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The Travellight World

Inspiração, informação e Dicas de Viagem

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VAMOS BRINCAR AO CARNAVAL?

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Diz o ditado: “a vida são dois dias e o carnaval três”

Por isso o melhor é festejar, esquecer as tristezas e rir um pouco. 😜 


Opções não faltam, difícil é escolher qual é o melhor Carnaval de Portugal por isso deixo-vos em baixo os programas dos mais famosos:

 

CARNAVAL DE OVAR

 

O carnaval de Ovar começou por ser algo de espontâneo que se realizava todos os anos por vontade da população mas hoje é a maior manifestação cultural da cidade e uma das mais importantes festas do género do nosso país.

 

 

Realiza-se todos os anos com a presença de milhares de espectadores, que vem assistir «in loco» a um cortejo marcado pela alegria e vivacidade, pela cor e movimento. 

 

Programa completo aqui

 

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CARNAVAL DE ESTARREJA

 

As primeiras referências às origens do Carnaval de Estarreja datam do final do Século XIX.

 

O Carnaval de Estarreja é por isso um dos maiores e mais antigos cortejos carnavalescos de Portugal.

Actualmente, é composto por 12 Grupos (5 escolas de samba e 7 grupos de folia), envolvendo mais de mil figurantes, que ano após ano apresentam mais qualidade, imaginação e brilho, contagiando de alegria milhares de pessoas que vêm assistir a um dos maiores e mais antigos cortejos carnavalescos do país.

 

Programa completo aqui

 

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CARNAVAL DA NAZARÉ

 

Cada grupo que desfila nos corsos tem uma marcha, assim como cada sala de baile. O mesmo acontece com os bares, restaurantes e pastelarias da Nazaré, que vêem nas marchas uma forma de brincar ao Carnaval e promover o seu próprio estabelecimento.


As letras são escritas exactamente com o sotaque nazareno e muitas delas incluem expressões típicas da sua gente. Representam a identidade desta vila piscatória e contribuem para que não haja festa como esta em mais nenhuma outra parte do mundo. Este ano o Carnaval tem como mote a expressão local "Ná Pai Pá Gente".

 

Programa completo aqui

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CARNAVAL DE ALCOBAÇA

 

O Carnaval de Alcobaça já é muito antigo mas com o tempo, a tradição foi mudando, e hoje em dia a festa de Carnaval em Alcobaça inspira-se muito no Carnaval brasileiro. Esta inspiração veio de uma população que durante muitos anos emigrou para Portugal e começou a habitar o centro do país em localidades como Alcobaça.

Um destes grupos decidiu juntar-se e criar uma Escola de Samba. Foi o inicio de um dos Carnavais mais Brasileiros de Portugal.

 

Grande parte das celebrações do Carnaval tem lugar numa tenda gigante em frente ao Mosteiro de Alcobaça.

 

Programa completo aqui

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CARNAVAL DE TORRES VEDRAS 

O Carnaval de Torres é das poucas festividades de Carnaval que se mantêm fiéis às tradições da comemoração do Entrudo em Portugal. 

 

Nos corsos participam carros alegóricos, os grupos de desfile, as "matrafonas" (homens mascarados de mulher) e os famosos cabeçudos (bonecos gigantes) acompanhados pelos "Zés-Pereiras".

O Rei e Rainha do Carnaval, já se sabe, são dois homens, um deles vestido de mulher.😜

 

Programa completo aqui

 

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CARNAVAL DA MEALHADA

 

 

A Mealhada foi o primeiro Carnaval Luso-Brasileiro do país, mas actualmente tem de competir com Estarreja, Ovar e Figueira da Foz. 

 

Nasceu nos anos 70 quando por brincadeira realizou-se um cortejo na cidade e convidaram Brasileiros que estudavam na faculdade em Coimbra para participar.

 

Com os anos a presença Brasileira intensificou-se e muitos foram os actores de novela que foram reis do Carnaval da Mealhada.

