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The Travellight World

Inspiração, informação e Dicas de Viagem

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OS MELHORES DESTINOS DE PRAIA PARA CADA TIPO DE CASAL

Já a pensar no Verão e em fugir para aquela praia fantástica com a vossa cara-metade? Eu também!

 

Mas que tipo de casal são vocês? Gostam de aventura, de actividades culturais ou simplesmente de romance e de se deitar na areia e apreciar um lindo pôr do sol?

 

Há opções para todos! Apontem aí:


PARA OS QUE GOSTAM DE AVENTURA 

MANUEL ANTÓNIO, COSTA RICA

 

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O Parque Nacional Manuel António é o destino perfeito para os casais que gostam de juntar romance, aventura e praia.
Engloba uma floresta tropical acidentada, praias de areia branca e recifes de coral. É reconhecido pela ampla diversidade de plantas tropicais e vida selvagem, desde preguiças e macacos em vias de extinção, a centenas de espécies de aves. Aqui podemos percorrer trilhas na floresta, fazer zip-linning, canoagem, etc e depois ainda descansar em praias maravilhosas.

 

Leiam mais sobre o Parque Nacional Manuel António aqui

 


PARA OS FOODIES:

PUNTA CANA, REPÚBLICA DOMINICANA

 

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  Foto: www.barcelo.com 

 

Para os casais para quem o que interessa é a gastronomia, os resorts Barceló Bávaro Palace e Barceló Baváro Beach em Punta Cana oferecem acomodações com tudo incluído, onde os hóspedes podem desfrutar de 11 restaurantes - com cozinhas do mundo inteiro - 14 bares e muito mais. Os casais podem experimentar de 24 a 31 de Outubro a Semana Culinária Barceló, um evento que inclui demonstrações culinárias e degustações preparadas por chefs internacionais.

 

Mais informações sobre o Barceló Bávaro Grand Palace aqui 

 

 

PARA OS QUE GOSTAM DE HISTÓRIA E ANTIGAS CULTURAS

RIVIERA MAYA, MÉXICO

 

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Na Riviera Maya não faltam resorts fantásticos e românticos, com praias maravilhosas de águas quentes azul turquesa e muitos monumentos e vestígios da Antiga Civilização Maia. É o destino ideal para casais que gostam de equilibrar o descanso na praia com actividades culturais.

 

 

PARA OS QUE PROCURAM O PARAÍSO

MALDIVAS

 

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As Maldivas são aquele lugar onde os casais mais românticos podem encontrar o seu paraíso. Águas quentes, límpidas e praias imaculadas de areia branca. Há uma versão do paraíso para todos os gostos, é só escolher a ilha.

 

Leiam mais sobre as Maldivas aqui

 

 

PARA OS QUE GOSTAM DE MEDITAR

BALI, INDONÉSIA

 

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  Foto: nowbali.co.id 

 

Bali não só é o lar de alguns dos resorts mais românticos do mundo como actualmente é um dos epicentros do movimento mindfulness.


Aqui os casais podem fazer um retiro que junta yoga, meditação e mindfulness para aprender a viver no momento presente, relaxar e amar ainda mais!

 

Leiam mais sobre Bali aqui aqui

 

 

PARA OS QUE GOSTAM DE SPAS

DA NANG, VIETNAM

 

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  Foto: www.theserenaexperience.com

 

Possuindo muitas praias encantadoras e inúmeros hotéis SPA de grande qualidade, Da Nang é o destino ideal para casais que querem relaxar e aproveitar tratamentos especiais com ingredientes naturais cuidadosamente seleccionados e massagens maravilhosas.

 

Leiam mais sobre os SPAs de Da Nang aqui

 

 

PARA OS QUE GOSTAM DE FAZER COMPRAS

DUBAI, EMIRADOS ÁRABES UNIDOS

 

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Resorts extravagantes, praias bonitas (a maioria artificiais) os melhores restaurantes e alguns dos maiores centros comerciais que já viram na vida.

 

Leiam mais sobre o Dubai aqui aqui

 

 

PARA OS QUE GOSTAM DE FICAR PERTO

ILHA DE TAVIRA, PORTUGAL

 

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  Foto: www.algarvetips.com 

 

O ar puro que se respira na Ilha de Tavira é maravilhoso. A extensão de área de pinhal, a brisa que vem do mar, a Ria Formosa, oferece ao visitante sensações únicas.
É um local pacato perfeito para passeios românticos a dois

 


PARA OS QUE GOSTAM DE FESTAS
MYKONOS, GRÉCIA

 

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Esta ilha Grega, atrai casais que no Verão estão à procura de boas praias e uma vida nocturna vibrante.
Entre os Gregos, Mykonos tem uma excelente reputação como um destino de lua de mel superior e é também destino dos VIPs Gregos de Julho a Agosto.

