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The Travellight World

Inspiração, informação e Dicas de Viagem

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DESTINOS DE LUA DE MEL I BOM BOM ISLAND RESORT

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“Iniciamos a nossa descida para a Ilha do Príncipe” disse em Inglês, com um sotaque Russo a única hospedeira do pequeno avião de 18 lugares que meia hora antes tínhamos apanhado em São Tomé.


Animada espreitei pela janela e vi pela primeira vez aquela ilha que parecia saída do filme Jurassic Park.  Neblina, vulcões extintos e floresta exuberante. Não é à toa que o Príncipe foi eleito Reserva Mundial da Biosfera.

 

Saímos do avião e antes de entrarmos no minúsculo aeroporto tiraram-nos a temperatura para ter a certeza que não trazíamos a Malária para a ilha. O Príncipe tem feito um esforço grande (e tanto quanto sei, bem sucedido) para erradicar do território o mosquito que transmite a doença.

 

À nossa espera já estava o jipe que nos conduziu por uma estrada de terra através da floresta até um pequeno paraíso: o Bom Bom Island Resort.


O resort é composto por vários bungalows, espalhados ao longo de jardins cheios de palmeiras e de duas longas e belas praias desertas que se curvam uma para cada lado da península rochosa a partir do qual uma ponte de madeira leva a um ilhéu onde o resort tem o seu bar e restaurante.

 

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Os bungalows são confortáveis, luminosos e decorados de forma simples mas com muito gosto. O resort tem Wi-Fi gratuito mas não funciona muito bem nos quartos.

 

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O restaurante, talvez porque viajamos na época baixa, não tinha uma carta muito extensa. O menu de almoço e de jantar oferecia apenas duas opções, por isso a escolha não era muita mas os pratos eram bem apresentados e eram confeccionados com peixe fresco, frutas e vegetais locais por isso o sabor era óptimo.

 

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Durante a noite a iluminação é muito fraca porque as luzes eléctricas são desligadas, o jantar é servido à luz de velas para não incomodar as espécies animais locais, por isso se estiver a chover ou o céu estiver nublado, e não houver lua ou estrelas no céu, atravessar a ponte de madeira é um pouco assustador pois só ouves o mar a bater ali em baixo e não consegues ver bem onde pões os pés. É verdade que no check in a recepção entrega junto com as chaves do bungalow, uma pequena lanterna, mas a luz é muito fraquinha.

 

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O resort oferece room service para quem não quiser dirigir-se ao restaurante de noite.

 

Achei o buffet de pequeno-almoço bastante completo e saboroso.

 

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As duas praias são maravilhosas. Enormes, completamente desertas. O resort tem tão poucos quartos que tirando no restaurante, quase não te cruzas com ninguém. A água é quentinha e uma das praias tem ondulação suave e areia vulcânica tão fina, tão fina que parece aquela areia que usam nos tratamentos de SPA. A outra praia tem areia dourada e a ondulação é um pouco mais forte mas o mar tem um bonito tom esverdeado.

 

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O resort também tem uma bonita piscina, mas com um mar daqueles pela frente não tem muitos adeptos 😊

 

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Para aqueles que querem mais do que ficar a relaxar na praia ou na piscina, este resort é a base perfeita para explorar a ilha do Príncipe. Há muitas actividades disponíveis.

 

Destaco:
- As caminhadas pela florestas para observação de aves, anfíbios, repteis, plantas e outras espécies endémicas de São Tomé e Príncipe;
- A pesca, o mergulho e o snorkel
- As visitas a Santo António, capital do Príncipe, e a antigas roças.

 

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De Dezembro a Março, pode também testemunhar-se a nidificação de tartarugas verdes na Praia Grande e de Julho a Setembro, pode observar-se as baleias que atravessam as águas do ilhéu Bom Bom para chegar às suas áreas de acasalamento.

 

Este resort não é uma opção de alojamento barata mas é um lugar que vale a pena conhecer e é com certeza um destino único para uma lua de mel 😊

 

Tchau!

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HOTEL PESTANA PALACE

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Uma das unidades hoteleiras mais bonitas de Lisboa é sem dúvida o Hotel Pestana Palace, Património Nacional e membro dos Leading Hotels of the World, que ultimamente tem sido muito falado por ser (supostamente) o lugar onde a Madonna está hospeda em Portugal.