 

Só o ano passado é que este carnaval deixou de ter reis Brasileiros, o rei foi o leitão 😀

 

Programa completo aqui

 

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CARNAVAL DA MADEIRA

 

As Festas de Carnaval da Madeira procuram manter intactas as raízes marcadamente populares. Na Madeira é tradição haver dois grandes cortejos de Carnaval: o Cortejo Alegórico e o Trapalhão, ambos realizados no Funchal.

Segundo alguns autores e historiadores, as origens do Carnaval madeirense, em Portugal, remontam ao séc. XVI e ao período áureo da produção de açúcar. 

 

O Cortejo Alegórico realiza-se sempre no Sábado que antecede a terça-feira de Carnaval, nele participam vários grupos e muitos figurantes, que desfilam pelas principais ruas do Funchal.

 

Programa completo aqui

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ESCHER | EXPOSIÇÃO NO MUSEU DE ARTE POPULAR

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Domingo passado aproveitei para visitar a exposição “Escher” que está patente no Museu de Arte Popular em Lisboa.

 

Eu sou fã incondicional de M.C. Escher desde a primeira vez que vi a reprodução de uma obra sua ,“Laço de União”, na capa de um livro. Visitar esta exposição estava por isso no meu topo de prioridades de coisas a fazer neste inicio de ano.

 

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A mostra reúne cerca de 200 trabalhos deste incrível artista Holandês e está organizada por sete salas principais que parecem seguir uma ordem cronológica e os temas mais retratados pelo autor.

 

É uma exposição “viva” que se torna (ainda mais) interessante porque apela à interacção constante do visitante com o trabalho do artista.

 

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Ao lado das obras surgem jogos interactivos que podemos experimentar para compreender melhor o trabalho de Escher e há pequenas salas e espaços que convidam o visitante a tirar “selfies” que o colocam dentro de cenários inspirados por desenhos do artista. Se forem ao meu Instagram e clicarem no destaque do InstaStories com o nome “Escher Lisboa” vão perceber do que estou a falar.

 

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Ao longo da exposição compreendemos os princípios pelos quais se regia a sua arte: O principio da Boa Forma, o Principio do Cheio e do Vazio, o Principio da Continuidade…

 

A obra de Escher foi reproduzida tantas vezes na cultura popular que é natural que muitas das suas litografias e xilografias nos pareçam familiares.

 

A “Relatividade” - um espaço que nunca poderia existir na realidade, dominado por escadas que brotam de forma surreal em todas as direcções e são percorridas por figuras inexpressivas - apareceu inúmeras vezes em cartazes, canecas, t-shirts, cadernos, etc, etc.

 

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Apesar de ter nascido no século XIX, a influência deste artista encontra-se bem presente até aos dias de hoje. Filmes como Labyrinth (1986) ou Inception (2010) retratam as suas famosas escadas. Nos livros (e filmes) do Harry Potter encontramos a mesma coisa;

 

Capas de álbuns de bandas como os Pink Floyd, os Moody Blues, os Bauhaus ou mesmo os The Strokes com Angles, foram inspirados ou reproduziam integralmente o seu trabalho.

 

Conta-se que só Mick Jagger não teve sorte quando pediu autorização para usar um desenho do Holandês num dos discos dos Rolling Stones. Aparentemente Escher, que não conhecia Jagger de lado nenhum e não apreciava a música da sua banda, não terá gostado da maneira informal e intima com que o cantor se dirigiu a ele e secamente terá recusado o pedido.

 

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A exposição mostra-nos que até anúncios do IKEA foram inspirados na obra do Holandês.

 

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Mas Escher é mais, muito mais do que isto.


Nascido na pequena cidade de Leeuwarden, no norte dos Países Baixos, Maurits Cornelis Escher, inscreveu-se em 1919 na Escola de Arquitectura e Artes Decorativas de Haarlem. O seu pai esperava que ele se transformasse num arquitecto, mas, influenciado pelo seu professor de artes gráficas - um judeu de origem Portuguesa, que descobriu o seu talento como desenhador - Escher decidiu prosseguir a carreira de artista.

