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The Travellight World

Inspiração, informação e Dicas de Viagem

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ALGARVE I CALENDÁRIO DE EVENTOS

Olá amigos viajantes!

 

Já estão ou vão partir de férias para o Algarve? Querem saber o que podem ver e fazer?

 

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Não sei se já conhecem o site  AlgarvEventos. Este site permite consultar facilmente todos os eventos, festas, feiras e concertos, a acontecer por terras Algarvias ao longo do ano. 

 

Já dei uma vista de olhos pelo calendário e o Agosto (como sempre) vai ser animado! 😃

 

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Boas férias!

Travellight

 

 

 

 

PARQUE NACIONAL TORTUGUERO I COSTA RICA

Olá amigos viajantes!

 

Quem acompanha o meu blog (obrigadaaa!😘) já sabe que adoro parques nacionais e animais.


Pois hoje vou falar-vos de mais um, por isso apertem os cintos e vamos voar até à Costa Rica para visitar o Parque Nacional Tortuguero.

 

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Tortuguero fica numa área remota da Costa Rica e só consegues lá chegar de avioneta ou de barco.
Eu fui de barco e parti de Moín, perto de Puerto Limon.

 

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Assim que nos aproximamos da margem, a pequena aldeia de Tortuguero desperta a nossa atenção. É colorida, tem casinhas à beira do rio e muitos barcos. 

 

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Se olharmos com atenção descobrimos logo alguns pássaros 😊

 

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A aldeia está mesmo cheia de cor! Há painéis e murais coloridos por todo o lado.

 

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Não percebi porque é que a sanita estava do lado de fora... 😳

 

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Eu fiquei hospedada no Evergreen Lodge, um alojamento confortável, à entrada do Parque, com cabines ecológicas e uma rede de trilhas e pontes em suspensão que nos conduzem até ao interior da floresta tropical.

 

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O caminho por entre as árvores centenárias está cheio de vida selvagem. Só temos de ficar atentos e manter os olhos bem abertos para encontrar bonitos pássaros tropicais, macacos, preguiças, iguanas ou rãs. É preciso ter cuidado porque algumas espécies de rãs e cobras podem ser venenosas.

 

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Tortuguero é o lar de 3 espécies de macacos, e eu consegui ver todas elas 😃.

 

Os macacos bugio emitem um som assustador mas não são assim tão assustadores quando os conseguimos ver.

 

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Os mais engraçados são os macacos-aranha com os seus braços compridos.

 

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e os mais matreiros e inteligentes são os macacos capuchinhos, que estão sempre à espreita para ver se conseguem roubar alguma comida aos incautos turistas.

 

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Dentro do parque é possivel fazer passeios de barco pelo rio e descobrir toda a diversidade vegetal e animal presente naquele local.

 

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Ao todo, Tortuguero abriga 60 espécies de mamíferos, 57 espécies de anfíbios, 111 espécies de répteis, mais de 300 espécies de aves, mais de 400 espécies arbóreas e mais de 2.000 espécies de plantas!

 

Tortuguero é o principal destino ecológico do mar das Caraíbas e o terceiro parque nacional mais visitado da Costa Rica.

 

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Mas a principal atracção do Parque Nacional de Tortuguero e a razão pela qual a maior parte das pessoas o visita é, como o próprio nome indica, as tartarugas (Tortuguero = Lugar das Tartarugas).

 

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Um exército de tartarugas coloca todos os anos os seus ovos nas praias do parque e entre Junho e Outubro a maioria desses ovos eclode e quem estiver presente pode testemunhar o espectáculo maravilhoso que é ver dezenas  de tartarugas bebés a correr para o mar.

 

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É possível ver algumas tartarugas colocar ovos durante o dia, mas a maioria delas chega durante a noite e é preciso um guia para visitar as praias nessa altura (não é permitido a ninguém estar na praia desacompanhado depois das 18h00). Para viajantes independentes, isso pode ser organizado através de um quiosque turístico que existe na aldeia de Tortuguero ou através do hotel em que estamos hospedados. E vale bem a pena, já vos digo 😃

 

A mim deixou-me com um mega sorriso nos lábios 😊

 

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Espero que tenham gostado da visita virtual!

 

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Tchau!

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MADE IN TAIWAN

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Quando o avião estava a aterrar em Taipei, eu não pensei, como de costume: “Boa um novo país para explorar!”, não… curiosamente aquilo que surgiu na minha cabeça foi a imagem de uma pequena tesoura desdobrável que quando eu era miúda se vendia por todo lado (não sei se se lembram disso??) e porquê? perguntarão vocês, bem, porque acho que foi a primeira vez na vida que reparei na etiqueta MADE IN TAIWAN. Perguntei à minha mãe o que aquilo significava e ela disse-me: “significa que a tesoura é feita na China”.