 

Há um tempo atrás eu passei um fim de semana aqui e hoje venho mostrar-vos um pouco deste bonito espaço que constitui um património único da nossa Capital.

 

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O Palácio Valle Flôr foi mandado construir nos finais do século XIX, por José Luís Constantino Dias, um emigrante português que fez fortuna como fazendeiro de cacau em São Tomé e Príncipe, e a quem o Rei D. Carlos concedeu o título de Marquês de Valle Flôr.

 

Com a fortuna que acumulou em África – diz-se que era um dos homens mais ricos do país - o Marquês construiu um dos mais opulentos palácios de Lisboa.

 

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O projecto foi iniciado pelo arquitecto Italiano Nicola Bigaglia o que explica as influências Italianas do seu desenho.

Há mais algumas diferenças arquitectónicas relativamente ao que era habitual na época.

O Marquês de Valle Flor tinha fortes laços a África e admiração pela França e isso influenciou as opções dos materiais utilizados e a decoração do Palácio. O mobiliário e o estilo faustoso que vemos por todo o lado, por exemplo, remetem facilmente para o período de Luís XIV, Luís XV e Luís XVI. 

 

As quatro suites reais do edifício principal tem revestimentos de mármore, frescos nos tectos, e janelas com grandes vitrais.

 

Na parte externa, para além dos maravilhosos jardins e da piscina, destaca-se a chamada Casa do Lago, um pavilhão em estilo oriental, também do final do século XIX.

 

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Com a morte do Marquês em 1932, o edifício foi perdendo gradualmente o seu brilho e esplendor e degradou-se bastante.

 

O que o “salvou” foi ter sido adquirido em 1992 pelo Grupo Pestana.

Especialistas altamente qualificados - alguns vindos do Vaticano - deram inicio às obras de restauro dos frescos, vitrais e esculturas.

 

Alguns dos vitrais – apesar de originários de oficinas portuguesas do século XIX – tiveram de ser transportados para Florença e Milão, a fim de assegurar a sua recuperação integral.

 

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O espaço foi requalificado como unidade hoteleira e duas novas alas foram acrescentadas para abrigar mais quartos.

Ao fim de dez anos o Palácio recuperou finalmente o seu esplendor original.

 

Em 1997, o Palácio Valle Flôr recebeu a classificação de Monumento Nacional, que atesta o seu valor patrimonial e histórico.

 

Ficar aqui hospedado é realmente como entrar um pouco na história.


O hotel é encantador e os funcionários muito simpáticos. Os jardins são um oásis de calma no meio da cidade. Existe uma piscina exterior e uma interior ambas bastante agradáveis.

 

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Nas áreas públicas destacam-se três salas cujo requinte nos transporta aos tempos áureos do Marquês de Valle Flôr.
A primeira sala é discreta com baixos-relevos em estuque, a segunda tem uma decoração de inspiração oriental e a terceira é em estilo neo rococó, com espelhos e um tecto decorado com pinturas de Carlos Reis.

 

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O palácio possui também uma bela e pequena capela.

 

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A sala de jantar original, hoje usada para eventos especiais, é revestida a madeira exótica. Uma curiosidade do local é que durante a construção do Palácio a importação da madeira exótica era proibida, mas o Marquês encontrou uma solução para ultrapassar esta situação : construiu barcos em madeira exótica, e depois quando chegavam a Lisboa desmontava-os e reutilizava a madeira.

 

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O quarto em que fiquei era grande e confortável. Tinha uma decoração que respeita o estilo palaciano mas que não descuida os confortos modernos.

 

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O Restaurante Valle Flôr serve um excelente buffet de pequeno almoço e é um espaço muito agradável para um jantar mais especial.

 

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O Hotel tem também um SPA que oferece massagens e tratamentos de beleza.

 

O Hotel Pestana Palace é um lugar verdadeiramente especial e uma experiência que recomendo a todos que pretendam aliar uma escapadinha romântica a um pouco de história. Afinal não é sempre que podemos ter a oportunidade de pernoitar, com todo o conforto, num Monumento Nacional 😊

 

Tchau!

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MY TRAVEL WISH LIST I HOTEL JUVET LANDSCAPE

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A série Norueguesa “Absolvição” (Frikjent) que passa na SIC Radical, está a dar-me uma vontade imensa de regressar à Noruega e revisitar aquelas paisagens incríveis.


