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The Travellight World

Inspiração, informação e Dicas de Viagem

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EXPLORAR OS 5 SENTIDOS EM ISTAMBUL

Muitas vezes as melhores lembranças que trazemos de uma viagem são as que associamos aos nosso sentidos. Toque, cheiro, som, visão e paladar, cinco maneiras fantásticas de tornar um lugar inesquecível.

 

Detalhes como o cheiro de jasmim que nos leva de volta àquele SPA na Tailândia ou o som de um sucesso pop que nos recorda uma noite quente de Verão em Ibiza ou ainda o sabor de um tagliatelli que nos transporta directamente para Italia…

 

Quase todas as cidades proporcionam algum tipo de lembrança deste género, mas algumas conseguem agregar de forma perfeita uma multiplicidade de experiências sensoriais.

 

Istambul é um desses lugares. É uma cidade tão estimulante que nos obriga a usar todos os nossos sentidos e provoca emoções e memórias que nunca mais esqueceremos.

 

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Percorrer as suas ruas e mercados é deixarmos-nos envolver pelo cheiro que emana das especiarias e acorda o nosso olfacto, é despertar a nossa curiosidade pelas cores exuberantes de candeeiros, bijuterias, tecidos e porcelanas...

 

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Perto do Grande Bazar encontramos a Mehmet Efendi - a mais antiga empresa de torrefacção de café de Istambul - que enche toda a rua com o delicioso aroma de grãos de café recém torrados e moídos… é tão agradável 😊

 

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Nas lojas de tapetes exercitamos o sentido do tacto. Somos encorajados a tocar verdadeiras obras de arte tecidas pacientemente por engenhosos artesãos.

 

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O nosso sentido de visão também não fica desapontado quando o sol da manhã ilumina a Mesquita Azul e permite ver com detalhe toda a beleza dos milhares de intrincados azulejos que adornam as paredes internas e dão à Mesquita o seu nome.

 

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Podemos ouvir a cidade por todo o lado, no bazar, nas ruas, no chamamento para a oração, na música que acompanha as danças típicas e ultimamente até nas manifestações políticas.

 

Uma experiência sensorial única em Istambul é assistir à dança dos Dervixes, também conhecidos por Mevlevi – que usam a música e a dança “em pião”, como um meio para abandonar o corpo e unir-se de forma mística a Deus.

 

Os movimentos, as roupas dos dançarinos, a música tocada, tudo exalta os nossos sentidos e cria um espetáculo incrível e inesquecível.

 

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Mas o melhor de tudo são os sabores de Istambul! São uma festa para as nossas papilas gustativas!

 

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Não há como começar o dia comendo bal kaymak, servido com mel doce e pão turco macio acompanhado com uma chávena de chá de maçã e especiarias ou então de um sumo de romã fresco.

 

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Lahmacun - também conhecida como a pizza Turca - é o almoço perfeito, e para o jantar, as escolhas são infinitas. Kebab não é apenas um prato, mas uma variedade de pratos à base de carne na cozinha turca, e inclui não apenas carnes grelhadas e espetadas, mas também guisados ​​e caçarolas.

 

 

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E para a sobremesa? delicias turcas, baklava ou hakiki (gelado turco)..

 

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Istambul é sem dúvida um destino para os 5 sentidos! 😃

 

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Tchau!
Travellight

TAJ MAHAL | UM MONUMENTO AO AMOR

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  Crédito das fotos: Travellight, H.Borges e R.J. River

 

O Dia de São Valentim faz-me sempre recordar um dos momentos mais bonitos e românticos que vivi na vida.

 

Estava eu a viajar pela Índia, pela primeira vez com o meu namorado, e nem ele nem eu conhecíamos o famoso Taj Mahal.

 

A expectativa era grande quando naquela manhã acordamos na cidade de Agra e nos dirigimos para o monumento. Ainda nem eram 06 horas. Queríamos chegar bem cedo para apreciar em paz e sossego o mais conhecido monumento ao amor do mundo.

 

Para nossa surpresa, ao chegar, já havia uma longa fila de gente à espera de entrar…
Paciência… tivemos de aguardar.

 

Ainda assim não nos arrependemos de ir tão cedo. O recinto era grande e quando os portões abriram-se, as pessoas que estavam na fila dispersaram e praticamente desapareceram.

 

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Por momentos sentimos que estávamos sozinhos de frente para a mais bela obra-prima dedicada ao amor já construída pelo homem.

 

Em silêncio caminhamos de mãos dadas pelos jardins em redor do Taj, olhando de vez em quando nos olhos um do outro, contentes por estar ali juntos…Há momentos em que as palavras são completamente desnecessárias…

 

Enquanto nos aproximávamos do edifício eu recordava mentalmente a história deste monumento considerado um símbolo universal do amor.

 

Para quem não sabe, o Taj Mahal é na verdade um mausoléu que foi mandado construir pelo imperador Shah Jahan no século XVII após a morte de Mumtaz Mahal, sua esposa querida e mãe dos seus filhos.

 

Conta-se que o amor do Imperador pela sua esposa era tão grande que após a morte desta, ele caiu num desespero tal que todo o seu cabelo ficou branco do dia para a noite.

