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The Travellight World

Inspiração, informação e Dicas de Viagem

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Inspiração, informação e Dicas de Viagem

24 HORAS EM PARIS

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Paris é uma cidade onde não há falta do que ver ou fazer e onde não nos importamos de ficar sempre um pouco mais (eu pelo menos sou assim 😀).


Mas agora imaginem que apenas lá podem passar um dia. Que viajam a trabalho e tem pouco tempo ou que estão em transito para outro destino e querem aproveitar e fazer uma escala nesta cidade.

 

Como seria então um dia perfeito em Paris?

 

Para mim seria mais ou menos assim:

 

Acordem bem cedo e assistam ao nascer do sol no Sacré Coeur. Se o céu estiver limpo o amanhecer naquela catedral histórica da cidade é maravilhoso! 😊

 

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Desçam pela Rue de l'Abreuvoir. A vista voltada para o Sacré Coeur é considerada uma das mais bonitas e pitorescas da cidade.

 

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Sigam depois pela Rue Girardon e depois pela Rue Lepic até chegar ao Boulevard de Clichy onde encontram o Moulin Rouge, o mais famoso cabaré de Paris, imortalizado pelas pinturas de Toulouse-Lautrec e pelo filme “Moulin Rouge”

 

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E falando em filmes, se gostaram d’ “O Fabuloso Destino de Amélie” podem parar para tomar o pequeno almoço no Café des 2 Moulins onde ele foi filmado. Vale a pena visitar o espaço nem que seja para provar o Crème Brûlée, sobremesa preferida da personagem. (Rue Lepic, 15).

 

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Apanhem depois o metro na estação Blanche e sigam para o Arco do Triunfo (estação Charles de Gaulle - Etoile), outro ícone de Paris. Continuem por uma das avenidas mais famosas do mundo, a Avenue des Champs-Élysées, onde encontramos algumas das lojas mais caras de Paris como a Louis Vuitton e a Ladurée, com os seus clássicos macarons (que agora também já temos em Lisboa 😋)

 

Se quiserem almoçar na zona dos Champs-Élysées, experimentem Le Drugstore. É localizado na Publicis Drugstore , que é um misto de livraria, café e padaria (Av. des Champs-Élysées, 133)

 

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Para algo mais requintado (e caro) optem pelo restaurante Le George (Avenue George V, 31).


Se não quiserem gastar muito podem ir ao Five Guys (Av. des Champs-Élysées, 49-51 Não tem nada de francês mas os hamburguers são bons e o serviço rápido e assim ficam com mais tempo para descobrir a cidade luz. 😃


Depois do almoço voltem a apanhar o metro e saiam em Trocadéro a estação mais próxima da Torre Eiffel. É impossível visitar Paris e não ver o seu maior símbolo certo?

 

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Depois das fotos da praxe caminhem até à Ponte Alexandre III, uma das pontes mais bonitas e românticas da cidade. (o percurso leva cerca de 20 minutos).

 

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Depois de ver a Ponte Alexandre III, podem continuar até à Place de la Concorde, uma das praças Parisienses mais famosas e palco de importantes acontecimentos da história da França. Ao lado, está o Jardin des Tuileries, onde podem descansar as pernas e comer um gelado ou se estiver frio, tomar um vinho quente que se vende nos quiosques.

 

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Sigam para o Museu do Louvre. Comprem antecipadamente os bilhetes on-line para evitar as filas. O museu é muito grande por isso, se tiverem o tempo contado, decidam antecipadamente que secções querem ver e mesmo assim contem no mínimo com duas horas. 

 

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Finalizada a visita ao Museu do Louvre, sigam pela Rue de Rivoli para chegar até à Place Vendôme e de lá, andem pela Rue de la Paix por cinco minutos até chegarem à bela Ópera Garnier.

 

 

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Logo atrás, ficam as Galeries Lafayette. Entrem e admirem o seu interior, principalmente a cúpula de vidro. Se forem em Novembro ou Dezembro com certeza vão ficar encantados com as decorações e com a incrível árvore de Natal que todos os anos muda (a deste ano já foi montada!).

 

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Sugiro jantarem na Galeria Lafayette Gourmet. Lá tem um pouco de tudo, desde frutas, queijos e presuntos, até vinhos e massas, frutos do mar, doces e pães deliciosos.