Motivos não faltam mas se faltassem o Hotel Juvet Landscape resolvia.

 

Alguns hotéis conseguem ser um destino por si só e esse parece ser o caso deste hotel situado numa quinta da pequena aldeia de Alstad.


O Hotel Juvet Landscape pretende ser uma síntese da natureza Norueguesa com a sua história, cultura e arquitectura. Mostrando que o moderno e o inovador podem andar de mãos dadas com a tradição de construção local e o artesanato.

 

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O hotel é composto por nove quartos independentes localizados separadamente, cada um com uma perspectiva única sobre a paisagem circundante. Além disso, há a oportunidade de ficar nos edifícios antigos da quinta, como a casa do moinho ou o celeiro.

 

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Do que vi, uma noite custa a partir de 178,00€ (1.650 NOK) por pessoa.

 

Vai definitivamente para a minha travel wish list 😊

PALACE HOTEL DO BUÇACO

Olá amigos viajantes!

 

Em Portugal, felizmente, não temos falta de hotéis de qualidade, mas muito poucos podem gabar-se, como o Palace Hotel do Buçaco, de ter uma história tão rica, uma arquitectura tão deslumbrante e de localizarem-se num lugar tão bonito e encantado como a Mata do Buçaco.

 

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Mandado edificar pelo rei D. Carlos I como pavilhão real de caça, o palácio - uma verdadeira ode à Epopeia dos Descobrimentos Portugueses - foi construído entre 1888 e 1907, e é um exemplo do “Romantismo Castelar”, uma moda arquitectónica, de inspiração Alemã bastante popular naquela altura.

 

E que romântico é este lugar! Parece saído de um qualquer conto de fadas 😊.

 

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Não fiquei muito surpreendida quando descobri que foi o arquitecto italiano Luigi Manini, cenógrafo do Teatro Nacional de São Carlos, o responsável pelo projecto. Afinal, tudo ali parece mesmo pertencer ao cenário de um filme. Os jardins, as arcadas, a escadaria, os azulejos, as decorações… tudo é monumental!

 

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Assim que entras, sentes-te a recuar no tempo. Quem gosta de história, como é o meu caso, não pode deixar de ficar maravilhado ao explorar este palácio transformado em hotel.

 

O Duque de Wellington andou por aqui e pernoitou no Convento de Santa Cruz (edifício adjacente ao hotel).

 

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A Batalha do Bussaco de 1810, que repeliu a terceira tentativa de invasão napoleónica é contada nos azulejos do mestre Jorge Colaço, assim como vários episódios dos Lusíadas.

 

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O restaurante do hotel localiza-se no que foi outrora local de majestosos banquetes reais e está decorado com um tecto mourisco, frescos de João Vaz, e janelas e portadas ao estilo manuelino.

 

Jantar ou tomar o pequeno almoço aqui é simplesmente maravilhoso.

 

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A gerência do hotel está entregue à mesma família desde 1917 - neste momento já é a terceira geração de descendentes de Alexandre de Almeida (o primeiro grande industrial hoteleiro português) que gere o local.

 

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As áreas comuns e jardins estão bem cuidados. O buffet de pequeno almoço é bom e as refeições servidas no restaurante bastante agradáveis.

 

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Os funcionários são atenciosos e prestáveis.

 

E depois temos o vinho...

 

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O único ponto negativo, para mim, foi o quarto.

 

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Apesar de grande, com tecto alto e uma decoração de época, estava muito desgastado e degradado.


No seu site, o hotel, refere que os quartos são mantidos assim “por forma a preservar a beleza e o ambiente originais do palácio, razão pela qual não oferecem algumas das comodidades e luxos contemporâneos expectáveis num hotel deste renome” mas, honestamente, não acho aceitável um hotel 5 estrelas e desta grandeza, ter quartos naquele estado de conservação e com equipamentos tão antigos (o aparelho de televisão parecia dos anos 80).

 

Já estive em vários hotéis deste género que, sem comprometer a história do local, conseguem ter quartos maravilhosos, muito confortáveis e com luxos contemporâneos.

 

Verdade seja dita estes hotéis também cobram valores bem diferentes do Palace Hotel do Bussaco…

 

Em resumo, não posso dizer que não gostei de passar aqui uma noite, porque a mim, a história fascina-me e a minha imaginação perde-se a imaginar como seria noutra época. Eu sou capaz de me abstrair das falhas e defeitos do quarto por uma noite, mas talvez não seja para todos.