 

Mas Taiwan é na China? aquilo para mim não fazia sentido, se era na China devia de dizer “MADE IN CHINA” não? Bom, a minha querida mãe não teve paciência de me explicar mais nada (eu devo admitir que era uma criança muito chata, fazia muitas perguntas, questionava tudo 🤔, enfim tirava a paciência a um santo 😇

 

Nunca mais pensei nisso até este ano ter decidido aproveitar um voo barato (73 € - na JetStar Japan) de Tóquio para Taipei.

 

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Como no meu inconsciente estava que Taiwan era um território Chinês assumi que precisava de visto para entrar. Mas tive uma boa surpresa - não era necessário.

 

A dúvida ressurgiu na minha mente: afinal Taiwan é um país independente ou é parte da China?

 

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A relação de Taiwan com o seu vizinho do continente é complexa e muitas vezes difícil, É tudo muito complicado, mas do que me pareceu, a República Popular da China considera oficialmente Taiwan parte do seu território mas Taiwan mantém um governo independente, democrata e soberano. A situação chegou a um ponto em que os interesses económicos são tão importantes que cada parte fica com a sua ideia e ninguém se chateia 😃.

 

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Apesar da confusão, ou talvez por causa dela, Taiwan conseguiu criar uma identidade própria, forte e florescente não só do ponto de vista económico mas também social.

 

Mas considerações históricas à parte, vamos ao que realmente interessa: Vale a pena visitar Taiwan?

 

Numa palavra - SIM!

 

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Para quem aprecia arquitectura, Taipei, a capital, é uma interessante fusão entre o tradicionalismo chinês, influências Japonesas e o melhor da modernidade - o Taipei 101 - 3º edifício mais alto do mundo (que já foi o nr.º 1) é um bom exemplo disso. E depois encontramos árvores com mais de cem anos, riachos e quedas de água maravilhosamente integrados no tecido urbano 😊.

 

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Para quem gosta de natureza, metade do país está coberto de montanhas e tem nove parques nacionais, dos quais destaco o Parque Nacional de Taroko e o de Yangmingshan. Graças a uma rede ferroviária de alta velocidade, grande parte disso está agora acessível.

 

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E para quem o mais importante é comer bem… meu Deus, só vos posso dizer que os aromas, o cheiro a especiarias, principalmente quando cai a noite, está por todo o lado. A comida de rua é variada, deliciosa (às vezes estranha), rápida e barata mas também há restaurantes excelentes (e caros) e bons cafés.

 

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Para quem gosta de fazer compras, é um paraíso onde encontras de tudo, desde a mais barata loja de rua até às marcas mais luxuosas.

 

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As pessoas são super simpáticas e sempre dispostas a ajudar o visitante estrangeiro. Par terem uma ideia as estações de metro até oferecem guarda-chuvas grátis nos dias chuvosos! 😀

 

Por isso se estiverem a pensar em fazer uma viagem para aqueles lados, considerem passar por Taiwan. Eu não me arrependi nada da minha decisão! 😃

 

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A FLORESTA DE BAMBU DE ARASHIYAMA

Um dos locais mais bonitos para fotografar no Japão é a floresta de Bambu de Arashiyama

 

Não é à toa que se transformou numa das principais atracções da cidade de Quioto.

 

Ainda assim, nenhuma imagem pode capturar a sensação de estarmos sozinhos no meio desta floresta fantástica.

 

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Já tinha visto várias imagens do local, mas a primeira vez que lá fui fiquei (um pouco) decepcionada porque era uma área bem mais pequena do que parecia nas fotos por isso é importante, se estão a pensar visitar este lugar, ir mesmo, mas mesmo, MUITO, MUITO CEDO, porque quando começa a encher de gente parece ainda mais pequeno e perde-se quase toda a magia.

 

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Agora ao amanhecer, quando o silêncio é quase completo, com excepção do chilrear dos pássaros, e tu tens o trilho só para ti, aí posso dizer-vos, é verdadeiramente maravilhoso!

 

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Podemos contratar um riquexó para passear pelo trilho

 

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E aproveitar para visitar um templo próximo que tem jardins que dão para o trilho principal da floresta de bambu.

 

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Para aqui chegarem a partir da cidade de Quioto basta apanhar o comboio da linha JR Sagano, saír na estação de Arashiyama e andar cerca de 10 minutos seguindo as placas que indicam a entrada do famoso trilho de bambu.

 

A Estação de Arashiyma em si é muito bonita. Tem um comboio antigo em exposição, um pequeno jardim e um mural belíssimo.

 

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“When a storm comes, bamboo bends. It doesn't break.”


― Michelle Moran

 

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...E AGORA PARA ALGO COMPLETAMENTE DIFERENTE!

