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INDIA

Olá amigos viajantes!

 

Estou em viagem pela Índia, quando voltar conto-vos tudinho 😃.

 

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FOTOS COM HISTÓRIA E POESIA I LISBOA

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Esta foto retrata um dos meus reencontros com a cidade de Lisboa.

 

Sempre que estou fora do país por algum tempo e volto, percebo o quanto ainda gosto da minha cidade - da sua luz, das suas cores, do rio, dos bairros típicos, do castelo…

 

Já corri mundo mas é por Lisboa que o meu coração continua a bater mais forte  😍

 

 

Lisboa

(Sophia de Mello Breyner Andresen (1977), in Obra Poética, 2011)

 

"Digo:

“Lisboa”
Quando atravesso – vinda do sul – o rio
E a cidade a que chego abre-se como se do seu nome nascesse
Abre-se e ergue-se em sua extensão noturna
Em seu longo luzir de azul e rio
Em seu corpo amontoado de colinas –


Vejo-a melhor porque a digo
Tudo se mostra melhor porque digo
Tudo mostra melhor o seu estar e a sua carência
Porque digo


Lisboa com seu nome de ser e de não-ser
Com seus meandros de espanto insónia e lata
E seu secreto rebrilhar de coisa de teatro
Seu conivente sorrir de intriga e máscara
Enquanto o largo mar a Ocidente se dilata
Lisboa oscilando como uma grande barca
Lisboa cruelmente construida ao longo da sua própria ausência


Digo o nome da cidade
– Digo para ver"

A FLORESTA DE BAMBU DE ARASHIYAMA

Um dos locais mais bonitos para fotografar no Japão é a floresta de Bambu de Arashiyama

 

Não é à toa que se transformou numa das principais atracções da cidade de Quioto.

 

Ainda assim, nenhuma imagem pode capturar a sensação de estarmos sozinhos no meio desta floresta fantástica.

 

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Já tinha visto várias imagens do local, mas a primeira vez que lá fui fiquei (um pouco) decepcionada porque era uma área bem mais pequena do que parecia nas fotos por isso é importante, se estão a pensar visitar este lugar, ir mesmo, mas mesmo, MUITO, MUITO CEDO, porque quando começa a encher de gente parece ainda mais pequeno e perde-se quase toda a magia.

 

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Agora ao amanhecer, quando o silêncio é quase completo, com excepção do chilrear dos pássaros, e tu tens o trilho só para ti, aí posso dizer-vos, é verdadeiramente maravilhoso!

 

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Podemos contratar um riquexó para passear pelo trilho

 

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E aproveitar para visitar um templo próximo que tem jardins que dão para o trilho principal da floresta de bambu.

 

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Para aqui chegarem a partir da cidade de Quioto basta apanhar o comboio da linha JR Sagano, saír na estação de Arashiyama e andar cerca de 10 minutos seguindo as placas que indicam a entrada do famoso trilho de bambu.

 

A Estação de Arashiyma em si é muito bonita. Tem um comboio antigo em exposição, um pequeno jardim e um mural belíssimo.

 

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“When a storm comes, bamboo bends. It doesn't break.”


― Michelle Moran

 

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COREIA I UM VISLUMBRE DO PASSADO

Quando visitamos a Coreia do Sul deparamos-nos com um país moderno, vibrante que nos surpreende com os seus edifícios altos, lojas tecnológicas e movimentados mercados nocturnos.


Mas a nação que nos deu as televisões LG e os telefones Samsung tem também um lugar chamado Gyeongbokgung, onde podemos recuar no tempo e imaginar outra época. Uma época de imperadores e suas cortes e onde a Coreia não era do Norte nem do Sul mas antes um único e grande país.

 

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Construído originalmente em 1395, Gyeongbokgung, é um palácio real localizado em Jongno-gu, a norte de Seul. 
Era o principal e maior palácio de entre os "Cinco Grandes Palácios" construídos pela Dinastia Joseon e o seu nome significa "Palácio" [Gung] "Grandemente Abençoado pelo Céu" [Gyeongbok].