Penso que muitas pessoas chegam com grandes expectativas e com o sonho de ter uma noite especial e depois ficam bastante desiludidas quando vêem o estado dos quartos. 😔

 

Ainda assim, mesmo não ficando aqui à noite, com toda a certeza ninguém ficará arrependido de vir conhecer este lugar.


O restaurante e os jardins são abertos ao público em geral. Penso que cobram 5 Euros para entrar no recinto do Hotel quando a pessoa vem de carro e não tem reserva. Mas se estiverem interessados em visitar, podem contactar a Fundação da Mata do Buçaco ou o próprio Palace Hotel do Buçaco para tirar a dúvida, porque não tenho mesmo a certeza do valor.

 

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Tchau!
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DESTINOS PARA LUA DE MEL I ANGSANA IHURU MALDIVAS

Olá amigos viajantes!

 

Alguém por aí está de casamento marcado e anda à procura de um destino paradisíaco especial para a lua de mel?

 

A ilha de Angsana Ihuru nas Maldivas pode ser a vossa resposta 😃

 

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O Angsana Ihuru pertence ao grupo Banyan Tree que a maioria dos amantes de viagens de luxo conhece como sinónimo de qualidade, sofisticação e bons tratamentos de SPA. Infelizmente nem sempre os preços praticados pelo grupo são compatíveis com o nosso orçamento de viagens. Mas o Angsana é uma espécie de low cost (bom) do Banyan Tree.

 

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Não vou dizer que é barato (não é) mas comparado com outras opções dentro do segmento de luxo nas Maldivas não é tão caro e tem muitas vantagens. Se optarem por marcar na época baixa (Setembro, por exemplo, a diária, com pequeno almoço para duas pessoas, fica por cerca de 360,00 €).


Para inicio de conversa, a pequena ilha de Ihuru fica apenas a 20 minutos, de barco a motor, do aeroporto de Male, o que já por si é uma poupança, porque muitos hotéis e resorts das Maldivas ficam longe do aeroporto internacional e depois temos de pagar uma avioneta cara para lá chegar.

 

Quando chegas não te arrependes, é um verdadeiro cartão postal do paraíso: Um mar incrivelmente azul turquesa, praia de areia branca fina e bonitas palmeiras.

 

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Somos recebidos com toalhas frescas, sorvetes de coco e chocolate e bebidas geladas para nos ajudar a afastar o calor.

 

Depois de um rápido check-in somos levados até às vilas de praia.

 

As vilas tem uma decoração simples, de bom gosto e são muito confortáveis, tem um chuveiro exterior e algumas tem também um jacuzzi.

 

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A privacidade é quase completa porque as cabanas tem vegetação natural que as separa, o que cria a ilusão que cada cabana tem uma praia privativa.

 

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Mas o melhor de tudo é o recife de coral da ilha que fica super perto da praia. Está repleto de vida marinha colorida e até quem não sabe nadar ou nada mal pode facilmente observar o recife sem nunca perder o pé. É como nadar dentro de um gigantesco aquário 😊

 

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O Angsana tem um centro de mergulho que pode organizar uma sessão de snorkel com o biólogo marinho da ilha, para podermos descobrir toda a diversidade de espécies marinhas e conhecer melhor o recife, considerado um dos melhores, se não mesmo o melhor, das Maldivas.

 

O resort é pequeno e só há um restaurante e um bar à beira da praia, mas a escolha no menu é bastante razoável e servem um pouco de tudo, desde peixe grelhado a massas.

 

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O pequeno-almoço é servido em buffet e é bastante bom com uma boa selecção de produtos como croissants, waffles, frutas frescas, ovos fritos, omeletas feitas na hora, etc…

 

e, como não podia deixar de ser, a ilha tem também um SPA com tratamentos maravilhosos.

 

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Outra vantagem do Angsana é que os hospedes podem usufruir de um barco gratuito até à ilha do Banyan Tree Vabbinfaru, um resort maior do mesmo grupo com mais praias, restaurantes, actividades aquáticas e um laboratório marinho orientado para a conservação das espécies locais que oferece demonstrações de alimentação de raias e informa os visitantes sobre os programas de preservação e reprodução de tartarugas. Os visitantes são também encorajados a participar no programa de plantio e protecção de corais.