 

Inspirado pelo sofrimento e pelo amor, o imperador começou a trabalhar na sua obra-prima mais espectacular e duradoura: um mausoléu de mármore maciço para servir como o último lugar de descanso da sua amada.

 

A construção do Taj Mahal começou em 1632 nas margens do rio Yamuna e foi o projecto mais grandioso do império: 20.000 trabalhadores e 1.000 elefantes trabalharam para construir esta estrutura que até hoje nos tira o fôlego. Arquitectos, escultores, pintores, calígrafos e outros artesãos foram chamados a participar.

 

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Para a construção foi utilizado o melhor mármore branco da Índia e Ásia Central e 28 tipos de pedras preciosas e semi-preciosas foram incrustadas por lapidaristas Mughal que aprenderam a sua técnica com artesãos Italianos.

 

Versos do Alcorão foram inscritos em jaspe ou mármore preto.

 

Shah Jahan, o imperador, não poupou meios para que o seu monumento ao amor fosse o maior de sempre. Quando finalmente ficou concluído, 21 anos depois, os custos da construção tinham esgotando significativamente o seu enorme tesouro.

 

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Talvez por isso, o imperador tenha sido afastado do poder por um dos seus filhos e nunca tenha chegado a mandar construir o seu próprio túmulo, que segundo diz a lenda ficaria de frente para o Taj Mahal e seria uma réplica deste, mas em mármore negro.

 

Mas o seu legado ficou, e ali estava, em toda sua magnificência e glória, bem na nossa frente e de outros tantos casais que ali trocavam juras de amor eternas.


O ano passado voltei ao Taj Mahal, e novamente me maravilhei com a sua beleza - agora ainda mais brilhante (depois de extensos trabalhos de limpeza e restauração). Mas nada se comparou ao impacto daquela primeira visita e daquela primeira visão, porque naquele dia eu acreditei, sem reservas, que o amor eterno pode ser real.

O amor é a força mais abstracta, e também a mais potente que há no mundo.
- Mahatma Gandhi

 


Tchau!
Travellight

 

AMESTERDÃO É GEZELLING!

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Há cidades que nos aquecem o coração mesmo em alturas em que o termómetro não sobe mais do que os 3º graus centígrados.


Amesterdão é uma dessas cidades… Amesterdão é gezellig!
 
Gezellig? perguntam vocês. Sim, sim, não me enganei a escrever. 😃

 

Para quem não sabe, gezellig é uma palavra Holandesa que ouvimos muito por lá. Assim como a nossa “saudade”, “gezelling” não pode ser traduzida. O seu significado incorpora um sentimento. Pode ser tudo o que é aconchegante, agradável, pitoresco, confortável ou relaxante, mas também pode significar o tempo que passamos com um ente querido, ou aquilo que sentimos ao ver um amigo depois de uma longa ausência.

 

Pronuncia-se: heh-sell-ick.

 

Pode-se dizer que o termo engloba a alma da cultura Holandesa. E os Holandeses amam todas as coisas gezellig.

 

Noto isso mais em Amesterdão do que em qualquer outra parte do pais, porque em qualquer canto ou esquina encontramos um café, restaurante, bar ou hotel boutique com ambiente caloroso, decorado com prateleiras cheias de livros, almofadas coloridas, quadros ou plantas. É tudo muito cosy, muito confortável. Às vezes, no Inverno, até encontramos espaços com uma bela lareira.

 

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   Restaurante Bleu - Prinsenstraat 10HS, 1015 DC Amsterdam

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   CT Coffee&Coconuts -Ceintuurbaan 282-284, 1072 GK Amsterdam 

 

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  Restaurante Lion Noir - Reguliersdwarsstraat 28, 1017 BM Amsterdam

 

As lojas também são fantásticas e as que vendem queijo enchem-nos os olhos (e os outros sentidos) com a sua variedade e quantidade.

 

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Mas nada é mais gezelling que os famosos canais de Amesterdão! Com seus barcos, suas pontes bonitas e margens coloridas por pitorescos edifícios de ângulos inclinados e fachadas ornamentadas que parecem ganhar ainda mais vida ao entardecer. É tão romântico! 😍.

 

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Dá vontade de passear por ali agarradinha ao amor da tua vida, enquanto partilham os dois um Stroopwafel (waffell recheado com calda de açúçar e especiarias) acabado de fazer e comprado quentinho na rua.

 

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E depois temos os mercados de rua, como aquele que todos os terceiros Domingos do mês ocupa a praça dos Museus (Museumplein).

 

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Artesanato, produtos típicos, mantas felpudas, gorros e luvas quentinhas são vendidos juntamente com as tradicionais bitterballen ou outros tipos de confort food.

 

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O Inverno traz consigo a neve e o gelo mas não tens como não relaxar quando vês famílias inteiras a divertirem-se no ringue de patinagem que é montado na parte traseira do Rijksmuseum. Aqueles que não sabem patinar no gelo agarram-se a cadeiras velhas de madeira para não caírem. É muito engraçado (e pitoresco) de observar. As gargalhadas dos miúdos até nos fazem esquecer do frio e antes de dares por isso já te juntaste à brincadeira.

 

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E as tulipas? Como não sorrir e sentir conforto ao ver essa bela flor - um dos símbolos do país - a adornar parapeitos e cestinhos de bicicleta.