 

As viagens foram muito importantes no seu desenvolvimento artístico. Em 1922, Escher deixou a escola e começou a viajar extensivamente por toda a Europa, fazendo esboços dos seus vários ambientes para posteriormente usar como material para gravuras.

 

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Visitas ao palácio mourisco da Alhambra em Granada, por exemplo, ensinaram-lhe a trabalhar com padrões. Usando esse ponto de partida como inspiração ele criou depois redes geométricas com os seus próprios personagens, como pássaros, leões e peixes.

 

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A paixão de Escher pelas paisagens Italianas, onde viveu durante 11 anos, também é muito clara na sua obra.

 

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Ele gostava de brincar com a arquitectura nos seus desenhos, trabalhando com perspectivas difíceis, infinitos visuais e "espaços impossíveis”.

 

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Escher transformava o mundo em algo complexo, cheio de pequenos pormenores, padrões, linhas e percursos mas ao mesmo tempo era capaz de criar imagens fortes, belas, com um apelo quase universal explorando ideias tão abstractas quanto a eternidade ou o infinito em impressões aparentemente realistas e incrivelmente bem feitas.

 

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As paisagens em plano geral, as flores, os ambientes naturais, a fauna a flora de um local, foram as primeiras coisas que influenciaram Escher que mais tarde transformou-as em algo geométrico, abstracto e preciso.

 

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Uma imagem nunca é só uma imagem e é isso que adoro em Escher. Tal como na vida há sempre algo novo para descobrir. Podemos ver o dia ou ver a noite, ver morcegos ou ver anjos tudo depende do nosso ponto de vista, da nossa perspectiva...

 

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Definitivamente esta é uma exposição a não perder!

 

“Escher” está patente até dia 27 de Maio, todos os dias das 10h00 às 20h00 horas. O preço normal do bilhete é de 11,00 euros, crianças pagam 9,00 euros e estudantes universitários 8,00 euros (apenas à Segunda-feira).

 

Para mais informações consultem escherlisboa.com

 

Tchau!
Travellight

DINO PARQUE LOURINHÃ

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  Foto www.dinoparque.pt

 

Quando eu era miúda passei por uma espécie de "fase do dinossauro”. Tudo o que dizia respeito a estes gigantes que outrora dominaram a Terra interessava-me. 

 

Com vocês isso não aconteceu?

 

Eu acho que quase todas as crianças passam por uma fase semelhante, umas com mais, outras com menos intensidade.

 

Filmes como o Jurassic Park e outros de animação sobre o mesmo tema, ajudam a aumentar o fascínio que a imagem desses répteis enormes, alguns deles perigosos, extintos há mais de 65 milhões de anos, provoca em nós.


Devo confessar que em certa medida nunca ultrapassei esse fascínio, por isso quando soube que ia abrir dia 9 de Fevereiro o Dino Parque na Lourinhã, fiquei entusiasmada e com vontade de o visitar.

 

Anunciado como sendo o maior museu ao ar livre de Portugal, o Parque dos Dinossauros da Lourinhã está inserido numa área de 10 hectares que incluem 4 percursos correspondentes a algumas das mais importantes épocas da historia da terra: O fim do Paleozóico, O Triásico, O Jurássico e O Cretácico.

 

Ao longo desses percursos os visitantes poderão observar mais de 120 modelos de dinossauros e outros animais à escala real. O mais interessante é que alguns dos modelos são de dinossauros cujos fósseis foram encontrados mesmo na zona da Lourinhã e deram origem a novas espécies.

 

O Parque foi concebido para agradar a miúdos e graúdos por isso junta educação e entretenimento para poder proporcionar diversão a toda a família.

 

Além dos percursos ao ar livre, no edifício central do Dino Parque pode ser visitada a exposição do Museu da Lourinhã que exibe, segundo dizem, um fantástico espólio de descobertas paleontólogicas, e um laboratório onde é possível assistir ao vivo à preparação de fósseis.

 

No Pavilhão das Actividades as crianças vão poder participar de várias actividades relacionadas com a paleontologia, desde descobertas, pesquisas, escavações de fósseis ou pinturas de dinossauros.