 

Para terminar o dia em beleza, se não se importarem de gastar mais, jantem e fiquem hospedados no Intercontinental Paris Le Grand. É um hotel fantástico e alguns quartos tem varandas com vistas incríveis para a Opéra.

 
Para algo bem mais em conta mas igualmente bom fiquem no Hôtel du Triangle d'Or, também na zona da ópera.

 

 

Bom fim de semana!
Travellight

 

MURANO I A ILHA DO VIDRO

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Murano, é uma ilha que fica a cerca de 1 km do centro de Veneza.


Para ser exacta, apesar de ser conhecida como uma ilha, Murano é na verdade um arquipélago de sete ilhas menores, unidas entre si por pontes.

 

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É um lugar bem mais calmo que Veneza. Não há tantos turistas e conseguimos andar mais à vontade. A maioria nem chega a vir até aqui e os que vem é para ver aquilo pelo qual a ilha é mais famosa: O vidro.

 

Murano é reconhecido internacionalmente pelas maravilhosas e delicadas obras em vidro que são produzidas pelos seus artificies locais.

 

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O fabrico de vidro na ilha de Murano remonta a 1291, quando os fabricantes instalados no centro de Veneza foram forçados a mudar-se para lá como medida preventiva para evitar que um incêndio de grandes proporções e potencialmente devastador ocorresse em Veneza. A maioria das pontes e casas eram na altura construídas em madeira por isso o perigo de incêndio era bem real. Começou então aí a longa história de Murano como um dos centros mais proeminentes de fabricação de vidro no mundo.

 

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Apesar de ao longo dos últimos anos muitas fabricas terem fechado, ainda hoje é possível ver os artesãos a fabricar vidro nas várias fundições da Ilha. Muitas delas tem salas de exposição e locais onde os turistas podem assistir a todo o processo de fabrico das diferentes peças decorativas e candeeiros.

 

A fundição onde estive tinha uma sala de exposição muito bonita e foi muito interessante ver os vários componentes do vidro e assistir à forma como é moldado até se transformar em belas e espantosas peças de arte.

 

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Quem quiser saber mais detalhes sobre a história do vidro pode ainda visitar o Museu que lhe é dedicado e aprender que em Murano inicialmente eram produzidos espelhos depois evoluiu-se para a produção de jóias, depois para candeeiros e candelabros e finalmente para peças decorativas e artísticas.

 

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Mas o fabrico de vidro, não é a única coisa que há para ver em Murano.

 

A ilha tem uma atmosfera relaxada e é muito agradável passear por ali, ver e fotografar pequenos detalhes...

 

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Há algumas igrejas interessantes que também vale a pena visitar como por exemplo a Basílica de Santa Maria e San Donato que data do início do século XII e tem um piso de mosaico em mármore e vidro que se assemelha ao da Basílica de San Marcos. E a igreja de San Pietro Martire, que foi construída no século XV, e contém algumas telas feitas por Bellini.

 

Outro lugar muito popular na ilha é o Campo Santo Stefano, onde se destaca uma torre do relógio que data do século XIX e uma escultura enorme toda em vidro que embeleza ou, segundo alguns, enfeia a praça (eu pessoalmente não gostei). 

 

O Campo Santo Stefano está localizado do outro lado do canal da Igreja de San Pietro Martire e é um ponto de encontro para os locais e para turistas porque tem à volta cafés e restaurantes.

 

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Por toda a ilha encontramos também lojas que vendem todo o tipo de peças em vidro. Desde pequenas lembranças até peças de design moderno.

 

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Para chegar a Murano a partir de Veneza basta apanhar um vaporetto na paragem Fondamenta Nuove. A travessia leva cerca de 10 minutos. 

 

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Tchau!

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CHOCOLATE!!!!

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Um dos meus maiores vícios (não contando com as viagens é claro 😜) é o chocolate!

 

O Salão de Chocolate de Paris, que este ano decorre de 28 de Outubro a 01 de Novembro é por isso uma espécie de Meca para mim e outros chocólatras como eu.