Que Londres é uma cidade fantástica para visitar já todos sabemos e a maioria de nós já conhece, ou pelo menos já ouviu falar do Big Ben, do London Eye, do Palácio de Buckingham Palace e de outros grandes marcos da capital Inglesa. Mas até numa cidade tão popular como Londres conseguimos encontrar alguns lugares e actividades que são menos conhecidos e que valem a pena experimentar.

 

Deixo abaixo algumas sugestões para quem está a pensar passar férias para aqueles lados:


Experimentem um gelado feito com nitrogénio líquido no Chin Chin Labs

 

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A adição de nitrogénio líquido torna o gelados densos e deixa-os com uma textura super lisa.
Há sempre uma variedade de sabores, que mudam todas as semanas, mas um dos mais populares é o Red Velvet - uma verdadeira de-li-cia!!

 

Em Portugal sei que há uma loja semelhante em Alvalade mas acho que não conseguem chegar à qualidade destes (mas isto é só a minha opinião é claro).

Morada: 49-50 Camden Lock Place, Londres NW1 8AF

 

Visitem o Kyoto Garden

 

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Este é um jardim de estilo japonês muito bonito, com uma queda de água, um lago cheio de carpas Koi, flores bem cuidadas, esquilos e pavões.


É pequeno, e por vezes enche muito por isso se gostam de paz vão de manhã bem cedo.

Morada: Holland Park, Holland Park Ave, Kensington, London W11 4UAR

 

Falso Downing Street

 

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Se querem pregar uma partida aos vossos amigos (e vê-los gritar "fake news!!") é só dizer que foram convidados para tomar chá com a Primeira Ministra Britânica em Downing Street e tirarem uma foto no nrº 10 da Adam Street. É (quase) igualzinha ao nr º 10 de Downing Street , só não tem os seguranças para vos expulsar de lá 😜

 

Visitem Little Venice

 

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Little Venice é bem perto da estação de Paddington e é o ponto em que o Regent’s Canal se encontra com o Grand Junction Canal. 

 

É um lugar muito agradável para passear a pé ou de barco. Há pubs e cafés onde nos podemos sentar, tomar algo e apreciar a vista.


A London Water Bus Company oferece passeios panorâmicos (de Abril a Outubro) de hora a hora, que vão do Regent’s Canal até ao Tamisa, passando pelo Regent’s Park e o London Zoo.

 


Visitem museus (pequenos) menos conhecidos

 

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Como o Museu Sherlock Holmes em Baker Street,  uma visita obrigatória para todos os fãs do detective mais famoso de sempre.
Morada: 221b Baker St, Marylebone

 

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Ou passem pelo The Vault no Hard Rock Cafe que, como todos os Hard Rock Cafe´s, abriga exposições ligadas à música. A particularidade desta casa é que foi a primeira da conhecida rede de restaurantes e apresenta muitas peças raras de estrelas musicais.

Morada: 150 Old Park Lane, Mayfair

 


Experimentem os melhores chás das 5 da cidade:

 

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Charlie & The Chocolate Factory no One Aldwych

 

Os amantes do chocolate (o meu caso 😋)  tem de experimentar este chá da tarde no Hotel One-Aldwych. Servido no bar do átrio do hotel, o menu apresenta algodão doce, leite de chocolate com caramelo e sobremesas mais tradicionais. Deliciem-se também com o (opcional) Cocktail Charlie (whisky, Grand Marnier Cherry, chocolate amargo e champanhe. Convém reservar com antecedência. Mais informações aqui

 

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Mad Hatters Afternoon Tea no Sanderson

 

O chá do Hotel Sanderson é inspirado na história de Alice no País das Maravilhas e transporta-nos para uma  verdadeira viagem pelo livro com toques especiais como a porcelana divertida em que é servida o chá, o croque monsieur King of Hearts ou a poção da Alice que tem a etiqueta “bebe-me" ". Podem saber mais informações e reservar aqui

 

Tchau!

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A ALDEIA DAS MULHERES DE PESCOÇO LONGO

A primeira vez que ouvi falar do povo Karen foi há muitos anos num programa da National Geographic. Lembro-me que fiquei fascinada com a imagem daquelas mulheres com pescoços compridos adornados por anéis dourados. Sempre tive curiosidade de conhecer essa cultura de perto por isso, durante a minha última visita ao norte da Tailândia decidi aproveitar e visitar uma das inúmeras aldeias que as autoridades Tailandesas criaram para albergar este povo.

 

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A experiência foi interessante.

 

Quando decidi visitar a aldeia li um pouco sobre o assunto e algumas questões éticas colocaram-se. Muitos diziam que as aldeias não passavam de um “zoo” humano onde refugiados eram expostos como “bichos” para entretenimento dos turistas. Outros porém diziam que valia a pena a experiência para conhecer estas tribos de perto e ajudar na sua sobrevivência uma vez que a sua única fonte de rendimento é a venda de peças de artesanato a turistas.