 

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   Foto www.dinoparque.pt

 

As crianças até aos 3 anos não pagam bilhete. Dos 4 aos 12 anos pagam 9,50 € e os adolescentes a partir dos 13 anos e os adultos pagam 12,50 € .

 

Para mais informações consultem o site do Dino Parque 

JARDIM TROPICAL DO MONTE PALACE MADEIRA

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Já todos ouvimos dizer “A Madeira é um jardim” certo? Mas qual será o mais bonito jardim da Madeira?

 

O meu voto vai para o Jardim Tropical do Monte Palace e parece que não sou a única. A conhecida revista Condé Nast Traveler, considerou este um dos mais exuberantes jardins do mundo!😄

 

o Jardim Tropical do Monte Palace, designado Património da Humanidade pela UNESCO em 2000 é uma área com 70 mil metros quadrados, que remonta ao século XIX e tem origem numa quinta com o nome de “Quinta do Prazer” que em tempos pertenceu ao Cônsul Inglês Charles Murray e que mais tarde foi transformado num hotel.


Quando o hotel fechou a propriedade ficou abandonada durante alguns anos até ser vendida ao empresário José Berardo que a transformou naquilo que hoje é o Jardim Tropical: Um espaço maravilhoso repleto de plantas exóticas de vários países e plantas indígenas das florestas Madeirenses.

 

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Pelo jardim encontramos janelas, nichos, pagodes, budas, lanternas e esculturas, de diferentes partes do mundo, culturas e épocas.

 

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É de destacar também um painel composto por 166 azulejos vidrados de terracota, cujo título é “A Aventura dos Portuguesas no Japão” e um grupo de 40 painéis que retratam a História de Portugal, incluindo os acontecimentos mais importantes dos Reinados e Repúblicas.

 

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É um lugar cheio de cores e estilos diferentes. Num momento estamos num jardim oriental ⛩, no próximo estamos num jardim de orquídeas 🌸.

 

 

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A água é omnipresente. Pequenos riachos, lagos com carpas, cisnes e cascatas enriquecem e embelezam ainda mais o espaço.

 

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Mas o Jardim Tropical Monte Palace é também um museu. Alberga duas exposições permanentes, a primeira é intitulada “Paixão Africana” e mostra parte de uma colecção de escultura contemporânea do Zimbabué. A outra intitula-se “Segredos da Mãe Natureza” e apresenta parte de uma colecção de minerais provenientes dos quatro cantos do mundo.

 

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Se forem à Madeira não deixem de visitar este jardim. Garanto que não se vão arrepender.

 

DICA: Para lá chegar optem pelo teleférico, é um belo passeio e as vistas lá de cima são incríveis!


Horários de Visita
Todos os dias, excepto 25 de Dezembro
Horário de Visita do Jardim: 9.30 às 18.00 horas.
Horário de Visita do Museu: 10.00 às 16.30 horas.
Visitas Guiadas ao Museu são gratuitas no entanto estão sujeitas a pré-marcação e apenas para grupos.
Nota: O interior do edifício do Palácio não é visitável.

 

Entradas / Bilheteiras
Caminho das Babosas, 4A (Entrada Junto ao Teleférico)
Caminho das Babosas, 4 (Entrada Norte)
Caminho do Monte, 174 (Entrada Este)
9050-288 Funchal
Madeira, Portugal
Nota: A entrada situada no Caminho do Monte, número 174, encerra aos fins de semana.

 

Preço
Adultos 12,50 Euros (Isento de IVA)
Crianças com menos de 15 Anos: Entrada gratuita, quando acompanhadas por adultos.
Escolas: Entrada gratuita, mediante apresentação de credencial e sujeitas a marcação para visitas guiadas.

 

Transportes:
Autocarros 20,21,22 ou 48
Teleférico do Funchal directo para a entrada do Jardim Tropical Monte Palace.


Para mais informações consultem o site do Jardim Tropical Monte Palace 

 

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Tchau!
Travellight

PALÁCIO DOS MARQUESES DE FRONTEIRA

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Há lugares que ficam muito perto de nós mas que talvez por isso mesmo estamos sempre a adiar visitar.