 

Este evento é o maior espectáculo de chocolate do mundo. Mais de 200 chocolateiros e chefes de pastelaria juntam-se na capital francesa para criar o sonho de qualquer guloso 😃 e o pesadelo de qualquer alma esforçada em manter uma dieta saudável e equilibrada 😩

 

O tema deste ano é "Serão os Chocolateiros e Pasteleiros os Novos Aventureiros?"

 

Mais de 50 países estão representados, incluindo Portugal, com a Pastelaria Delicia, de Viseu. Há todo tipo de balcões com apresentações tradicionais e originais de chocolate, workshops gourmet e claro, o melhor de tudo: Provas de chocolate! 😋.

 

Espreitem estas partilhas no Instagram para ver se não é uma tentação!

 

 

 

 

 

 

 

Os chefes de pastelaria revelam algumas de suas principais dicas e segredos, e o artista francês contemporâneo Richard Orlinski, conhecido pelas suas esculturas “Born Wild” trabalhará ao lado do pasteleiro Yann Couvreur para criar aquilo que os organizadores chamam de "surpresa monumental de chocolate".

 

 

 

Este salão realiza-se todos os anos geralmente em Outubro, por isso se são gulosos e pensam visitar Paris nos próximos dias ou talvez para o ano que vem, não se esqueçam de pôr este evento na agenda 😀.


E para quem não pensa em Paris mas não consegue tirar o chocolate da cabeça, que tal experimentar o que de melhor se faz a esse nível em Portugal?

 

  • Em Lisboa temos a Chocolataria Equador, a Denegro e o Claudio Corallo
  • Em Cascais a Siopa Chocolatier
  • No Porto a Arcádia, a DuMonde Chocolat e a Casa Grande Chocolatier
  • Em Vila Nova de Gaia a Maria Chocolate
  • Em Aveiro a A Feitoria do Cacao

 

... E, tenho a certeza, tantas mais casas que ainda não conheço.

 

Se souberem de mais casas e recomendarem, partilhem ok?  Eu agradeço antecipadamente 😋

 

Tchau!

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O SANTUÁRIO DOS PORTÕES VERMELHOS

Estava em Quioto há 2 dias quando decidi visitar uma das maiores atracções da região - O santuário Fushimi Inari Taisha.

 

Apanhei o comboio na estação central de Quioto e passados 5 minutos estava na estação de Inari, mesmo em frente ao santuário.

 

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Cheguei pouco depois do amanhecer porque já sabia que aquele lugar, apesar de estar aberto 24 horas por dia, enchia muito rapidamente. Eu queria ter a oportunidade de o explorar com alguma paz e sossego.

 

Fiz bem porque assim pude percorrer todo o recinto em cerca de 2 horas e meia com toda a tranquilidade.

 

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Há medida que a manhã avançava, cada vez mais gente aparecia para visitar o santuário. Muitos vinham vestidos com roupas tradicionais da região e davam um colorido ainda mais interessante ao lugar.

 

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Para subir até ao topo dos 233 metros da montanha Inari atravessei mais de quatro mil Torii (portões) vermelhos e alaranjados, visitei vários templos que fazem parte do complexo e assisti a algumas cerimónias sagradas que ali tem lugar. 

 

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Em alguns lugares, os portões eram tão próximos que até a luz do sol tinha dificuldade de passar. Uns eram mais altos, outros um pouco mais baixos mas juntos eles formavam um túnel encantado que serpenteava até ao cimo da montanha verdejante e criava bonitos jogos de luz.

 

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Fushimi Inari Taisha é o templo central e situa-se na base do monte. É o mais importante santuário de Xintoísmo de Quioto e uma das suas atracções principais.
O santuário é dedicado a Inari, o deus Japonês do arroz.

 

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Diz a crença popular que é ele o responsável pelo bem estar e pela prosperidade dos comerciantes.
É tido como o patrono dos negócios e isso explica o porquê do santuário ser tão extenso - ocupando cerca de 4 quilómetros da base até ao topo da montanha - cada um dos portões foi doado por um indivíduo ou um negócio japonês na esperança de receber boa sorte e fortuna.

 

O nome do doador é inscrito em tinta preta na parte de trás de cada portão para que todos saibam que foi ele que fez a doação.