 

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Os funcionários são simpáticos e sempre prontos a ajudar em tudo o que for preciso.

 

O pôr do sol é épico! 😊

 

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Em suma, considero esta pequena ilha o local ideal para uma lua de mel perfeita e romântica, recheada de aventuras subaquáticas nas águas quentes e transparentes das Maldivas.

 

É um dos lugares mais bonitos em que já estive 😊

 

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Espero que tenham gostado da sugestão! 😊

 

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Tchau!

Travellight

 

 

 

 

HOTEL BANYAN TREE MACAU

Olá amigos viajantes!

 

Hoje vou contar-vos tudo sobre o Banyan Tree Macau - um dos melhores hotéis em que já fiquei. 

 

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Localizado no bairro de Cotai, a 15 minutos de carro do Aeroporto Internacional de Macau e do terminal de ferries de Taipa (com ligações directas para Hong Kong)

 

É um daqueles hotéis que leva muito a sério o serviço ao cliente e onde os hospedes sentem que o seu bem estar é mesmo a prioridade máxima.

 

Desde que chegas até que partes todos os detalhes contam. Check-in no quarto, atendimento personalizado, alguém sempre pronto a dar indicações sobre como chegar a qualquer atracção ou restaurante que te interessa, ou simplesmente a entregar-te um chapéu de chuva porque vais sair e começou a chover.

 

As suites do Banyan Tree Macau tem sem dúvida um “Wow factor”. São incríveis, tu entras e tens vontade de ficar 😊.


São grandes, belissimamente decoradas e com uma atmosfera Zen. Tem uma sala separada, uma linda casa de banho com chuveiro duplo, uma banheira Onsen (Japonesa) e ainda uma pequena piscina aquecida com vista para o Mar da China.

Novamente a atenção aos detalhes é o que torna estes quartos tão especiais: óleos essenciais, sais de banho, insenso com aromas calmantes, toalhas sobre os travesseiros perto da piscina para que o quarto não fique molhado, pequenas lembranças ou doces deixadas no quarto todas as noites… nada é esquecido.

 

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Existem dois restaurantes no local, o Belon, que oferece frutos do mar e grelhados, com uma extensa selecção de vinhos e o Saffron, um restaurante aberto todo o dia que serve cozinha Tailandesa e um soberbo buffet de pequeno-almoço.

 

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O complexo onde está inserido o Hotel tem várias piscinas (6 ao todo se não me engano) mas a mais divertida é a piscina que imita uma praia com areia e ondas artificiais.

 

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Mas para mim a estrela deste Hotel é o premiado Banyan Tree SPA


O espaço é um dos mais belos que já vi. Grandioso e simples ao mesmo tempo. Parece um jardim Japonês com elementos verdes e fontes de água.

Tem 19 salas de tratamento e algumas das salas tem tectos que imitam o céu estrelado.

 

As terapeutas são excelentes e as massagens e terapias oferecidas muito boas também. O SPA tem igualmente um ginásio, uma piscina interior no 31º andar e uma piscina exterior com cabanas privadas.

 

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Este Hotel consegue ser um destino por si só. Não me importava nada de voltar a Macau só para ficar aqui outra vez e usufruir do seu maravilhoso SPA 😊

 

Tchau!

Travellight

IDEIAS PARA SOLTEIROS NO DIA DE S. VALENTIM

Nesta altura do ano, um pouco por todo o lado só se fala do dia dos namorados, de programas para o dia de S. Valentim, de prendas para ele, prendas para ela, restaurantes especiais para jantar a dois… enfim, até eu publiquei à pouco um post com uma sugestão romântica para esse dia 😜

 

Mas depois fiquei a pensar: então e os solteiros? não tem direito à vida? ser solteiro também é bom e também pode (e deve) ser celebrado 😊.

 

Assim numa tentativa de ser o mais democrata possível seguem em baixo as minhas sugestões para as solteiras e solteiros deste país:

 

O Hotel Evolution Lisboa vai organizar, pelo segundo ano consecutivo, uma festa no próximo dia 14, para todos aqueles que estão solteiros.


Na festa estará, presente um DJ convidado, uma Cigana do Tarot para ler a sina aos solteiros e ainda o Cupido com a esperança de atingir algum solteiro.