 

Para mim o Palácio dos Marqueses de Fronteira é um desses casos, mas num destes fins de semana resolvi que não podia adiar mais e fui conhecer este belíssimo edifício, classificado como Monumento Nacional, situado em São Domingos de Benfica e considerado um dos melhores exemplos da arquitectura palaciana do séc. XVII em Portugal.

 

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Foi mandado construir pelo 1º Marquês de Fronteira, D. João de Mascarenhas e inaugurado por volta de 1675. Primeiro usado como pavilhão de caça e casa de campo, foi alvo de melhoramentos e ampliação após o terramoto de 1755. À arquitectura maneirista de séc. XVII juntaram-se então belas decorações barrocas, e passou a ser a residência permanente da família, que ainda hoje aí habita.

 

O Palácio encerra uma grande riqueza de azulejos que se destacam na Sala dos Painéis Holandeses, na Galeria das Artes e na Sala das Batalhas onde grandes painéis retratam a história do 1º Marquês de Fronteira, herói da Guerra da Restauração.
 

Os jardins do palácio, de desenho geométrico, são magníficos. Tem influência Francesa e Italiana e estão repletos de fontes e estátuas.

 

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Logo à saída da casa, no Terraço da Capela, ou Galeria das Artes encontramos mais painéis de azulejos onde estão representados as sete artes liberais guardadas por estátuas de divindades gregas e bustos de imperadores romanos. Seguindo em frente deparamos-nos com uma pequena capela, que se julga ser anterior ao próprio palácio. Ao seu lado estão umas escadas que descem para o piso inferior até à Casa do Fresco, uma mini-gruta artificial com uma fonte à frente e em volta uns interessantes painéis de azulejo.

 

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No Grande Jardim ou Jardim Clássico, com fortes influências francesa e italiana, destaca-se a Galeria dos Reis com bustos de todos os reis portugueses até D. João VI e um tanque tão grande que mais parece um lago, com cisnes e tudo. Nas extremidades duas escadarias conduzem à galeria de esculturas, onde estão retratados os reis de Portugal e D. Nuno Álvares Pereira.

 

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Mais uma curiosidade do jardim são os painéis de azulejos que limitam o Jardim Formal. Os painéis representam os Quatro Elementos, mas um deles, o que representa o fogo, perdeu-se e foi substituído por um painel de Paula Rego o que não só renova a tradição ornamental do palácio, como obriga a reinterpretá-la.

 

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Uma jóia que com toda a certeza vale a pena visitar ou revisitar. Se precisam de mais uma desculpa para vos convencer que tal um concerto de entrada livre?

 

No dia 27 de Janeiro de 2018, Sábado às 16h00, o Palácio Fronteira com o apoio da Antena 2, Camerata Atlântica, Instituto Politécnico de Lisboa, Junta de Freguesia de São Domingos de Benfica, e Associação do Turismo de Lisboa, apresenta os Laureados do III Concurso Nacional 
 
A entrada é livre, limitada à capacidade da sala. Para inscrições e informações contactar:

fcfa-cultura@fronteira-alorna.pt  

telf: 217 784 599        

 

Horário das Visitas

Não há visitas aos Domingos e Feriados.


Palácio:

O interior do Palácio só é visitável de manhã. Todas as visitas ao interior do Palácio são guiadas.

Junho a Setembro: 2ª a Sábado às 10h30; às 11h00; às 11h30 e às 12h00.

Outubro a Maio: 2ª a Sábado às 11h00 e às 12h00.

Para visitas de grupo (mais de 10 pessoas) por favor telefonar previamente para 217 782 023.


Jardins:

Junho a Setembro: 2ª a 6ª entre às 10h30 e as 13h00 e entre as 14h00 e às 17h00 e aos Sábados entre as 10h30 e as 13h00.

Outubro a Maio: 2ª a 6ª entre as 11h00 e as 13h00 e entre as 14h00 e as 17h00 e aos Sábados entre as 11h00 e as 13h00

 

Para mais informações consultem o site Fundação das Casas de Fronteira e Alorna 

 

Tchau!