 

Leiam mais sobre Mykonos aqui

 

Tchau!

Travellight

 

 

AIX-EN-PROVANCE

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 Créditos das imagens: Travellight e H.Borges

 

Aproxima-se mais um Dia dos Namorados 😀


Há quem não ligue nada a este dia e há quem diga que quando há amor o dia dos namorados é quando nós quisermos.


Eu estou mais no segundo grupo o que não significa que não ligue nada a este dia. Afinal é sempre uma boa desculpa para fugir da rotina, surpreender a nossa cara metade e descobrir um lugar mais romântico 😍

 

Gosto muito da França mas nestas ocasiões prefiro evitar aqueles lugares mais óbvios como Paris e escolher um lugar menos concorrido como Aix-en-Provance.

 

Esta pequena cidade, localizada a 25 minutos de carro do aeroporto de Marselha, tem tudo para inspirar romance.

 

As suas ruas arborizadas, algumas delas bem estreitas, são uma festa para os sentidos e representam bem o estilo de vida Provençal. São animadas por encantadores cafés, bons restaurantes e lojinhas tradicionais que vendem produtos locais como os sabonetes de lavanda, chocolates e bons vinhos.

 

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É tão bom passear de mãos dadas por caminhos que já foram percorridos por grandes nomes da literatura e da pintura como o escritor Émile Zola e o pintor Paul Cézanne.


Melhor ainda, podemos visitar a casa / atelier onde este artista pós-impressionista vivia e onde criou tantas obras magníficas.

 

Para quem é apaixonado por arte e por pintura em particular, é super interessante poder entrar um pouco no mundo do pintor e ver aquilo que o inspirava. Ver onde vivia, o jardim onde passeava e o atelier onde pintava.

 

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Um facto curioso sobre Aix-en-Provence e que muita gente desconhece, é que o pintor Pablo Picasso está enterrado em Château de Vauvenargues um Castelo nos arredores da cidade.


Picasso considerava Cezanne o seu único mestre e resolveu por isso, em 1958, mudar-se para a encosta da Montanha Sainte-Victoire, uma montanha que Cezanne pintou mais de 80 vezes. Apesar de não ter morrido neste local, o seu corpo foi trazido para aqui para ser a sua última morada.


É difícil não nos apaixonarmos pela elegância intemporal da pitoresca Aix-en-Provence. É uma cidade pequena, fácil de percorrer a pé.

 

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Bonitos edificios atraem o nosso olhar assim como a catedral do St. Savor e as esculturas que pontuam as ruas.

 

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Qualquer um dos mercados da cidade são perfeitos para comprar uma lembrança ou produtos locais como mel, ervas provençais ou calissons (doces típicos da cidade). Eu destaco o mercado da Place Richelme como um dos melhores.

Quem gosta de explorar a Natureza pode fazer passeios pela Montanha Sainte-Victoire ou caminhar em volta da barragem de Bimont.

 

Para um chá da tarde luxuoso e romântico parem na Patisserie Weibel, 2 Rue Chabrier. E podem encontrar os melhores chocolates da cidade na Patisserie Philippe Segond no 67 cours Mirabeau.

 

Para jantar recomendo o restaurante Il Était Une Fois, no 4 Rue Lieutaud.

O Magret de Pato é uma especialidade desta região. Experimentar este prato e algumas das suas deliciosas variações é obrigatório.


Em relação à estadia, uma ótima escolha de alojamento para uma escapadinha romântica é o Hotel le Pigonnet. Um Hotel 5 estrelas, com belos jardins e um SPA fantástico.

 

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   Foto: www.hotelpigonnet.com

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Se ficarem mais tempo não deixem de visitar os arredores.

 

A partir de Aix-en-Provance é muito fácil, por exemplo, de chegar até, Marselha, ou visitar o Parque Nacional de Calanques e passar um dia a desfrutar da beleza da costa Mediterrânica.

 

A cidade de Roquemaure, situada a cerca de 01h15, é conhecida pelos seus festejos de São Valentim pelo que vale a pena visitar nesta época.