A patrocinadora da grande noite é a marca vodka Stolichnaya (vendida segundo o site do hotel a 6 €) que realizará um concurso de fotografia para eleger o Rei e a Rainha dos Solteirões.

 

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Mas porque esta me parece uma festa para solteiros que na verdade querem deixar de o ser, ficam aqui mais duas sugestões para os que preferem estar sós que mal acompanhados e que não estão com paciência para festas:

 

Que tal tirar a tarde de folga ou “fugir” depois do emprego para um SPA como o do Hotel Myriad, em Lisboa para desfrutar de uma relaxante massagem.

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Já tive oportunidade de experimentar a massagem “relaxante sayana” e recomendo muito.
Podem consultar o menu de tratamentos aqui 

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O SPA é super agradável e a piscina panorâmica espectacular. O espaço está aberto das 09:00 às 22:00 e os tratamentos podem ser reservados on line

 

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Outra opção divertida, principalmente para os que gostam de futebol e torcem pelo Benfica, é ir ao Estádio ver o Benfica vs Dortmund.

 

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Já repararam que o jogo é no dia dos Namorados? Algo me diz que muitos rapazes com namorada vão marcar mesa num restaurante com televisão e numa mesa virada para o aparelho (fiquem atentas meninas 😜)

 

Tchau!

Travellight

 

UMA IDEIA PARA OS ROMÂNTICOS

Este ano o dia dos namorados caí numa terça-feira 😞. Não dá para fugir para muito longe, mas para os românticos que ainda assim, não desistiram de fazer algo especial com a sua cara metade, deixo aqui uma sugestão que achei bastante interessante.

 

O Hotel Quinta dos Machados Country House & Spa em Mafra está a publicitar o seguinte programa para o dia de S. Valentim:

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  Fotos do site do Hotel

 

Lock your LOVE!...

 
Programa de 14 de Fevereiro, Inclui:


- Uma noite de alojamento em Quarto Relax Deluxe

- Flute de Champagne à chegada

- Pequeno-almoço buffet com produtos regionais e caseiros

- “Cadeados de Amor” – Deixe a marca do seu amor no nosso lugar encantado

- “Sabores da Quinta a dois”

* Prova de azeites, pão regional de Mafra e azeitonas

* Mimo do chef

* “Boca que apetece, coração que padece” -  Costeletão de Novilho na tábua degustado a dois

* “EnCanto de Chocolate”

* 1 garrafa de Vinho Tinto ou Vinho branco ou Sangria Tinta ou Sangria Branco

- Acesso ao circuito SPA. Circuito equipado com jacuzzi, sauna, banho turco, ginásio, solário e zona de relaxamento

 

VALOR: 139,00€


Suplementos
- 2ª noite – 69,00€
- 3ª ou mais noites: 59,00€
- Upgrade para quarto Premium: 20,00€ por noite
 
Obs.:
Válido para a noite de 14 de Fevereiro 2017

 

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Que tal? Não parece uma boa ideia? 😍

 

 

 

BURJ AL ARAB I O HOTEL 7 ESTRELAS

Olá amigos viajantes!

 

Uma vez por outra perco a cabeça e marco uma noite num daqueles hotéis com preços proibitivos e digo a mim mesma  “é uma vez na vida , só uma vez na vida. Se pudermos usar o dinheiro para viver coisas únicas, desde que seja com peso e medida, que mal faz?” e lá me convenço...

 

Uma dessas vezes foi no Dubai, onde resolvi passar uma noite no Burj Al Arab, conhecido por ser um Hotel 7 estrelas.

 

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Desde que o hotel inaugurou que eu tinha o sonho de passar lá uma noite, só para ver o que tinha de tão especial.

 

O preço afastou-me várias vezes, mas num momento da minha vida em que estava particularmente orgulhosa de mim e das minhas conquistas resolvi “oferecer-me” esta prenda (se eu não gostar de mim quem gostará? 😜)

 

Estas experiências às vezes correm bem, às vezes correm mal, às vezes venho feliz outras arrependo-me amargamente.

 

Desta experiência vim com um sentimento misto…

 

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Uma estadia no Burj al Arab é algo que se pretende especial, e não há duvida que o Hotel e os seus funcionários se esforçam para isso.