 

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O santuário foi fundado em 711 e tem uma história interessante associada à sua origem. Segundo a lenda, um bolo de arroz foi atirado ao ar e transformou-se num cisne, voando para longe e aterrando no pico de uma montanha onde arroz começou a crescer - um presságio auspicioso no Japão - Isso levou à decisão de construir ali um santuário dedicado a Inari, o Deus do Arroz.

 

Pelo santuário é comum encontrarmos raposas de pedra. A raposa é considerada o mensageiro de Inari. Algumas tem uma chave na boca que representa a chave do celeiro onde se guardava o arroz.

 

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Pessoas de todas as idades reúnem-se neste santuário para rezar por colheitas abundantes e para pedir sucesso nos seus negócios.

 

É um lugar abençoado, um mundo próprio e simplesmente uma das vistas mais impressionantes e memoráveis ​​de todo o Japão.

 

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Tchau!

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A LINHA DO EQUADOR

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O equador é a linha imaginária que separa o hemisfério norte do hemisfério sul e atravessa o centro da Terra a uma latitude de exactamente zero graus. Na África, o equador percorre 4.020 quilómetros e atravessa sete países da África Ocidental, Central e Oriental: Gabão, República do Congo, República Democrática do Congo, Uganda, Quénia, Somália e São Tomé e Príncipe.

 

No passado, viajantes aventureiros, faziam a sua caminhada por África seguindo essa linha que atravessa alguns dos ambientes mais extremos da Terra - incluindo as selvas remotas do Congo, as montanhas enevoadas do Uganda e as águas profundas do maior lago de África, o Lago Victoria.

 

Eu adorava um dia seguir os passos desses grandes aventureiros mas África não é propriamente um dos Continentes mais fáceis de explorar 😳


Por isso, e por enquanto, dou-me bem por satisfeita de ter visitado o ilhéu das Rolas em São Tomé e Príncipe e ter visto ao vivo e a cores (e que cores 😊!) um dos mais belos marcadores equatoriais do Mundo.

 

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O Padrão do Equador - erigido em 1936, a partir dos trabalhos geodésicos e astronómicos realizados por Gago Coutinho entre 1916 e 1918 em São Tomé - é um pequeno monumento que assinala a passagem da linha equatorial pelo Ilhéu das Rolas.


Estando no Ilhéu das Rolas é fácil de chegar até aqui, apesar de não haver (que eu visse) qualquer placa ou outra indicação. O trilho, de terra batida, começa perto da aldeia local e vai sempre a subir. Se tiverem dificuldades em encontrar o caminho basta perguntar a qualquer pessoa que esteja perto do cais ou da aldeia e eles gentilmente indicam ou acompanham-nos até lá acima.

 

 

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Se forem com um dos aldeões o percurso é bem mais divertido porque no caminho de certeza que ele vai falar-te sobre o seu modo de vida e mostrar-te as várias plantas locais e as suas aplicações medicinais.

 

Passados uns 25 minutos chegas ao Padrão que está a precisar de algum restauro mas continua muito bonito.

 

No chão está um mosaico que desenha o mapa mundo e mostra a linha que separa os dois hemisférios. No centro um pequeno pedestal homenageia o oficial da Marinha, navegante e historiador Português, Gago Coutinho, responsável pela determinação exacta daquele ponto.

 

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As vistas a partir do Padrão também são maravilhosas, conseguimos ver a ilha de São Tomé à nossa frente e em baixo grande parte do Ilhéu das Rolas.

 

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A posição do equador está directamente relacionada ao eixo rotativo da Terra, que se move ligeiramente ao longo do ano.

 

Portanto, o equador não é estático - o que significa que a linha desenhada no chão em alguns marcadores equatoriais nem sempre é inteiramente precisa. Isso pode explicar porque alguns turistas, usando a moderna tecnologia do GPS, dependendo da altura do ano em que fazem a visita, “queixam-se” que o local certo é um pouco mais à direita ou um pouco mais à esquerda, ao passo que outros verificam que é exactamente ali. No entanto, este é um detalhe técnico, e estes marcadores ainda são o mais próximo que temos do “meio” da Terra. E depois, é divertido dizer aos amigos que atravessamos o Equador e ficamos com um pé em cada hemisfério 😃.