 

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Na minha última visita à cidade tive a sorte de apanhar o Dia Nacional da Tulipa (dia 21 de Janeiro) e presenciei a Praça Dam, frente ao Palácio Real, coberta de milhares de flores que podíamos colher gratuitamente e trazer para casa.

Convém chegar antes do evento começar para ver todo o cenário montado. Assim que abrem as portas e as pessoas começam a colher as flores a magia perde-se um pouco.

 

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   Foto: US News

 

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E pronto, é por tudo isso é que eu digo: Amesterdão é gezellig!!

 

Quem concorda comigo?

 

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Tchau!

Travellight

 

VISITAR A CÔTE D'AZUR NO INVERNO I CIDADE DE NICE

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Quando pensamos em Côte d’Azur a primeira coisa que nos vem à cabeça é calor, praia e destino de Verão certo?

Mas vocês sabiam que esta região Francesa é muito agradável de visitar também no Inverno?

 

Nice, em particular, é um destino muito apetecível.

 

É verdade que abdicamos do bronze e das festas na praia mas os voos e a estadia ficam muito mais baratos e ganhamos outro tipo de vantagens. Se não vejam:

 

Durante o Inverno podemos passear na parte velha da cidade (Vieille Ville) com calma e tranquilidade. Admirar a arquitectura e tirar fotos sem que enormes grupos de tours organizados se ponham à frente da casa museu de Matisse ou de qualquer outro edifício histórico ou monumento que querias retratar.

 

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Podemos ouvir boa música sem pagar nada porque no Inverno, nas tardes de domingo, a Orquestra de Harmonie de Nice organiza concertos filarmónicos gratuitos na Igreja de Notre Dame du Port.

 

A ópera de Nice é outra das atracções da cidade; O calendário de Inverno de 2018 faz-lhe justiça. Os destaques incluem As Bodas de Figaro, Norma e Romeu e Julieta.

Podem comprar os bilhetes on-line em www.opera-nice.org

 

Os museus e as galerias de arte da cidade, como o Museu Matisse e o Museu Nacional Marc Chagall, não tem filas grandes para entrar e lá dentro podes apreciar os quadros sem ter 10 pessoas na tua frente (o que para alguém baixinha como eu é sempre uma vantagem 😜).

 

Para quem gosta de fotografia, aconselho vivamente o Musee De La Photographie Charles Nègre, na Place Pierre Gautier. Presentemente apresenta uma exposição de Dorka Raynor, fotógrafa Americana que capturou de forma única a vida rural e urbana Francesa nos anos sessenta. A exposição está patente até 25 de Fevereiro 2018. 


A praia faz parte da cidade de Nice e mesmo quando está deserta é um prazer caminhar por ali, com o vento fresco a bater-nos na cara, e desfrutar de um almoço tranquilo num restaurante costeiro com vistas soberbas para o mar como o Beau Rivage, o Lido Plage ou o Blue Beach.

 

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E falando em vistas soberbas, uma das que é imperdível, de Verão ou de Inverno é a vista do Le Chateau. Uma colina alta que oferece uma espectacular panorâmica sobre a cidade.

 

Para lanchar aconselho o Antonia’s café, na Place Rossetti. Tem um chocolate quente maravilhoso!! (mas se não gostam de chocolate e não quiserem perder muito tempo, dispensem a visita, porque o serviço é muito lento…)

 

Para jantar não faltam opções, mas eu gosto particularmente do Rosalina Bar, na Rue Lascaris, um espaço com um ambiente descontraído e gente interessante que já foi uma antiga garagem da Renault e que agora serve boa comida e excelentes cocktails.

 

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Outro destaque do Inverno em Nice é a grande festa de Carnaval que inclui um enorme corso carnavalesco e paradas de flores. As festividades duram de 17 de Fevereiro a 3 de Março. Se pretenderem visitar a cidade nesta altura podem consultar o programa aqui http://www.nicecarnaval.com

 

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   Foto:http://in.france.fr

 

E para quem tem férias nesta época, que tal passar aqui o Dia dos Namorados?

 

A viagem ida/volta de Lisboa, de 12 a 15 de Fevereiro 2018 pode ficar por apenas 92,00 € (voo da Iberia com escala em Madrid) ou em 194,00 € (voo directo da EasyJet)

 

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E um dos hotéis mais emblemáticos da cidade - O hotel Negresco - oferece um programa de Dia dos Namorados especial que podem consultar aqui

 

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Espero que tenham gostado desta sugestão para uma escapadinha de Inverno 😃

 

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Tchau!

Travellight

 

 

 

 

 

 

AIRE ANCIENT BATHS I NOVA IORQUE

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  FOTO: Aire Ancient Baths 

 

Na minha última viagem a Nova Iorque aproveitei para relaxar uns momentos no Aire Ancient Baths, conhecido por ser um dos melhores SPA’s Urbanos da cidade Eu já tinha experimentado um SPA deste grupo em Barcelona (também existe um em Sevilha e outro em Almeria) e gostei, por isso quis ver se em NY a qualidade se mantinha, e não me desiludi.

 

Olhando para o edifício por fora ninguém diz que aquele lugar é um oásis de calma e paz no coração agitado da Lower Manhattan.