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POUSADA FORTE DE SÃO SEBASTIÃO EM ANGRA DO HEROISMO

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Situada num antigo forte convertido em hotel, a 10 minutos a pé do centro da cidade de Angra do Heroísmo, a Pousada Forte de São Sebastião é uma excelente opção para quem procura um alojamento de qualidade na ilha Terceira, Açores.

 

O lugar é tão bonito que tu sentes-te privilegiada quando acordas aqui e vês o sol a erguer-se por cima das rochas e do mar.

 

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As vistas são maravilhosas!

 

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A piscina exterior apesar de parecer grande nesta foto, é na verdade bastante pequena...

 

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...Assim como o quarto em que fiquei hospedada. 

 

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Apesar disso achei que era moderno, confortável e bastante funcional.

 

 

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O serviço é competente, atencioso e eficiente. A recepção ajuda a organizar passeios para quem está interessado em conhecer a ilha e oferece uns bolinhos caseiros quando os hospedes fazem check-in  - um detalhe que achei delicioso! 😋

 

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O espaço foi renovado de forma a combinar perfeitamente os elementos históricos do forte com um design arquitectónico actual e moderno.

 

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Não almocei nem jantei no restaurante do hotel por isso não posso avaliar a sua qualidade mas o buffet de pequeno almoço (que estava incluído no preço do quarto) era bastante bom, variado e tinha algumas delicias Açorianas.

 

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Se procuram um lugar sossegado para uma escapadinha na Terceira não deixem de considerar a Pousada Forte de São Sebastião Angra do Heroismo.

 

Com certeza vão conseguir passar aqui uns dias bem calmos e agradáveis rodeados pela imensidão do mar e pela beleza da ilha. 

 

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Tchau!

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REINO DO NATAL EM SINTRA

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Um dos eventos festivos que não pretendo perder este ano é o Reino de Natal, no Parque da Liberdade em Sintra.

 

O Parque, no centro histórico de Sintra, transforma-se de 1 a 23 de Dezembro num verdadeiro Reino de magia e encanto cheio de fadas, duendes, renas e bonecos de neve. O Pai Natal, é claro, vai estar lá juntamente com as estrelas e outras decorações de Natal.

 

Há actividades desportivas, workshops, brincadeiras para as crianças, concertos e teatro.

 

Mas este evento não esquece aquilo que é mais importante no Natal: A solidariedade e a partilha.

 

Por isso para entrar neste ambiente especial devemos oferecer um bem alimentar não perecível que depois é entregue a associações de solidariedade social que ajudam famílias carenciadas do conselho de Sintra. Quem quiser pode também entregar ração para animais que vão ajudar instituições de apoio a estes nossos amiguinhos.

 

Durante o mês de Dezembro, se puderem, não deixem de visitar com toda a família, a Vila de Sintra.

 

O Reino do Natal tem o seguinte horário:
Dias de semana (7, 14 e 15 de Dezembro): das 9h00 às 17h00; 
Sábados, domingos, feriados e nos dias 16, 17, 19, 20, 21, 22 e 23 de Dezembro das 11h00 às 19h00.
O Mercado de Natal do Largo Rainha Dona Amélia funciona todos os dias das 10h00 às 18h00.
No Newsmuseum, as crianças e adolescentes são convidados a gravar e partilhar uma reportagem de televisão sobre o Reino do Natal, todos os dias, das 9h30 às 18h00.

 

Podem encontrar o programa completo do Reino de Natal e de todas as outras actividades Natalícias do conselho de Sintra aqui

 

Destaco o bailado clássico Giselle no Centro Cultural Olga Cadaval, o vídeo mapping “Oficina do Natal” projectado nas fachadas exteriores do Palácio Nacional de Queluz e o Concerto para bebés “Manhã de Natal” no Palácio de Monserrate.

Mas há muito mais para ver e fazer por isso não deixem de espreitar 😃

 

Tchau!

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CAFÉ DA GARAGEM

Um dos meus locais preferidos para escapar ao reboliço de Lisboa e sentar-me a relaxar, a ler um bom livro ou agora no Inverno, a apreciar uma chávena bem quente de chá de gengibre é o Café da Garagem no Teatro Taborda.