No início do século XX, durante a ocupação Japonesa, grande parte do complexo real foi destruído. Afortunadamente um belíssimo trabalho de restauração - que dura até hoje - conseguiu devolver a forma e a gloria original deste símbolo da soberania Coreana.

 

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Dentro das muralhas do palácio encontramos, entre outras coisas, belos jardins, um templo, a biblioteca privada do rei, a recriação de uma antiga aldeia Coreana e o museu nacional do folclore.

 

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Chegar aqui é fácil, basta apanhar o metro e sair na paragem Gyeongbokgung, saída 5.
O bilhete é bastante barato (custa cerca de 3,00€ )


Uma curiosidade sobre este local é que grande parte dos Coreanos quando visitam o palácio optam por vestir o Hanbok - traje tradicional do país- porque se o usarem a entrada é gratuita.
Os turistas também podem alugar estes trajes e entrar de graça. Existem muitas lojas nas imediações do Palácio que alugam hanboks à hora.

 

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A sua presença ajuda a criar a ilusão de que viajamos até outro tempo e proporciona fotografias ainda mais interessantes do local.

 

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Enquanto eu vagueava por lá e fotografava os jovens a divertirem-se “brincando de príncipes e princesas”, sem qualquer sombra de preocupação no rosto, tirando selfies e fazendo poses imperiais, não pude deixar de pensar na conversa que tinha tido ao jantar na noite anterior com dois jovens Sul-Coreanos.

 

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Eles pertencem a uma geração que cresceu numa Coreia diferente. Os seus pais cresceram num país empobrecido, destruído pela guerra, que dependia dos EUA para tudo. Já a geração mais nova cresceu num país que atingiu o status de nação desenvolvida, que tem uma economia forte e uma democracia jovem. Eles pouco ou nada sabem (ou querem saber) sobre a Coreia do Norte. Até certo ponto eles cresceram inconscientes, mesmo que a ameaça esteja sempre lá…


A lei de segurança nacional imposta pelas autoridades Sul-Coreanas impede o acesso a informações sobre a Coreia do Norte, e isso, como não podia deixar de ser, limita a consciência e a compreensão dos factos.

 

De qualquer modo percebi que há um sentimento de que nada do que se passa é novidade. A península está em estado de guerra há anos. O Norte ameaça, ameaça e depois (graças a Deus) não acontece nada.

 

Eles até se riram e disseram-me que as ameaças acontecem todas as Primaveras. O Norte para eles é algo previsível.

 

A mim no entanto esta história faz-me lembrar a de Pedro e o Lobo… tanto ele grita e grita que um dia quando for verdade ninguém acredita.

 

Mas desta vez, disseram-me, há um elemento novo que está a fazer aumentar o receio - Donald Trump. O Presidente Americano  é, neste momento, o factor imprevisível dentro da equação que eles consideram “previsível” .

 

Os Sul-Coreanos no geral não me pareceram muito preocupados com o programa nuclear da Coreia do Norte. Segundo eles o programa destina-se a atingir os EUA e não necessariamente a ameaçar a Coreia do Sul - embora obviamente saibam, que se algo correr mal, a Coreia do Sul pela sua relação com os Americanos sofreria os efeitos colaterais.

 

Mas por enquanto eles continuam felizes e despreocupados a tirar selfies no Palácio Gyeongbokgung e eu espero, de coração, que assim continuem 😊

 

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The best way to really know a place is to walk it, so I've put on my favorite @anywhereapparel transfer top and went of to discover the Island of #Cyprus . Despite its petite size, this island encapsulates an impressive 10,000 years in its natural environs and diverse landscape that are ripe for exploring and discovering. With a favourable climate all year round, the great outdoors of the island is easily accessible, and offers a myriad of opportunities to take a journey through nature, history and culture, thanks to the numerous sign­ posted paths and nature trails. A total of 52 designated walking trails have been created to highlight the beautiful landscapes and strong Mediterranean character of the island. By walking them, you can see a treasure trove of varied fauna and flora, as well as the remnants of the island’s mining heritage and epic sunsets like this one I was privileged to witness!

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