 

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  FOTO: Aire Ancient Baths 

 

Situado numa rua secundária de Tribeca, entre lojas de móveis e restaurantes de bairro, o SPA está instalado numa antiga fábrica de têxteis.

 

O projecto, desenhado pelo gabinete de arquitectura Espanhol, Alonso Balaguer y Arquitectos evoca os antigos banhos públicos Romanos. Durante a renovação todo o interior foi removido para expor paredes de tijolos vermelhos, colunas de ferro fundido e tectos altos com vigas de madeira.

 

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A área da recepção é um salão confortável, decorado em estilo contemporâneo com apontamentos Marroquinos e  enormes janelas de vidro.

 

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Depois da inscrição uma assistente encaminha-nos para um vestiário onde nos são entregues uma toalha, roupão e chinelos à prova de água para evitar quedas no chão molhado.


Quando descemos as escadas até aos pisos inferiores deparamos-nos com um subterrâneo repleto de piscinas e iluminados pela luz de velas, lanternas e candelabros. Temos a sensação de entrar noutro mundo.

 

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O spa só permite um número limitado de pessoas de cada vez por isso a única coisa que ouvimos é uma suave e relaxaste música que ajuda a afastar de vez todo e qualquer stress.


O ritual de banho é dividido por várias piscinas com diferentes temperaturas e por um banho turco. Existem ainda gabinetes de massagem e variados tratamentos (incluindo tratamentos vinoterápicos). 

 

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Se ficarmos com sede enquanto flutuamos nas piscinas podemos pedir um chá ou água gelada, ou escolher, de um menu, um dos vários sumos ou batidos de frutas.

 

O Tepidarium, uma das piscinas quentes, é óptima para casais, pois há pequenos cantos e recantos onde podemos ter privacidade. Mas a minha preferida foi a piscina de água salgada onde flutuamos sem qualquer dificuldade.

 

A massagem também foi perfeita e profundamente relaxante.

 

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Acho que nunca me senti tão em paz nesta cidade como me senti aqui. É uma experiência que recomendo a quem quiser relaxar um pouco depois da correria e de todo o sightseeing que habitualmente acompanha uma visita a Nova Iorque.

 

Esta foi sem dúvida uma experiência Nova Iorquina bem diferente daquela que relatei no blog do Triptofano, (se tiverem curiosidade leiam aqui).

 

Para mais informações e reservas sobre o SPA consultem o site do Aire Ancient Baths

 

Tchau!
Travellight

MANHÃ DE INVERNO EM MUNIQUE

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Era Domingo de manhã e a cidade de Munique estava vazia, sem carros, sem pessoas. Fazia um frio de rachar mas a neve finalmente tinha parado de cair após uma noite inteira sem dar tréguas.

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Agora os raios de sol rompiam as nuvens e faziam brilhar os flocos de neve transformando a cidade numa verdadeira Winter Wonderland. Os lagos estavam gelados, os rios corriam por entre margens brancas e os palácios pareciam ainda mais encantados.

  

Oiço os sinos a tocar quando passo pela Frauenkirche, atravesso o Viktualienmarket e continuo até chegar a Marienplazt onde me cruzo com alguns turistas.

 

Tenho a certeza que estavam a pensar o mesmo que eu: que bonito é Munique no Inverno!

 

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A Marienplazt é desde 1158 a principal praça da cidade. O seu nome advém da coluna, dedicada a Maria, a Patrona da Bavária, erguida no seu centro em 1638 para comemorar o fim da ocupação Sueca.


Na Idade Média, mercados e torneios eram realizados nesta praça mas hoje em dia a maior atracção é o Glockenspiel, um incrível relógio que retrata com estatuetas eventos históricos da cidade.

 

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Paro num dos cafés da praça para tomar algo e aquecer um pouco as mãos.

 

Sentindo-me mais confortável sigo para a Odeonsplatz, e encontro o primeiro portão do Hoftgarten, um dos principais parques do centro da cidade, construído no século XVII. Por ali não há ninguém por isso resolvo continuar até chegar à Bayerische Staatskanzlei, sede do governo regional da Baviera.

 

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Passo pelo Weiße Rose Memorial, que homenageia um grupo de estudantes não violentos da Universidade de Munique, conhecido pelos seus protestos e campanhas contra os nazis. Paro para prestar a minha homenagem.


Não é difícil encontrar vestígios da história do Terceiro Reich em Munique - os seus fantasmas ainda ensombram a cidade. No entanto, os turistas poucas vezes ouvem falar da história da Weiße Rose (Rosa Branca), um grupo de rebeldes estudantis liderados pelos irmãos Hans e Sophie Scholl, que praticaram resistência não-violenta e foram posteriormente presos e executados pelas autoridades nazis.

 

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Continuo a andar e chego até o Englischer Garten, um dos maiores parques urbanos do mundo. Coberto de neve é um deserto branco. Os troncos de árvores e galhos desprovidos de folhas parecem-me veias e artérias de um corpo sem vida. O silêncio só é cortado pela minha respiração e pelos meus passos na neve.

 

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Atravesso uma ponte e observo um rio e uma pequena cascata onde várias espécies de pássaros se encontram. O lugar parece subitamente ganhar vida e quando chego à Torre Chinesa já ali estão várias pessoas.