 

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Gosto de tirar as minhas próprias conclusões por isso decidi que devia de ir e ver com os meus próprios olhos o que eram estas aldeias.

 

Eis o que descobri:

Os Karen são um povo originário de Myanmar (anteriormente Birmânia) composto por várias tribos a mais conhecida das quais é a “Padaung” também conhecida por tribo “dos pescoços longos” por suas mulheres usarem anéis de bronze ao redor dos pescoços. Os seus pescoços na verdade não alongam, o que os anéis fazem, à medida que são adicionados,  é baixar os ombros e a caixa torácica dando a aparência de um pescoço comprido.

 

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No final dos anos 80 e início dos anos 90, alguns Padaung começaram a mudar-se para o norte da Tailândia atravessando a fronteira para fugir da turbulência política em Myanmar, dos trabalhos forçados, da fome e da violência que assolavam o país.

 

Inicialmente, eles ficaram em campos de refugiados mas gradualmente foram transformando-se numa atracção turística pelos seus trajes típicos e pela tradição das mulheres usarem, a partir dos 5 anos de idade, anéis à volta do pescoço para lhes dar a aparência alongada e, segundo me disseram, proteger dos ataques dos tigres. As autoridades tailandesas construíram então aldeias artificiais para promover o turismo na parte norte da Tailândia e transferiram os Padaung e outros grupos étnicos como os Yao, os Lahu e os Hmong, para lá.

 

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Como imigrantes ilegais, estas pessoas tem muita dificuldade de adquirir a cidadania Tailandesa, e as autoridades locais também não parecem nada interessadas em facilitar este processo.

 

Disto resulta que muitos deles se sintam presos numa espécie de “limbo”. Por um lado não podem voltar para o seu país, Myanmar, porque são perseguidos, passam fome e são obrigados a trabalhos forçados nos campos. Por outro lado não são livres de ir e vir na Tailândia, não tem quaisquer direitos, não podem trabalhar fora das pequenas áreas que lhes foram designadas e muitas destas “aldeias” não tem nem electricidade, estradas, cuidados de saúde ou escolas para além do ensino básico.

 

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É como se fossem obrigados a permanecer parados no tempo…

 

O preço de manter vivas as suas tradições parece demasiado alto e injusto principalmente para as jovens da tribo Padaung.

 

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Quando pousamos as máquinas fotográficas e realmente paramos para falar com as pessoas reparamos que há duas atitudes distintas: Os mais velhos parecem mais conformados com a sua sorte, as senhoras idosas pareciam ter orgulho genuíno nas suas tradições e sentiam prazer em explica-las (no seu fraco inglês) e mostra-las a quem, como nós estava interessado em conhecer e aprender. Não pareciam nada incomodados com os turistas e agradeciam a sua presença. Sabem que dependem deles para sobreviver porque o seu único rendimento é o dinheiro que resulta da venda das peças de artesanato que fabricam. Apesar disso nunca senti pressão para comprar nada.

 

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Os mais jovens, pelo contrário, mostram revolta pela sua situação. Já nasceram ali, não percebem porque não tem direitos como todos os outros na Tailândia. Porque não podem sair da “aldeia”, porque não podem trabalhar cá fora, estudar para além do ensino básico. Porque é que as entradas que os turistas pagam para visitar a aldeia (que não são tão baixas como isso) não são para eles mas para o Tailandês dono da terra. Sentem-se “pequenos” face aos outros, como me disse uma rapariga que não devia ter mais de 21 anos.


Muitas não gostam de usar os anéis (e não usam) e não gostam de fotografias. A “obrigação” de os usar está a matar o gosto e o respeito pela tradição.


Aquilo que outrora foi símbolo de orgulho e beleza, hoje é para estas jovens símbolo de uma quase escravatura.

 

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Então porquê visitar estas aldeias?

 

Acredito que a experiência de visitar uma destas aldeias é aquilo que quisermos fazer dela. Quando chegamos a atmosfera parecia mesmo um pouco encenada e a “aldeia” parecia apenas um mercado de artesanato com as suas banquinhas cheias de souvenirs, mas assim que guardamos a máquina e começamos a interagir directamente com as pessoas tudo mudou, as mulheres relaxaram e mostraram tanto interesse em nós como nós nelas. Sorriram, riram e algumas até pediram para eu as fotografar. Fiquei muito grata porque realmente elas são todas muito fotogénicas 😊

 

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A maioria dos turistas apenas tira fotos (nem pede autorização), compra alguma coisa (se comprar) e parte. São estes que criam um ambiente de jardim zoológico humano.

 

Se querem visitar uma aldeia destas, mostrem respeito pelas pessoas, peçam autorização para fotografar, falem com elas, mostrem interesse sobre a forma como os produtos que vendem são feitos, peçam aos mais velhos para falar da sua pátria Myanmar e aos jovens das suas expectativas na Tailândia e vão ver a sua atitude mudar.