 

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O ambiente é confortável...

 

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A decoração ( de Joana Astolfi ) é peculiar e divertida ...

 

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E a vista é maravilhosa... ao pôr do sol é mais incrivel ainda! 😊

 

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A comida servida (saladas, tostas, queijos e enchidos, sobremesas...) também é boa e o atendimento é atencioso 😊

 

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Morada: Teatro Taborda Costa do Castelo, 75 1100-178 Lisboa.
Aberto de 3ª a Domingo das 15h às 24h
2ª feira aberto das 18 às 24h
6ª e Sábado encerra às 02h.

 

E vocês para onde gostam de fugir? 😃

 

Tchau!

Travellight

 

 

UMA VISITA AO MNAz

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Instalado no mosteiro da Madre de Deus, o Museu Nacional do Azulejo (MNAz) é um dos mais interessantes e possivelmente um dos menos conhecidos dos museus Lisboetas. A sua singular colecção exibe azulejos que permitem um belo passeio através da história desta arte desde o século XV até aos dias actuais.

 

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Ao longo de várias salas, distribuídas por 3 pisos, podemos acompanhar a evolução dos processos de fabricação e de estilo do azulejo e visitar também exposições temporárias que transmitem uma perspectiva bem contemporânea e moderna desta arte secular.

 

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Aprendemos que o azulejo chegou a Portugal pelas mãos dos Mouros e que o seu nome deriva da palavra árabe que significa “pedra polida”. Podemos ver as técnicas utilizadas ao longo dos anos e participar de oficinas de modelação de cerâmica e/ou pintura de azulejo.

 

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Alguns dos painéis são maravilhosos, pintados à mão, cheios de detalhes e retratam cenas clássicas, mitológicas ou religiosas

 

Uma das peças de destaque do museu tem direito a um piso e sala própria. O painel “Grande Panorama de Lisboa”, atribuído a Gabriel del Barco e proveniente do antigo Palácio dos Condes de Tentúgal foi montado numa longa parede e é composto por 1.300 peças.

 

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Foi feito em 1738 antes do Grande Terremoto em 1755 que mudou a paisagem de Lisboa por isso a sua observação, para quem gosta de história como eu, desperta muito mais curiosidade.😃


Mas o espaço mais incrível do MNAz é a bem conservada Igreja da Madre de Deus.

 

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A capela, parte do antigo mosteiro foi decorada em estilo barroco e tem uma opulência que te faz dizer “uau” assim que entras pelas suas portas.

 

A talha dourada, os painéis de azulejos, as figuras religiosas, as pinturas a óleo, os relicários. Tens tanto para ver e descobrir que é difícil saber para onde olhar.


Sentem-se uns minutos nos bancos e tentem admirar os detalhes. É uma capela absolutamente maravilhosa!

 

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Depois da visita ao museu podem comer ou descansar um pouco no café / restaurante do MNAz. O espaço é bastante agradável e tem um bonito jardim interior.

 

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É um bom passeio para fazer no fim de semana. A entrada para adultos custa 5,00 €. Existe um desconto de 50% para idosos (+62 anos), estudantes e jovens.


Para mais informações sobre o horário e como chegar, por favor consultem o site do museu aqui 

 

Recomendo esta visita a todos que tenham curiosidade de saber um pouco mais sobre este símbolo emblemático da cultura Portuguesa: o Azulejo.

 

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Tchau!
Travellight

 

24 HORAS EM PARIS

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Paris é uma cidade onde não há falta do que ver ou fazer e onde não nos importamos de ficar sempre um pouco mais (eu pelo menos sou assim 😀).


Mas agora imaginem que apenas lá podem passar um dia. Que viajam a trabalho e tem pouco tempo ou que estão em transito para outro destino e querem aproveitar e fazer uma escala nesta cidade.

 

Como seria então um dia perfeito em Paris?

