Finalmente no final da trilha encontramos um restaurante - Casa Gallega- onde se come bem.

 

A comida é simples - frango assado, arroz e batata - mas o frango era tenrinho e saboroso e depois daquela caminhada o apetite era mais que muito por isso tudo sabe bem.

 


Realmente gostei muito do dia que passei no Parque Nacional Guanayara, espero que vocês tenham gostado de ler sobre ele!

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Tchau!
Travellight