 

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Vindo não sei de onde surge um cão a correr desgovernado que vem na minha direcção e quase me deita abaixo com a sua animação. Quando dou por mim estou toda lambuzada. Um rapaz Alemão muito atrapalhado vem pedir-me desculpas e puxa o cão para trás. Eu rio, estou feliz, também corro e brinco na neve.

 

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Que bela recordação, que bela manhã de Inverno!

 

Travelight

NATAL EM NOVA IORQUE

Olá amigos viajantes!

 

Uma das cidades mais incríveis para visitarmos na época de Natal é Nova Iorque. É aquele tipo de cenário que crescemos a ver nos filmes.

 

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O “Sozinho em Casa” e outros (tantos) filmes familiares vem-nos facilmente à cabeça enquanto passeamos pelas suas ruas…


Que bonita fica NYC com as decorações e as luzes de Natal! Se nevar então, o cenário é completo!

 

Se contam passar o Natal na cidade que nunca dorme apontem aí as actividades que não podem perder:


1- Ver as montras de Natal

Esta é uma das minhas preferidas!
Mesmo que não gostem de fazer compras, de certeza que não vão ficar indiferente às maravilhosas montras que nesta altura animam a cidade.
As mais incríveis são habitualmente as do Sacks Fifth Avenue. As deste ano são dedicadas à história da Branca de Neve.

 

 

As montras da Bergdorf Goodman, da Cartier e da Tiffany's também costumam ser espetaculares.

 

 

A propósito, sabiam que agora podem mesmo tomar o pequeno almoço na Tiffany’s e recordar a Aundrey Hepburn neste clássico do cinema? A loja tem um café no piso superior. Acho que já abriu há um tempo, eu é que só agora  descobri 😃

 

 

A Tiffany wonderland. Get into the holiday spirit by visiting our New York flagship store windows. #ATiffanyHoliday

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2 - Patinar na pista de gelo do Rockefeller Plaza.

 

É impossível ir a Nova Iorque na época de Natal e não ir patinar (no meu caso é mais caír 😜) na pista de gelo do Rockefeller Center. A árvore de Natal que fica no centro é uma das maiores atracções da cidade nesta época.


As luzes da árvore são ligadas a 29 de Novembro e permanecem acesas até dia 07 de Janeiro 2018. Também há espectáculos de musica e dança ente as 19h00 e as 21h00, no Rockefeller Plaza. Os bilhetes para patinar podem ser comprados on line aqui 

 

 

Have you experienced the magic of #RockCenterXMAS on the #firstsnow day in New York? 📷: @closalvarado

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3- Winter Village no Bryant Park

Este é um dos muitos mercado de artesanato que surgem pela cidade no Inverno. É um dos melhores para encontrar presentes de Natal únicos. Tem também uma pista de gelo onde podemos patinar gratuitamente.

As lojas estão abertas a partir de 28 de outubro até 2 de janeiro de segunda a sexta-feira das 11h às 20h e sábado e domingo das 10h às 20h. A pista é aberta diariamente a partir de 28 de outubro até 4 de março das 8h às 22h, se o tempo o permitir.

 

4- Assistir a um espectáculo clássico de Natal.

Alguns espectáculos transformaram-se em verdadeiros clássicos da época de Natal em Nova Iorque.


É o caso do “Christmas Spectacular” no Radio City Music Hall ou do Ballet “O Quebra-Nozes” no Lincon Center.


Recentemente “Peter and the Wolf” de Isaac Mizarahi no Guggenheim também se transformou num clássico de Natal.
A maioria das pessoas conhece Isaac Mizrahi como designer de moda, mas ele faz mais que isso. Em 2006, ele organizou a sua primeira leitura da peça de Leonard Bernstein's Peter & the Wolf no Museu Guggenheim e teve tanto sucesso que a produção cresceu e todos os anos está melhor e mais elaborada.
Bilhetes e informações estão disponíveis aqui.

 

5- Parar num dos famosos pop-up bares da cidade

Num dia frio, nada melhor que uma bebida para aquecer. os pop-up bares Miracle on 9th Street e Sippin 'Santa, fazem algumas das melhores bebidas sazonais do planeta (experimentem o "Santa-Quila", feito com tequilha, cacau e xerez Pedro Ximene)
O Miracle on 9th Street, está aberto de 23 de Novembro a 24 de Dezembro no 649 East 9th Street. O Sippin 'Santa abre a 27 de Novembro e mantém-se até 24 de Dezembro na 13, First Avenue.

 

 

It’s beginning to look a lot like Christmas. 😊 #frostybottoms #santa #holidayseason #nyc #cocktails

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6- Assistir "Christmas Carol" de Charles Dickens no Merchant’s House

 

No final de 1867, Charles Dickens atravessou o Atlântico para durante um mês levar a interpretação do seu clássico de Natal ao público de Nova York. O Merchant's House Museum está a re-encenar esta performance de uma hora para o público moderno. A leitura do clássico é feita à luz de velas num edifício do séc. XIX por um actor que faz o papel de Dickens. Quem chega cedo tem direito a provar uns petiscos e vinho quente. Está em cena até 27 de Dezembro 2017

 

7- Provar uma casinha de gengibre ou bolachas de Natal

As mais lindas casas de gengibre de NY são as da William Poll no nº 1051 da Lexington Avenue e a Bakeri no nº 150 Wythe Ave, Brooklyn, tem (na minha opinião) as melhores bolachas!