 

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“Percorrendo de lés a lés a ilha, Gago Coutinho conseguiu fixar em mapa, a que o tempo ainda não roubou valor, a fisionomia da ilha de S. Tomé; a exactidão com que trabalhou e a existência providencial de um ilhéu permitiram-lhe trazer, nesses anos recuados, contribuição valiosa para a ciência, de grande repercussão no estrangeiro ; é quando no ilhéu das Rolas e através de cálculos minuciosos determina a passagem «exacta» do equador. “- Francisco José Vasques Tenreiro

 

 

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Tchau!

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POVO QUE LAVAS NO RIO

Olá amigos viajantes!

 

Estou de volta e completamente apaixonada pelo último destino que visitei: São Tomé e Príncipe.

 

Quem aqui vai sabe que mesmo depois do nosso regresso, estas Ilhas ficam para sempre no nosso coração 😍


Situadas ao longo da costa ocidental de África, estas antigas colónias Portuguesas, permanecem intocadas pelo turismo de massas, o que as transforma no lugar perfeito para umas férias descansadas e relaxantes.

 

Aqui podemos explorar florestas, trilhas e quedas de água, aproveitar praias desertas de areia branca e visitar antigas roças de cacau. Podemos provar o melhor chocolate do mundo e beber o delicioso e aromático café de São Tomé... Ahhh...ainda agora cheguei e já estou com saudades.

 

Mas melhor ainda, podemos mergulhar na cultura local e cumprimentar toda a gente com um “bom dia” para retribuir aqueles sorrisos imensos que nos abraçam com simpatia e calor.


Para além da boa disposição geral das pessoas, uma das coisas que mais chamou a minha atenção em São Tomé foi a maneira como a vida quotidiana parecia girar à volta dos rios.

 

Estes cursos de água são lugares divertidos, barulhentos e cheios de cor. As mulheres lavam ali a roupa, estendem-na ao milhar nas pedras, na relva, na terra, conversam, riem, partilham novidades.

 

 

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Parece uma versão a cores do filme “Aldeia da roupa branca”. Quase que oiço a Beatriz Costa a cantar: 🎶 três corpetes, um avental, sete fronhas e um lençol, três camisas um enxoval que a freguesa deu ao rol 🎶 😃

 

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Junto com as mulheres temos os miúdos que brincam, tomam banho, nadam, mergulham. É uma festa!

 

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Um dos lugares que visitei e que melhor ilustra isto que vos digo, foi a praia da Pescada (penso que era este o nome, se não for peço a quem saiba que me corrija).

 

Maravilha da natureza este local consegue juntar no mesmo espaço (por esta ordem) cascatas, um rio e uma praia.

Toda a comunidade que vive ali à volta junta-se aqui. Uns lavam, outros brincam, outros vão pescar… É tão lindo, é mesmo um lugar incrível!

 

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Por hoje fico por aqui. 

Amanhã há mais 😃

 

Tchau!

Travellight

A ÓPERA DE SYDNEY

Depois de quase 48 horas de viagem, eis que finalmente cheguei a Sydney, Ihu-uu!! 😅

 

Não admira que chamem à Austrália “the country down under” o diabo do país é mesmo, mesmo longe, principalmente para quem vem da Europa.

 

Até passar a imigração, sair do aeroporto e chegar ao centro da cidade, já eram 2 da tarde em Sydney, 05 da manhã em Lisboa.

 

Com 9 horas de diferença no fuso horário, O jet-leg era enorme e eu estava muito cansada mas por incrível que pareça não tinha sono nenhum.

 

Resolvi por isso que já que não conseguia dormir, o melhor era aproveitar e ir conhecer um pouco da cidade. O meu hotel era perto do porto assim o meu destino era óbvio: A Ópera de Sydney.

 

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Sempre me interessei por arquitectura e por isso há muito que sonhava visitar esse ícone Australiano.

 

O edifício não me desapontou.

 

Inaugurado em 1973, a Ópera de Sidney é uma impressionante obra do arquitecto dinamarquês Jørn Utzon, que reúne múltiplas vertentes de criatividade e inovação, tanto na forma arquitectónica quanto no design estrutural.

 

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É como uma grande escultura urbana situada na ponta do porto de Sydney.