 

Depois dêem a conhecer ao mundo como estas pessoas vivem e se quiserem mesmo ajudar e acham que comprar artesanato vai incentivar a continuação da exploração turística deste povo contribuam para uma ONG como a Karen Women Organization 

 

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COREIA I UM VISLUMBRE DO PASSADO

Quando visitamos a Coreia do Sul deparamos-nos com um país moderno, vibrante que nos surpreende com os seus edifícios altos, lojas tecnológicas e movimentados mercados nocturnos.


Mas a nação que nos deu as televisões LG e os telefones Samsung tem também um lugar chamado Gyeongbokgung, onde podemos recuar no tempo e imaginar outra época. Uma época de imperadores e suas cortes e onde a Coreia não era do Norte nem do Sul mas antes um único e grande país.

 

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Construído originalmente em 1395, Gyeongbokgung, é um palácio real localizado em Jongno-gu, a norte de Seul. 
Era o principal e maior palácio de entre os "Cinco Grandes Palácios" construídos pela Dinastia Joseon e o seu nome significa "Palácio" [Gung] "Grandemente Abençoado pelo Céu" [Gyeongbok].


No início do século XX, durante a ocupação Japonesa, grande parte do complexo real foi destruído. Afortunadamente um belíssimo trabalho de restauração - que dura até hoje - conseguiu devolver a forma e a gloria original deste símbolo da soberania Coreana.

 

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Dentro das muralhas do palácio encontramos, entre outras coisas, belos jardins, um templo, a biblioteca privada do rei, a recriação de uma antiga aldeia Coreana e o museu nacional do folclore.

 

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Chegar aqui é fácil, basta apanhar o metro e sair na paragem Gyeongbokgung, saída 5.
O bilhete é bastante barato (custa cerca de 3,00€ )


Uma curiosidade sobre este local é que grande parte dos Coreanos quando visitam o palácio optam por vestir o Hanbok - traje tradicional do país- porque se o usarem a entrada é gratuita.
Os turistas também podem alugar estes trajes e entrar de graça. Existem muitas lojas nas imediações do Palácio que alugam hanboks à hora.

 

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A sua presença ajuda a criar a ilusão de que viajamos até outro tempo e proporciona fotografias ainda mais interessantes do local.

 

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Enquanto eu vagueava por lá e fotografava os jovens a divertirem-se “brincando de príncipes e princesas”, sem qualquer sombra de preocupação no rosto, tirando selfies e fazendo poses imperiais, não pude deixar de pensar na conversa que tinha tido ao jantar na noite anterior com dois jovens Sul-Coreanos.

 

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Eles pertencem a uma geração que cresceu numa Coreia diferente. Os seus pais cresceram num país empobrecido, destruído pela guerra, que dependia dos EUA para tudo. Já a geração mais nova cresceu num país que atingiu o status de nação desenvolvida, que tem uma economia forte e uma democracia jovem. Eles pouco ou nada sabem (ou querem saber) sobre a Coreia do Norte. Até certo ponto eles cresceram inconscientes, mesmo que a ameaça esteja sempre lá…


A lei de segurança nacional imposta pelas autoridades Sul-Coreanas impede o acesso a informações sobre a Coreia do Norte, e isso, como não podia deixar de ser, limita a consciência e a compreensão dos factos.

 

De qualquer modo percebi que há um sentimento de que nada do que se passa é novidade. A península está em estado de guerra há anos. O Norte ameaça, ameaça e depois (graças a Deus) não acontece nada.

 

Eles até se riram e disseram-me que as ameaças acontecem todas as Primaveras. O Norte para eles é algo previsível.

 

A mim no entanto esta história faz-me lembrar a de Pedro e o Lobo… tanto ele grita e grita que um dia quando for verdade ninguém acredita.

 

Mas desta vez, disseram-me, há um elemento novo que está a fazer aumentar o receio - Donald Trump. O Presidente Americano  é, neste momento, o factor imprevisível dentro da equação que eles consideram “previsível” .

 

Os Sul-Coreanos no geral não me pareceram muito preocupados com o programa nuclear da Coreia do Norte. Segundo eles o programa destina-se a atingir os EUA e não necessariamente a ameaçar a Coreia do Sul - embora obviamente saibam, que se algo correr mal, a Coreia do Sul pela sua relação com os Americanos sofreria os efeitos colaterais.

 

Mas por enquanto eles continuam felizes e despreocupados a tirar selfies no Palácio Gyeongbokgung e eu espero, de coração, que assim continuem 😊

 

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VARSÓVIA

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Quando cheguei a Varsóvia já era bem tarde do dia e por causa da hora estava hesitante em usar o comboio que liga o aeroporto ao centro da cidade, mas como o meu hotel ficava perto da estação central resolvi arriscar e em boa hora o fiz porque o comboio era super seguro e rápido.