 

Desde o momento em que chegas até ao momento que partes, tudo é feito para que te sintas importante e especial. Dão-nos a entender que o nosso conforto é a sua primeira e única prioridade. Recebem-nos na porta, cumprimentam-nos pelo nosso nome, oferecem algo de comer (no caso foi tâmaras), uma bebida, enfim… é bastante agradável mas nada que um bom hotel 5 estrelas (inclusive em Portugal) não faça.

 

Porquê então é este hotel considerado um hotel 7 estrelas?

 

Transformado em símbolo do Dubai logo após a sua construção, o luxuoso Burj Al Arab considera-se acima dos outros hotéis - eu digo considera-se porque na verdade a sua classificação oficial é de 5 estrelas (acho que oficialmente não existe classificação superior a esta). Mas o Burj considera-se superior porque ultrapassa os limites do que os outros estabelecimentos oferecem aos hóspedes, nomeadamente: suites espaçosas (todos os quartos do hotel são suites de dois pisos), interiores em folha de ouro, um heliporto e mordomos designados para cada andar.

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O Burj Al Arab foi criado para representar o auge da cultura árabe de forma majestosa e atrair os membros mais ricos e conhecidos da sociedade.


Roger Federer jogou ténis no heliporto, Tiger Woods deu umas tacadas por lá e top models do momento como Gigi Hadid e Kendall Jenner, parece que também já escolheram este local para comemorar uma passagem de ano.

 

Todos estes factos parecem cimentar a fama de Hotel exclusivo.

 

Mas como é de facto este hotel?

 

A arquitectura exterior é discreta e elegante - a sua forma de vela pretende representar o património náutico do país. Mas o seu interior, meus amigos, é outro mundo.

 

Assim que atravessamos a porta e entramos no lobby deparamos-nos com um show de cores, fontes e luzes. Tudo é  dourado, tudo é colorido, tudo é monumental!

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Depois os quartos… Entrei na suite e fiquei sem saber o que pensar. Para quem gosta mais de um estilo moderno e minimalista, todo este “exagero” parece quase de mau gosto, é como uma overdose de cor e riqueza.

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Tinha lido sobre o local e visto fotografias - não posso dizer que foi propriamente uma surpresa - mas ao vivo, tudo me pareceu muito, mas muito mais excessivo e exagerado.

 

iPads banhados a ouro em cada suite, 17 tipos de almofadas que podem ser seleccionados a partir de um menu, um computador macbook, um closet gigante, cores garridas, tapetes e mobiliário luxuoso - não há nada de modesto no Burj Al Arab Dubai - eu arriscaria a dizer, que não há nada de bom gosto… mas claro que isso depende da estética de cada um e gostos não se discutem.

 

Para mim é demais. Falta-lhe a elegância, gosto e o requinte da moderação. Do ponto de vista arquitectónico o edifício é lindo mas depois a decoração barroca, as superfícies douradas excessivas, trompe l'oeil desnecessários, fontes coloridas, elevadores brilhantes, etc, etc, etc… meu Deus, parece Las Vegas, ou a casa do Donald Trump (já viram fotografias da casa dele? 😣).

 

Bom mas nem tudo foi mau para mim, o hotel tem sem dúvida muita coisa a seu favor. Se dissesse que não aproveitei a estadia ao máximo estaria a mentir. O serviço ao cliente é excepcional, o SPA e os tratamentos são maravilhosos e a zona exterior de praia /piscina é fantástica.

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Os restaurantes, são tal como o resto do hotel, grandiosos e extravagantes, a comida é decente mas nada de memorável. O Burj possui um bar e nove restaurantes no total, cada um mais elaborado do que o outro.

 

O restaurante Al Mahara, construido em torno de um aquário gigante, é especializado em frutos do mar.

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A beira-mar o Bab Al Yam é o que tem o ambiente mais relaxado. Chinelos e crianças são bem vindos .

 

O restaurante Al Muntaha no topo tem vista para o heliporto, e o Sky View bar tem vista particularmente impressionante para a cidade do Dubai

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No átrio do hotel o Sahn Eddar serve o pequeno almoço (buffet) e um delicioso chá da tarde.

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Aos outros restaurantes não fui por isso não posso falar.

 

O balanço que faço desta estadia é que, pesando os prós e os contras, podia perfeitamente ter dispensado esta “loucura”, mas enfim... só se vive uma vez não é?😜


Se um dia quiserem cometer uma extravagância podem ficar aqui só para ver como é, pois realmente o serviço e o atendimento ao cliente é excepcional, mas se só tem curiosidade de conhecer o local, podem reservar um dos restaurantes ou o bar e assim podem aceder ao interior do hotel sem terem de gastar uma exorbitância com a hospedagem. Há opções bem melhores e bastante mais baratas no Dubai.