 

 

#Coffee and #Christmas cookies 😋 #nyc #bakeri #newyorkcity

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8- Ver miniaturas de comboios

 

Uma trilha de meio quilometro percorre o Jardim Botânico passando por 150 marcos em miniatura de NYC, como o Empire State Building e o Radio City Music Hall, todos criados com materiais naturais, como folhas, cascas, galhos e bagas.

A exposição está patente desde 22 de Novembro de 2017 até 15 de Janeiro de 2018 e inclui uma homenagem aos parques de diversões e à arquitetura de Coney Island.

 

9- Deem um passeio de carruagem pelo Central Park

 

Se estiver a nevar vão sentir-se dentro de um postal de Natal!

 

 

It’s a winter wonderland in Central Park this weekend. ❄️ Thanks for this photo, @stephgozali!

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10 - Vão ver as mais incríveis luzes de Natal no bairro Dyker Heights, em Broklyn.

 

São dezenas de milhares de luzes, pais natais infláveis e bonecos de neve e muita música de Natal. É um espetáculo e tanto!


A melhor altura para ver as luzes é de meados de Dezembro até à véspera de Ano Novo, entre o pôr do sol e as 21 horas. Depois das 21h00 a maioria das casas desliga as luzes.

 

 

Last year we spent the week before Christmas in New York City. One of the many highlights definitely was to the the Christmas lights at Dyker Heights. The people living there get a bit crazy when it comes to Christmas decorations at their houses 😳😳 . . . #diewocheaufinstagram #teamnikon #weihnachtszeit #christmaslights #nightlights #citylights #christmasdecorations #nightshot #nikonusa #what_i_saw_in_nyc #ilovenyc #seetheworld #travelmore #städtetrip #travelcouple #nikond5300 #photographerslife #iamnikon #travelinspiration #reisen #weihnachtszauber #dykerheights #brooklynnights #santaclauseiscomingtotown #nachtaufnahme #lichtermeer #weihnachtsmann #nikon_kings #night_view #nyc_primeshot

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As mais vistosas iluminações ficam entre a 11ª e 13ª Avenidas e entre a 83º e a 86º Street.


Para chegar lá apanhem o metro na linha D até 71st St, Brooklyn e depois caminhem 15 minutos para chegar às casas ou apanhem o autocarro B4 em direção a Sheepshead Bay Knapp St e saiam em Bay Ridge Parkway e 12th Avenue.

 

Outra opção é ir numa excursão organizada. A visita guiada dura cerca de 3,5 horas (US $ 50 para adultos, crianças menores de 12 anos $40) que permite explorar as casas tanto a pé quanto de autocarro. Podem comprar os bilhetes on-line aqui.

 

 

 

Tchau!

Travellight

 
 

O MAR MORTO

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Estava um calor desgraçado e eu tinha pressa de chegar. Fiz o check-in no Hotel e corri para a praia.

 

Ali estava ele, bem na minha frente, o grande Mar Morto!


Esse enorme lago, localizado entre a Jordânia e Israel, e que não desmente o seu nome - tirando os turistas - quase não há sinais de vida na água. É um dos lugares mais estéreis à face da Terra.

 

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No entanto é um sitio cheio de curiosidades:

 

A água, disseram-me, mantém a temperatura constante de 22 graus o ano todo.

 

A salinidade é dez vezes superior à dos oceanos o que dá à agua quase a consistência de um óleo.


Não te aconselham a ficar mais de 15 minutos dentro do Mar, e assim que entras percebes porquê. Por mais que seja divertido flutuar ali - sim, porque com tanto sal, tu não afundas de maneira nenhuma - a tua pele em pouco tempo começa a arder e maior é o azar se ainda por cima te lembrares de esfregar os olhos com as mãos molhadas daquela água. Eu tive esse infeliz reflexo e fiquei a chorar por mais de dez minutos. Mesmo passando por água doce, os olhos não paravam de arder e lacrimejar.

 

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Mas o Mar Morto não tem só sal. Na verdade ele está cheio de outros minerais, como magnésio, brometo e potássio que dão à sua lama preta propriedades terapêuticas e ajudam no tratamento de várias alergias, doenças de pele e dos ossos. Não é por acaso que as suas margens, tanto do lado da Jordânia como do lado de Israel estão cheias de hotéis e SPAS que oferecem aos seus hospedes todo o tipo de tratamentos.

 

Nas praias dos hotéis costuma haver enormes vasos cheios desta lama medicinal. As pessoas espalham aquilo no corpo e ficam todos a parecer figurantes do filme O Monstro da Lagoa Negra. 😜

 

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Eu também espalhei um pouco da lama no corpo antes de entrar no mar, mas devo admitir que o cheiro não era muito agradável (cheirava um pouco a enxofre) mas depois de me lavar, a pele ficou super macia 😊

 

Este é também o lugar mais baixo da Terra, situa-se 420 metros abaixo do nível do mar e está a desaparecer rapidamente.