 

Talvez por ter chegado de noite, à primeira vista, achei Varsóvia uma cidade triste, cinzenta e fria. Perto do meu hotel, o Palácio da Cultura e da Ciência - um edifício do tempo Soviético - dava-lhe uma aparência austera. Mas isso foi mesmo só a primeira impressão. Varsóvia (e a Polónia no geral) foi uma boa surpresa para mim, revelando-se uma das metrópoles mais interessantes da Europa Central, cheia de contrastes inspiradores e contradições inesperadas, com uma cultura rica e muita história.

 

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Depois de uma noite bem dormida e do estômago aconchegado por um belo pequeno almoço, iniciei a exploração da cidade com um passeio a pé pelo centro histórico da Capital Polaca.

 

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Esta área pitoresca, impecavelmente reconstruida após a II Guerra Mundial, tem um lugar na lista dos Patrimónios Mundiais da UNESCO e tem imensos pontos de interesse.

 

Um deles - a Praça do Mercado - remonta ao século XIII, onde costumava ser o centro da vida pública de Varsóvia, acolhendo discursos políticos e execuções. Hoje continua cheio de vida, com artistas de rua, lojas de souvenirs e bons restaurantes.

 

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Temos depois o Castelo Real, A fortaleza (Barbican), o Grande Teatro (que funciona como ópera e casa do Ballet Nacional) e vários museus.

 

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Os mais interessantes para mim foram o Museu de Literatura e o Museu Histórico de Varsóvia.
Gostei especialmente do Museu da Literatura que abriga uma colecção de retratos, manuscritos e outros itens valiosos ligados à literatura Polaca.

Ainda no Centro Histórico experimentei uma cerveja local com xarope de framboesa. Esta bebida servida tipicamente com uma palhinha é muito popular na Polónia durante o Verão. É refrescante e diferente mas não sei se repetiria, o sabor não me convenceu 😝

 

Existem walking tours gratuitos pelo centro histórico que nos dão bastante informação sobre o local e terminam com um shot de vodka 😃. Eu recomendo a Orange Umbrella Tour.

 

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Uma coisa que chamou muito a minha atenção em Varsóvia foram os vários estilos arquitectónicos que consegui identificar, desde o período medieval até o barroco, o século XIX, o modernismo e a Bauhaus. As cicatrizes da Segunda Guerra Mundial ainda são visíveis em alguns edifícios, e as impressões soviéticas são omnipresentes.

 

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Varsóvia é uma cidade grande, mas para quem gosta de andar é possível chegar a muitos dos locais turísticos a pé. Mas se preferirem não se cansar muito, a cidade tem um extenso sistema de transporte público que funciona bastante bem.

 

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Das atracções a não perder para além do centro histórico destaco:

 

- Museu Chopin

(vejam o post que fiz sobre o museu aqui)

 

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- POLIN - Museu da História dos Judeus Polacos

 

O museu conta a história dos Polacos Judeus. Encanta pela sua extraordinária arquitectura simbólica, bem como pela própria exposição, que inclui uma réplica da abóbada de uma sinagoga do século XVII. Localiza-se no centro do antigo bairro judeu.

 

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- Palácio da Cultura e Ciência

 

Este edifício é a personificação da arquitectura socialista. É ainda o edifício mais alto da Polónia. Tem uma plataforma de observação no 30º piso que oferece uma vista panorâmica da cidade (eu não subi mas acredito que a vista seja excelente)

 

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- Copernicus Science Center

 

Um museu interactivo dedicado a Nicolau Copérnico (que era Polaco), divertido para quem se interessa por ciência ou para quem viaja com crianças. O museu tem muitas experiências que as crianças podem realizar e aprender enquanto se divertem.


Uma nota final para a culinária Polaca. Esqueçam a dieta aqui, há muitos petiscos para experimentar desde os pierogi, deliciosos pasteis de massa recheados de batata e requeijão, passando pelos kołduny (pasteis de massa recheados com carne), os zrazy (bifes finos enrolados com vários tipos de recheio), até aos crepes de queijo dos bares de leite (milkbars) - outra herança dos Soviéticos.

 

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Em suma, Varsóvia é uma cidade vibrante que vale a pena descobrir!


Tchau!
Travellight

PAPHOS I CIDADE EUROPEIA DA CULTURA 2017

Olá amigos viajantes!

 

Vocês já tinham ouvido falar na cidade Cipriota de Paphos?

 

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Diz a lenda que foi aqui que nasceu a deusa grega do amor, Afrodite 😊

 

Eu confesso que até ser nomeada Cidade Europeia da Cultura 2017, pouco conhecia de Paphos e do Chipre em geral, assim quando fui para lá não tinha nenhuma ideia sobre o que poderia encontrar.