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UMA NOITE NO HOTEL DO GELO

Olá amigos viajantes!

 

Quando eu era pequenina a minha mãe costumava ler-me um conto chamado “A Rainha da Neve”, de Hans Christian Andersen. Eu adorava a história e ouvia com muita atenção.

Depois ficava a sonhar acordada com o palácio de gelo da rainha e a pensar como ele seria por dentro.

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Longe estava eu de imaginar que um dia ia conhecer um lugar semelhante e igualmente magnifico - O Hotel de Gelo em Jukkasjarvi, no norte da Suécia.

 

Este sitio incrível, uma das atracções do Árctico Escandinavo, é construído todos Invernos com blocos de gelo retirados das águas congeladas do Rio Torne.

O Hotel abre portas em Janeiro e em Abril, quando a temperatura sobe, ele simplesmente derrete.

 

Para chegar ao Hotel de Gelo temos de apanhar um voo para Kiruna, povoação dentro do Círculo Árctico, e depois seguir para o pequeno povoado de Jukkasjarvi onde fica o Hotel do Gelo.

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A temperatura média em Kiruna é de - 20 graus centígrados.  Sim, leram bem 20 graus negativos! Mas às vezes chega até -35 graus negativos, como quando eu visitei. É muito frio minha gente, é muito frio mesmo!!!

 

A forma mais divertida de ir de Kiruna até Jukkasjarvi é de trenó puxado por cães.

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No caminho a paisagem é de sonho! Passamos por um bosque e pelo rio congelado. Parece que estamos dentro de um postal de Natal, tudo tão branquinho e imaculado. Tirando o barulho do trenó a deslizar e dos cães a correr tudo o resto é silencioso. É lindo!

 

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O Icehotel é tanto acomodação como é uma obra de arte. A cada inverno, artistas de todo o mundo são convidados a projectar e esculpir o interior do Hotel. Tudo lá dentro, desde os quartos, camas, mobiliário, bar, recepção e capela (onde se pode marcar casamentos) são feitos em gelo.

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A temperatura dentro do hotel é de -5 graus C a -8 graus C.

Peles de renas, sacos de dormir e roupas adequadas para temperaturas a baixo de zero são oferecidas pela gerência para manter os convidados quentes.

 

Explorar o Hotel é super divertido. Nenhum quarto é igual, cada um tem um tema diferente. As esculturas são maravilhosas. Os artistas convidados criam obras impressionantes.

 

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Antes da hora de dormir podemos visitar todas as divisões e ir ao bar onde até os copos são em gelo.

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Para ser honesta, eu não sou grande fã do Inverno e sou até muito friorenta mas não podia deixar passar a oportunidade de brincar aos esquimós e descobrir como seria dormir numa cama de gelo.

 

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O hotel faz um briefing sobre "como dormir a -5 ° C", onde é explicado que devemos usar apenas uma camada de roupa térmica dentro do saco de dormir porque é o calor do nosso corpo que aquece o saco. Devemos também usar meias, luvas e um gorro e não usar nenhum creme no rosto ou podemos acordar com a cara congelada.


Se precisarmos de ir à casa de banho temos de ir a correr até às instalações de apoio ao hotel (que não são de gelo). Tive sorte de não ter precisado de usar a casa de banho porque não deve ser nada agradável correr a meio da noite numa temperatura de quase 40 graus negativos. Eu era capaz de morrer antes de lá chegar 😁.

 

O saco cama realmente é confortável e quente, por isso foi uma noite diferente mas não propriamente desagradável.

 

Quem quiser visitar o Hotel e não ficar a dormir no gelo pode dormir com todo o conforto num Hotel normal que fica ao lado da estrutura gelada. Eu passei uma noite ali e outra no gelo que é o que a maior parte das pessoas faz.

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Enquanto estamos hospedados no hotel podemos participar de várias actividades, como andar em motos de neve, ir numa excursão para ver a aurora boreal, ou aprender a esculpir o gelo. 

 

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Espero que tenham gostado de ler sobre a experiência única que foi a minha visita ao Hotel do Gelo!

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