 

Para mim seria mais ou menos assim:

 

Acordem bem cedo e assistam ao nascer do sol no Sacré Coeur. Se o céu estiver limpo o amanhecer naquela catedral histórica da cidade é maravilhoso! 😊

 

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Desçam pela Rue de l'Abreuvoir. A vista voltada para o Sacré Coeur é considerada uma das mais bonitas e pitorescas da cidade.

 

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Sigam depois pela Rue Girardon e depois pela Rue Lepic até chegar ao Boulevard de Clichy onde encontram o Moulin Rouge, o mais famoso cabaré de Paris, imortalizado pelas pinturas de Toulouse-Lautrec e pelo filme “Moulin Rouge”

 

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E falando em filmes, se gostaram d’ “O Fabuloso Destino de Amélie” podem parar para tomar o pequeno almoço no Café des 2 Moulins onde ele foi filmado. Vale a pena visitar o espaço nem que seja para provar o Crème Brûlée, sobremesa preferida da personagem. (Rue Lepic, 15).

 

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Apanhem depois o metro na estação Blanche e sigam para o Arco do Triunfo (estação Charles de Gaulle - Etoile), outro ícone de Paris. Continuem por uma das avenidas mais famosas do mundo, a Avenue des Champs-Élysées, onde encontramos algumas das lojas mais caras de Paris como a Louis Vuitton e a Ladurée, com os seus clássicos macarons (que agora também já temos em Lisboa 😋)

 

Se quiserem almoçar na zona dos Champs-Élysées, experimentem Le Drugstore. É localizado na Publicis Drugstore , que é um misto de livraria, café e padaria (Av. des Champs-Élysées, 133)

 

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Para algo mais requintado (e caro) optem pelo restaurante Le George (Avenue George V, 31).


Se não quiserem gastar muito podem ir ao Five Guys (Av. des Champs-Élysées, 49-51 Não tem nada de francês mas os hamburguers são bons e o serviço rápido e assim ficam com mais tempo para descobrir a cidade luz. 😃


Depois do almoço voltem a apanhar o metro e saiam em Trocadéro a estação mais próxima da Torre Eiffel. É impossível visitar Paris e não ver o seu maior símbolo certo?

 

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Depois das fotos da praxe caminhem até à Ponte Alexandre III, uma das pontes mais bonitas e românticas da cidade. (o percurso leva cerca de 20 minutos).

 

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Depois de ver a Ponte Alexandre III, podem continuar até à Place de la Concorde, uma das praças Parisienses mais famosas e palco de importantes acontecimentos da história da França. Ao lado, está o Jardin des Tuileries, onde podem descansar as pernas e comer um gelado ou se estiver frio, tomar um vinho quente que se vende nos quiosques.

 

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Sigam para o Museu do Louvre. Comprem antecipadamente os bilhetes on-line para evitar as filas. O museu é muito grande por isso, se tiverem o tempo contado, decidam antecipadamente que secções querem ver e mesmo assim contem no mínimo com duas horas. 

 

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Finalizada a visita ao Museu do Louvre, sigam pela Rue de Rivoli para chegar até à Place Vendôme e de lá, andem pela Rue de la Paix por cinco minutos até chegarem à bela Ópera Garnier.

 

 

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Logo atrás, ficam as Galeries Lafayette. Entrem e admirem o seu interior, principalmente a cúpula de vidro. Se forem em Novembro ou Dezembro com certeza vão ficar encantados com as decorações e com a incrível árvore de Natal que todos os anos muda (a deste ano já foi montada!).

 

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Sugiro jantarem na Galeria Lafayette Gourmet. Lá tem um pouco de tudo, desde frutas, queijos e presuntos, até vinhos e massas, frutos do mar, doces e pães deliciosos.

 

Para terminar o dia em beleza, se não se importarem de gastar mais, jantem e fiquem hospedados no Intercontinental Paris Le Grand. É um hotel fantástico e alguns quartos tem varandas com vistas incríveis para a Opéra.

 
Para algo bem mais em conta mas igualmente bom fiquem no Hôtel du Triangle d'Or, também na zona da ópera.

 

 

Bom fim de semana!
Travellight