 

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Descobri que o Chipre é um destino calmo, com sol quase todo o ano, perfeito para uma escapadinha romântica ou uns dias relaxados de férias.

 

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Paphos especificamente não tem milhares de coisas para fazer, mas para os amantes da natureza tem praias e belas paisagens. tem uma linha costeira linda que podemos percorrer a pé ou de bicicleta. Tem bons hotéis e fantásticos monumentos arqueológicos para explorar e, este ano, uma agenda cultural diversificada e bastante interessante.

 

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Apontem aí o que não devem perder se resolverem eleger este como o vosso destino de férias:

 

Podem começar por visitar o Parque arqueológico e explorar os Túmulos dos Reis.

 

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Sigam depois para o porto de Paphos - o mais antigo porto do país - e visitem o seu Forte Medieval. Este forte bizantino foi originalmente construído para proteger o porto mas depois foi desmantelado pelos venezianos e novamente reconstruido pelos otomanos. É uma peça arquitectónica interessante.

 

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Ao pé do forte está actualmente montado um palco onde este ano se realizam os concertos que fazem parte da agenda cultural Paphos 2017

 

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O porto tem artistas de rua a vender as suas criações, lojas de souvenirs e muitos cafés e restaurantes onde podem almoçar ou jantar. Eu recomendo o restaurante Harbour Café, serve uma mussaka deliciosa.

 

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Do porto partem também muitos tours que levam os turistas a passear de barco para descobrir a costa de Paphos e suas grutas e baías de água cristalina.

 

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Existem alguns restos decentemente preservados do período romano de Paphos espalhados perto da área do porto, todos datam do século II. O Odeon, um pequeno teatro, ainda hoje é usado para festivais de música de verão.

 

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Aqueles que não passam sem fazer umas comprinhas podem ir ao Kings Avenue Mall, O maior centro comercial de Paphos.

 

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Ainda na cidade, não deixem de visitar a Basílica de Hrysopolitissa e o Pilar de São Paulo

 

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Esta extensa ruína pertence àquela que foi a maior basílica bizantina de Paphos, e as colunas dispersas e os mosaicos que sobreviveram ao tempo são testemunho de sua grandeza há muito desaparecida.

 

Datada do século IV - o auge do poder bizantino em Chipre - foi destruída em 653 d.C durante os ataques árabes à ilha.

 

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No extremo oriental do local está a Igreja Ayia Kyriaki, que ainda hoje é usada para serviços católicos e anglicanos. 

 

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Na extremidade ocidental do local fica a coluna do São Paulo, onde se acredita, o santo foi preso e chicoteado por pregar o Cristianismo. conta-se que depois disso S.Paulo conseguiu converter o governador ao cristianismo fazendo de Chipre um dos primeiros estados cristãos do mundo.

 

E depois da história vamos à praia 😀

 

Aqui destaco Coral Bay - uma das melhores praias de Paphos mas também a mais movimentada. Para os que gostam de paz, sossego e praias mais vazias sugiro Kissonerga Bay (a cerca de oito km da cidade) e a praia de Lara (26 quilômetros ao norte).

 

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Quem gosta de natureza não deve deixar de visitar o Parque Nacional da Península de Akamas, lar de uma flora e fauna incrivelmente diversificada e um dos melhores lugares para fazer caminhadas na ilha.

 

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Nos arredores da cidade podemos visitar as montanhas de Troodos, dar um passeio de burro, visitar o Mosteiro de Kikkos e parar na aldeia de Pera Pedi conhecida pela sua produção de vinho para provar Commandaria (vinho tinto doce).

 

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Outra aldeia interessante nos arredores de Paphos é Letymbou, onde podemos visitar a “Casa Sophia” onde aprendemos como se faz pão e outras iguarias locais, como o queijo tradicional halloumi.

 

Por fim, quem viaja com crianças não pode perder o Paphoszoo e o Aphrodite Waterpark.

 

A melhor maneira de nos deslocarmos em Paphos, se não quisermos alugar um automóvel, é de autocarro, são confortáveis, passam com bastante regularidade e não são caros.

 

Devo dizer que não achei o Chipre um destino caro, o IVA na restauração é de 9% por isso a alimentação fica muito em conta e a maioria das atracções são gratuitas ou cobram entradas muito baixas. Quanto à estadia existem várias opções a variadíssimos preços, desde os mais baratos Airbnb até aos hotéis cinco estrelas, obviamente mais caros.

 

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Viajei para lá na Ryanair, via Londres, mas pode ser via Roma também. Como a Ryanair não vende passagens multi-destinos tive de comprar dois bilhetes: Um Lisboa/Londres/Lisboa e outro Londres/Paphos/Londres.