 

O seu interior é igualmente interessante.

 

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Quem quiser visitar o interior e saber um pouco mais sobre o edifício pode fazer um tour de 1 hora que custa cerca de 25 Euros. Podem marcar on-line aqui. Ou então podem assistir a um dos espectáculos, o que fica bastante mais caro,  mas é uma experiência única .

 

Quem estiver a pensar visitar Sydney não pode deixar de passar por aqui. Vale bem a pena ver de perto o símbolo da cidade.

 

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Tchau!

Travellight

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

MEMÓRIAS DA GUERRA

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As notícias sobre a crescente tensão na Península Coreana e a ameaça de uma nova guerra na região leva-me sempre de volta a Seul e à visita que fiz recentemente ao seu museu e memorial de guerra.

 

O museu é dedicado ao conflito que levou à separação efectiva e permanente das duas Coreias.

 

Para percebermos como isso aconteceu é nos explicado que após a conclusão da Segunda Guerra Mundial em 1945, a Península Coreana - que desde 1910 era controlada pelo Japão - foi “temporariamente” dividida ao longo do paralelo 38 pelos EUA e pela União Soviética. Esta divisão colocou os Estados Unidos como a força governante no sul e a União Soviética como o poder governante no norte.
E foi deste ambiente de Guerra Fria que resultou a Guerra da Coreia.

 

A Coreia do Norte (com a garantia da União Soviética) invadiu a Coreia do Sul na tentativa de reunificar a nação pela força. As Nações Unidas, lideradas pelos Estados Unidos, intervieram e depois de três anos de guerra um cessar-fogo foi negociado e a divisão da península aproximadamente ao longo do mesmo paralelo 38 foi acordada.

 

O cessar-fogo e a divisão ainda são válidos hoje e as pessoas da Coreia do Sul estão muito conscientes dos sacrifícios que foram feitos para preservar sua liberdade. O Memorial da Guerra da Coreia é testemunho deste processo que dividiu um país, as suas famílias e ceifou centenas de vidas


Localizada no canto sudoeste da área de exposição ao ar livre está um memorial que é conhecido como “Os Irmãos” que me tocou especialmente.

 

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A obra, esculpida com muita sensibilidade, simboliza a Guerra da Coreia e a esperança de reunificação. A estátua retrata uma cena em que o filho mais velho de uma família, um soldado sul-coreano e o seu irmão mais novo, um soldado norte-coreano se encontram num campo de batalha e se abraçam. O seu abraço expressa reconciliação, amor e perdão. 

 

Os dois irmãos estão em cima de uma colina com uma racha que simbolisa a divisão do país. No seu interior há um bonito painel em mosaico que retrata momentos da guerra.

 

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Esse desejo de uma reunificação pacífica da Coreia é visível também no “Relógio”.

 

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Nesta obra duas jovens seguram relógios. Um simboliza a guerra e outro a paz. Ambas estão em cima de uma pilha de armas antigas e enferrujadas. Uma menina segura um relógio que parou no dia, mês, ano e hora em que a guerra começou entre as duas Coreias, ela olha para baixo. A outra menina olha para cima, e segura um relógio que continua a funcionar e que só irá parar quando as duas Coreias se reunirem novamente.

 

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“Defender a Pátria” é outra obra impressionante onde mais de 30 estátuas retratam pessoas de todos os sectores da sociedade que superaram a Guerra da Coreia. A dor e o sofrimento causados pela guerra está bem patente nas suas expressões.

 

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Um pouco mais à frente no jardim existe uma grande área de exposição onde podemos ver de perto muita artilharia militar - tanques, helicópteros, mísseis, barcos e aviões.

 

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Quando aqui estive reparei que muitos grupos de crianças vinham com as escolas visitar o museu. Os miúdos, naturalmente, riam e divertiam-se a subir e descer dos tanques e aviões que estavam em exposição. Até eu me diverti a tirar fotografias fingindo pilotar um antigo caça ou disparando artilharia pesada. 

 

Eles, tal como eu estavam despreocupados e confiantes. O horror da guera estava muito longe e aqueles equipamentos não eram agora mais que brinquedos grandes. Uma lembrança de um passado distante.