 

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Nos últimos cinquenta anos o Mar Morto perdeu cerca de 35% da sua superfície. Para contrariar esta tendência, Israel, Jordânia e Autoridade Palestiniana assinaram um acordo para construir um aqueduto que transferisse água do Mar Vermelho para o Mar Morto, mas é um projecto controverso porque segundo os ambientalistas isso vai alterar a composição química do Mar Morto que é completamente diferente da de outras massas de água.

 

A descida do nível das águas tem uma consequência inesperadamente agradável (ainda que pouco duradoura): revela belos tesouros que antes estavam escondidos.

 

Surgem novas “praias de sal” com formações rochosas impressionantes e maravilhosas.

O fotógrafo Israelita Noam Bedein, que conhece bem a região acompanha turistas e outros interessados num passeio de barco que desvenda ilhotas, grutas, “cogumelos”, “chaminés” e tantas outras belezas únicas todas compostas de sal. O passeio pode ser marcado aqui 

 

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A parte trágica da história é que uma vez não cobertas pela água, estas magnificas formações secam sob o sol e, eventualmente, desmoronam e desaparecem ...

 

Se tem interesse em conhecer este Património da Humanidade não esperem muito mais tempo, é possível que em breve ele desapareça por completo!

 


COMO CHEGAR:

 

Uma vez que não está localizado perto de nenhuma cidade importante, podem achar complicado viajar para o Mar Morto  por isso deixo aqui algumas informações básicas:

 

1- Podem optar por visitar a região na Jordânia ou em Israel. Ambas as áreas são bonitas e tem muitos hotéis, mas a margem Israelita tem águas mais claras e mais formações de sal.

 

2- Em Israel as três principais áreas turísticas da região são Ein Bokek, Ein Gedi e Masada. Os táxis são caros mas há autocarros que saem de Tel Aviv, de Jerusalém e do Aeroporto Ben Gurion para a área do Mar Morto e que param nestes três pontos mas a maneira mais rápida e conveniente de viajar para o Mar Morto é de automóvel. Existem várias empresas de aluguer localizadas em todas as principais cidades de Israel, bem como no aeroporto de Ben Gurion.

 

Distâncias:

Tel Aviv - Mar Morto: 170km
Jerusalém - Mar Morto: 100 km
Aeroporto Ben Gurion - Mar Morto: 160 km

 

3- Do lado da Jordânia é possível fazer uma excursão de um dia a partir de Amã ou de Aqaba ou apanhar um táxi. O táxi pode custar o equivalente a 25 ou a 50 Euros conforme for um táxi da cidade ou um arranjado pelo hotel.


Muitos hotéis tem também autocarros próprios que por uma taxa levam os hospedes de Amã para o Mar Morto.

 

Tchau!

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24 HORAS EM PARIS

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Paris é uma cidade onde não há falta do que ver ou fazer e onde não nos importamos de ficar sempre um pouco mais (eu pelo menos sou assim 😀).


Mas agora imaginem que apenas lá podem passar um dia. Que viajam a trabalho e tem pouco tempo ou que estão em transito para outro destino e querem aproveitar e fazer uma escala nesta cidade.

 

Como seria então um dia perfeito em Paris?

 

Para mim seria mais ou menos assim:

 

Acordem bem cedo e assistam ao nascer do sol no Sacré Coeur. Se o céu estiver limpo o amanhecer naquela catedral histórica da cidade é maravilhoso! 😊

 

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Desçam pela Rue de l'Abreuvoir. A vista voltada para o Sacré Coeur é considerada uma das mais bonitas e pitorescas da cidade.

 

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Sigam depois pela Rue Girardon e depois pela Rue Lepic até chegar ao Boulevard de Clichy onde encontram o Moulin Rouge, o mais famoso cabaré de Paris, imortalizado pelas pinturas de Toulouse-Lautrec e pelo filme “Moulin Rouge”

 

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E falando em filmes, se gostaram d’ “O Fabuloso Destino de Amélie” podem parar para tomar o pequeno almoço no Café des 2 Moulins onde ele foi filmado. Vale a pena visitar o espaço nem que seja para provar o Crème Brûlée, sobremesa preferida da personagem. (Rue Lepic, 15).

 

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Apanhem depois o metro na estação Blanche e sigam para o Arco do Triunfo (estação Charles de Gaulle - Etoile), outro ícone de Paris. Continuem por uma das avenidas mais famosas do mundo, a Avenue des Champs-Élysées, onde encontramos algumas das lojas mais caras de Paris como a Louis Vuitton e a Ladurée, com os seus clássicos macarons (que agora também já temos em Lisboa 😋)

 

Se quiserem almoçar na zona dos Champs-Élysées, experimentem Le Drugstore. É localizado na Publicis Drugstore , que é um misto de livraria, café e padaria (Av. des Champs-Élysées, 133)

 

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Para algo mais requintado (e caro) optem pelo restaurante Le George (Avenue George V, 31).


Se não quiserem gastar muito podem ir ao Five Guys (Av. des Champs-Élysées, 49-51 Não tem nada de francês mas os hamburguers são bons e o serviço rápido e assim ficam com mais tempo para descobrir a cidade luz. 😃


Depois do almoço voltem a apanhar o metro e saiam em Trocadéro a estação mais próxima da Torre Eiffel. É impossível visitar Paris e não ver o seu maior símbolo certo?