 

As viagens foram baratas (195,00 € por pessoa no total) mas no regresso tive de ficar uma noite em Londres porque à hora que o voo chegava de Paphos já não conseguia um voo para Lisboa. Isto encareceu um pouco o custo. Em todo o caso, Paphos é um bom destino para combinar com uma visita à capital Inglesa.

 

Espero que tenham gostado de conhecer mais este lugar! 😃

 

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Tchau!
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COMO VIAJAR SÓ COM 7 KG DE BAGAGEM DE MÃO

Olá amigos viajantes!

 

Viajar só com bagagem de mão tem muitas vantagens: é mais pratico, os bilhetes de avião ficam mais baratos (pelo menos nas companhias aéreas low cost), não tens de esperar pela tua mala quando chegas ao destino e corres muito menos riscos de perder a bagagem.

 

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Falo disto a propósito da minha próxima viagem. Estou prestes a embarcar numa viagem alargada pelo Japão, Taiwan e Coreia do Sul e para além da (óbvia) alegria de partir para mais uma grande aventura, tenho andado às voltas para fazer a mala.

 

Nunca viajo com mais do que bagagem de mão e como de costume vou apanhar vários voos em companhias aéreas  low cost por isso não posso levar mais de 7 kg.

 

Como então - perguntarão vocês - consigo “enfiar” tudo o que preciso para 18 dias de viagem numa mala de 56x36x23 + um pequeno volume com o peso combinado total de 7 kg?

 

Com algumas regras simples:

 

1- Uso uma mala que mesmo vazia seja leve.

 

Há várias opções de bagagem leve no mercado, e com alguma procura certamente encontramos uma adequada ao nosso orçamento. Quanto mais leve a mala, mais fácil será manter os rigorosos limites de peso.

 

2 - Roupa - Não deve ultrapassar os 3 ou 4 kg

 

Isto é fácil de conseguir quando o destino /destinos de viagem tem um clima quente.


Opto por levar itens básicos e leves que ocupam pouco espaço e podem ser usados com diferentes combinações:


- 2 pares de calças de ganga: 1 preta e 1 branca (ou de ganga azul)
- 1 par de calções
- 3 camisas (ou blusas, tops ou t-shirts)
- Roupa interior suficiente para os dias que vou ficar fora
- 1 ou 2 casacos de meia estação
- 1 camisola de meia estação e um lenço (ou cachecol, que às vezes tenho muito frio no avião 😜)

Depois levo peças práticas, de preferência em tecidos que não amarrotam como macacões curtos ou vestidos leves de Verão.


Se for um destino de praia acrescento 2 biquínis.

 

3 - Sapatos e acessórios - menos de 1Kg

 

Os sapatos é sempre o mais complicado. Não levo mais de 3 pares. Saltos altos, regra geral não, porque ocupam demasiado espaço. Opto antes por levar dois pares de sandálias rasas confortáveis e boas para caminhar. E uns ténis ou sapatilhas que uso sempre nos dias de viagem de avião.
Levo também alguns (poucos) acessórios como colares, pulseiras ou um relógio se quiser um look mais cuidado para um jantar num restaurante mais formal.

 

4-Equipamentos electrónicos - Máximo 1 kg

 

Tablet (carregado com alguns livros), smartphone, auriculares, ipod, máquina fotográfica, carregadores e baterias e adaptador de corrente.


5 - Artigos de higiene pessoal - 500 g ou menos

 

Hoje em dia as marcas já vendem produtos como pasta de dentes, desodorizante e protector solar em quantidades próprias para viagens de avião (100ml) ou podemos usar boiões baratinhos comprados em qualquer loja dos trezentos onde podemos colocar os cremes, champô e condicionador que não podemos dispensar 😊

 

6- Itens essenciais - 500 g ou menos

 

Passaporte, carteira de documentos, bolsa de medicamentos, dinheiro, caneta, óculos de sol, documentação de viagem (itinerário, bilhetes, reservas de hotel…), agenda de viagem.

 

Costumo levar também um pequeno guarda-chuva e uma pequena bolsa que posso usar de dia para passear na rua e, à noite, tiro a alça, e uso como bolsinha para jantar num sitio mais formal.

 


No Inverno, esta logística é um pouco mais difícil, mas a estrutura é a mesma, roupas básicas (2 pares de calças de ganga, 3 ou 4 camisolas de inverno, 4 ou 5 cachecóis diferentes (para variar os looks), luvas, um gorro, um bom casaco e botas que uso no dia da viagem para não pesar na mala.

 


Se a mala estiver ligeiramente acima do peso, podemos sempre vestir mais uma peça extra de roupa e colocar qualquer coisa nos bolsos enquanto a companhia aérea faz a pesagem da bagagem 😜

 

Et voilá! Estão prontos para partir!

 

 

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Tchau!

Travellight