 

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Dentro do museu, os filmes a preto e branco, as fotos, mapas e artefactos antigos que documentam as principais batalhas e eventos da Guerra da Coreia ajudam a consolidar a ideia que tudo aconteceu há muito, muito tempo.

 

Os jovens Sul Coreanos não me pareceram levar muito a sério as ameaças da Coreia do Norte (leiam aqui), mas a verdade é que lembretes da guerra e do impasse que daqui resultou ainda surgem um pouco por todo lado. Vemos máscaras de gás no metro ou exercícios de mobilização civil na rua. A sombra da guerra continua por lá...

 

Espero de coração que os poderes envolvidos neste conflito e os seus dirigentes tenham todos bom senso, que a história, por uma vez, não se repita e que a guerra na Peninsula Coreana se mantenha uma memória distante.

 

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Tchau!

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O FORTE DE AMBER I JAIPUR, INDIA

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Quando te afastas do reboliço do centro de Jaipur, e te metes à estrada, começas passado pouco tempo, a ver muralhas que serpenteiam pelas montanhas. Depois, imponente, bem em cima da Colina das Águias, está uma das principais atracções da cidade: o Forte de Amber e o seu Palácio.

 

É uma vista e tanto…

 

A minha imaginação fértil perde-se logo em fantasias do que teria sido a vida atrás daqueles portões, há séculos atrás.

 

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Sou arrancada, violentamente dos meus sonhos pela dura realidade de dezenas de vendedores de rua que de um momento para o outro me cercam e quase me impedem de avançar na direcção dos jipes que fazem a subida até ao forte.

 

Próximo dos jipes estão os elefantes. Pintados e engalanados como se ainda vivessem no tempo dos marajás. São lindos e dão uma bela foto, mas estas pobres criaturas são exploradas e mal tratadas enquanto carregam turistas despreocupados (e mal informados) colina acima, até ao Forte.

 

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É uma cena, para mim, lamentável, porque os pesados assentos danificam as colunas dos animais e o asfalto quente queima as suas patas, isto para não falar de todo o processo que a “domesticação” do animal envolve. Mas graças a Deus, aos poucos, vozes insurgem-se contra a crueldade e mais pessoas consciencializam-se do errado que é permitir que estes sensíveis animais continuem a sofrer.

 

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A subida pode ser feita a pé mas de jipe é mais rápida (e trepidante 😬).

 

Em pouco tempo chegas ao Portão do Sol, o portão principal do Forte.

 

Mandado construir em arenito vermelho e mármore em 967 pelo marajá Man Singh, O Forte, que entretanto sofreu várias melhorias e adições arquitectónicas, mistura harmoniosamente o estilo Hindu e Mogol (ou Mugal).

 

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O palácio, acrescentado no séc. XVI, é atraente e opulento e está dividido em várias áreas individualizadas, cada uma com seu próprio portão de entrada e pátio .

 

Há muitos pontos interessantes mas destaco aqui alguns que me chamaram mais a atenção:

 

O templo de Sila Devi. É um templo pequeno mas que impressiona pela sua delicada e belíssima decoração.

 

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  foto de Adriana Silva 

 

Jaleb Chowk ou Pátio Principal, que era a zona onde os exércitos do Marajás outrora exibiam os seus saques de guerra para toda a população ver.

 

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Diwan-I-Am ou Salão de Audiência Pública, tem uma arquitectura bonita e atraente. Este salão onde o Marajá recebia os seus súbditos tem paredes e pilares em arenito vermelho decoradas com belos relevos.

 

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Sheesh Mahal ou Palácio dos Espelhos, é talvez a área mais interessante porque consiste numa sala, toda decorada com espelhos que, segundo dizem, consegue ser iluminada por uma única vela ou raio de sol, porque o reflexo da luz (da chama ou sol) nos espelhos ilumina toda a divisão. Parece uma caixinha de jóias. 

 

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Sukh Niwas, ou Salão do Prazer, tinha a particularidade de ter um canal de água que corria dentro do palácio e fluia para o jardim, proporcionando um clima fresco e artificialmente criado por ventos que sopravam sobre a água corrente. Era uma espécie de ar-condicionado da antiguidade.😀

 

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Um outro detalhe que achei interessante foi o Forte de Amber e o seu Palácio estarem conectados por uma passagem subterrânea ao Forte de Jaigarth. A ideia era proporcionar uma rota de fuga em tempos de guerra aos membros da família real.