 

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Depois das fotos da praxe caminhem até à Ponte Alexandre III, uma das pontes mais bonitas e românticas da cidade. (o percurso leva cerca de 20 minutos).

 

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Depois de ver a Ponte Alexandre III, podem continuar até à Place de la Concorde, uma das praças Parisienses mais famosas e palco de importantes acontecimentos da história da França. Ao lado, está o Jardin des Tuileries, onde podem descansar as pernas e comer um gelado ou se estiver frio, tomar um vinho quente que se vende nos quiosques.

 

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Sigam para o Museu do Louvre. Comprem antecipadamente os bilhetes on-line para evitar as filas. O museu é muito grande por isso, se tiverem o tempo contado, decidam antecipadamente que secções querem ver e mesmo assim contem no mínimo com duas horas. 

 

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Finalizada a visita ao Museu do Louvre, sigam pela Rue de Rivoli para chegar até à Place Vendôme e de lá, andem pela Rue de la Paix por cinco minutos até chegarem à bela Ópera Garnier.

 

 

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Logo atrás, ficam as Galeries Lafayette. Entrem e admirem o seu interior, principalmente a cúpula de vidro. Se forem em Novembro ou Dezembro com certeza vão ficar encantados com as decorações e com a incrível árvore de Natal que todos os anos muda (a deste ano já foi montada!).

 

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Sugiro jantarem na Galeria Lafayette Gourmet. Lá tem um pouco de tudo, desde frutas, queijos e presuntos, até vinhos e massas, frutos do mar, doces e pães deliciosos.

 

Para terminar o dia em beleza, se não se importarem de gastar mais, jantem e fiquem hospedados no Intercontinental Paris Le Grand. É um hotel fantástico e alguns quartos tem varandas com vistas incríveis para a Opéra.

 
Para algo bem mais em conta mas igualmente bom fiquem no Hôtel du Triangle d'Or, também na zona da ópera.

 

 

Bom fim de semana!
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MURANO I A ILHA DO VIDRO

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Murano, é uma ilha que fica a cerca de 1 km do centro de Veneza.


Para ser exacta, apesar de ser conhecida como uma ilha, Murano é na verdade um arquipélago de sete ilhas menores, unidas entre si por pontes.

 

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É um lugar bem mais calmo que Veneza. Não há tantos turistas e conseguimos andar mais à vontade. A maioria nem chega a vir até aqui e os que vem é para ver aquilo pelo qual a ilha é mais famosa: O vidro.

 

Murano é reconhecido internacionalmente pelas maravilhosas e delicadas obras em vidro que são produzidas pelos seus artificies locais.

 

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O fabrico de vidro na ilha de Murano remonta a 1291, quando os fabricantes instalados no centro de Veneza foram forçados a mudar-se para lá como medida preventiva para evitar que um incêndio de grandes proporções e potencialmente devastador ocorresse em Veneza. A maioria das pontes e casas eram na altura construídas em madeira por isso o perigo de incêndio era bem real. Começou então aí a longa história de Murano como um dos centros mais proeminentes de fabricação de vidro no mundo.

 

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Apesar de ao longo dos últimos anos muitas fabricas terem fechado, ainda hoje é possível ver os artesãos a fabricar vidro nas várias fundições da Ilha. Muitas delas tem salas de exposição e locais onde os turistas podem assistir a todo o processo de fabrico das diferentes peças decorativas e candeeiros.

 

A fundição onde estive tinha uma sala de exposição muito bonita e foi muito interessante ver os vários componentes do vidro e assistir à forma como é moldado até se transformar em belas e espantosas peças de arte.

 

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Quem quiser saber mais detalhes sobre a história do vidro pode ainda visitar o Museu que lhe é dedicado e aprender que em Murano inicialmente eram produzidos espelhos depois evoluiu-se para a produção de jóias, depois para candeeiros e candelabros e finalmente para peças decorativas e artísticas.

 

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Mas o fabrico de vidro, não é a única coisa que há para ver em Murano.

 

A ilha tem uma atmosfera relaxada e é muito agradável passear por ali, ver e fotografar pequenos detalhes...

 

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Há algumas igrejas interessantes que também vale a pena visitar como por exemplo a Basílica de Santa Maria e San Donato que data do início do século XII e tem um piso de mosaico em mármore e vidro que se assemelha ao da Basílica de San Marcos. E a igreja de San Pietro Martire, que foi construída no século XV, e contém algumas telas feitas por Bellini.

 

Outro lugar muito popular na ilha é o Campo Santo Stefano, onde se destaca uma torre do relógio que data do século XIX e uma escultura enorme toda em vidro que embeleza ou, segundo alguns, enfeia a praça (eu pessoalmente não gostei). 

 

O Campo Santo Stefano está localizado do outro lado do canal da Igreja de San Pietro Martire e é um ponto de encontro para os locais e para turistas porque tem à volta cafés e restaurantes.

 

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Por toda a ilha encontramos também lojas que vendem todo o tipo de peças em vidro. Desde pequenas lembranças até peças de design moderno.

 

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Para chegar a Murano a partir de Veneza basta apanhar um vaporetto na paragem Fondamenta Nuove. A travessia leva cerca de 10 minutos. 

 

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Tchau!

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