 

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Tanto o forte como o palácio, encontram-se em excelente estado de conservação e são considerados Património da Humanidade pela UNESCO.

 

É um lugar onde consegues vislumbrar o que era a vida e a riqueza dos Marajás. Onde histórias de príncipes e princesas das Mil e Uma Noites parecem ganhar vida.

 

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É lindo! Sem dúvida é uma atracção incontornável para quem visita a Índia. Recomendo muito!

 

Tchau!

Travellight

 

UMA CASA DE LOUCO(S)

“Só há uma diferença entre um louco e eu. O louco pensa que é são, mas eu sei que sou louco” - Salvador Dali

 

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A primeira vez que vi uma reprodução das pinturas de Salvador Dali, era bem novinha e fiquei profundamente impressionada pelo universo estranho que ele conseguia criar. Era tão diferente dos quadros que tinha visto até então…

 

Fiquei perdida a olhar para os relógios meio derretidos pendurados em ramos no deserto e ovos donde nasciam seres humanos.

 

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Dali usava os sonhos (pesadelos?) como inspiração e os quadros, dizia ele, eram uma manifestação do seu subconsciente.

 

Tudo aquilo fascinou-me e até hoje Dali é um dos meus pintores preferidos.

 

É natural portanto que tivesse curiosidade em conhecer Figueres, a cidade onde nasceu.

 

Figueres é uma pequena localidade, situada a cerca de uma hora de Barcelona e por ser a cidade natal de Salvador Dali alberga um Museu com o seu nome que é considerado o maior objecto surrealista do mundo.

 

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Dali era uma pessoa excêntrica, com uma imaginação fértil e este museu espelha bem a sua personalidade e a pessoa que ele era.

 

O edifício, um antigo teatro, é no mínimo original. Conseguimos ver de longe a sua fachada colorida com ovos no topo - ovos? 😲 sim leram bem - ovos! 😃

 

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O que uma visita a este (louco) museu tem de interessante é que permite observar o crescimento de Dali enquanto artista, As suas pinturas iniciais incluem naturezas-mortas, paisagens e retratos mas os corredores tem muitos esboços e desenhos onde podemos começar a ver o surrealismo a emergir.

 

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Alguns quartos, como o quarto Mae West representam já o ponto alto da arte surrealista de Dali. O quarto, suas mobílias e cortinas foram desenhados para, de longe, criar a ilusão do rosto da conhecida actriz Americana.

 

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Na casa-museu encontramos também esculturas, hologramas, cenários de filmes e jóias incomuns.

 

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Uma peça de que gostei muito foi uma jóia que imitava um pequeno coração a bater. O coração, incrustado de rubis, tinha um mecanismo que realmente parecia fazer o coração palpitar. Era estranho mas ao mesmo tempo bonito e delicado.

 

 

Mas há tantas obras de arte neste espaço que é difícil saber para onde olhar. Em cada canto descobres alguma coisa nova. 

 

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É fácil de perceber porque Salvador Dalí é considerado um dos expoentes máximos do movimento surrealista. Além de criar cerca de 1500 pinturas e milhares de obras de arte, colaborou com grandes realizadores de cinema como Luís Buñuel e Alfred Hitchcock, escreveu livros e fez uma fortuna com cartazes comerciais e publicidade (sabiam que foi ele que desenhou o logotipo do Chupa Chups, por exemplo?).

 

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Dalí foi um dos mais irreverentes e inovadores artistas do século XX e uma visita a Figueres e à sua casa-museu é uma óptima oportunidade de conhecer e perceber melhor a sua obra. 

 

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DICAS:

  • O museu é muito popular e há o risco de não conseguir bilhetes para visitar no próprio dia por isso é preferível, e mais confortável, comprar os bilhetes on-line

 

  • É possível comprar bilhetes para visitar o museu de noite.

 

  • Figueres tem duas estações de comboio: Fugueres Vilafant e Figueres, esta última fica no centro da cidade e é a mais próxima do Museu.

 

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Tchau!

Travellight