As relíquias de São Valentim encontram-se aqui desde 1868 e no fim de semana mais próximo de 14 de fevereiro, de dois em dois anos, a cidade recria a chegada destas relíquias e celebra o amor e o romantismo que este santo simboliza hoje em dia.

 

Roquemaure transforma-se, recuperando o aspecto que tinha no século XIX com mais de 800 pessoas vestidas com trajes tradicionais, cavalos e carruagens. As lojas são decoradas com moda do século XIX, uma antiga estação de correios vende cartões-postais de lembrança, há um mercado, um coreto com banda e durante os festejos as ruas recebem os nomes dos amantes mais famosos da literatura francesa.

 

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Acrescento, por fim, que a Primavera é uma das melhores alturas para visitar Aix-en-Provance e explorar a região, nomeadamente a Route des Vins de Provence. Esta rota de vinhos desenrola-se por um caminho bastante cénico pontilhado por excelentes adegas.

 

No Verão há outro atractivo: os belos e aromáticos campos de lavanda que por aqui florescem.

 

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Fica a sugestão, espero que tenham gostado 😀

 

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Tchau!
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AMESTERDÃO É GEZELLING!

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Há cidades que nos aquecem o coração mesmo em alturas em que o termómetro não sobe mais do que os 3º graus centígrados.


Amesterdão é uma dessas cidades… Amesterdão é gezellig!
 
Gezellig? perguntam vocês. Sim, sim, não me enganei a escrever. 😃

 

Para quem não sabe, gezellig é uma palavra Holandesa que ouvimos muito por lá. Assim como a nossa “saudade”, “gezelling” não pode ser traduzida. O seu significado incorpora um sentimento. Pode ser tudo o que é aconchegante, agradável, pitoresco, confortável ou relaxante, mas também pode significar o tempo que passamos com um ente querido, ou aquilo que sentimos ao ver um amigo depois de uma longa ausência.

 

Pronuncia-se: heh-sell-ick.

 

Pode-se dizer que o termo engloba a alma da cultura Holandesa. E os Holandeses amam todas as coisas gezellig.

 

Noto isso mais em Amesterdão do que em qualquer outra parte do pais, porque em qualquer canto ou esquina encontramos um café, restaurante, bar ou hotel boutique com ambiente caloroso, decorado com prateleiras cheias de livros, almofadas coloridas, quadros ou plantas. É tudo muito cosy, muito confortável. Às vezes, no Inverno, até encontramos espaços com uma bela lareira.

 

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   Restaurante Bleu - Prinsenstraat 10HS, 1015 DC Amsterdam

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   CT Coffee&Coconuts -Ceintuurbaan 282-284, 1072 GK Amsterdam 

 

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  Restaurante Lion Noir - Reguliersdwarsstraat 28, 1017 BM Amsterdam

 

As lojas também são fantásticas e as que vendem queijo enchem-nos os olhos (e os outros sentidos) com a sua variedade e quantidade.

 

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Mas nada é mais gezelling que os famosos canais de Amesterdão! Com seus barcos, suas pontes bonitas e margens coloridas por pitorescos edifícios de ângulos inclinados e fachadas ornamentadas que parecem ganhar ainda mais vida ao entardecer. É tão romântico! 😍.

 

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Dá vontade de passear por ali agarradinha ao amor da tua vida, enquanto partilham os dois um Stroopwafel (waffell recheado com calda de açúçar e especiarias) acabado de fazer e comprado quentinho na rua.

 

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E depois temos os mercados de rua, como aquele que todos os terceiros Domingos do mês ocupa a praça dos Museus (Museumplein).

 

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Artesanato, produtos típicos, mantas felpudas, gorros e luvas quentinhas são vendidos juntamente com as tradicionais bitterballen ou outros tipos de confort food.

 

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O Inverno traz consigo a neve e o gelo mas não tens como não relaxar quando vês famílias inteiras a divertirem-se no ringue de patinagem que é montado na parte traseira do Rijksmuseum. Aqueles que não sabem patinar no gelo agarram-se a cadeiras velhas de madeira para não caírem. É muito engraçado (e pitoresco) de observar. As gargalhadas dos miúdos até nos fazem esquecer do frio e antes de dares por isso já te juntaste à brincadeira.

 

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E as tulipas? Como não sorrir e sentir conforto ao ver essa bela flor - um dos símbolos do país - a adornar parapeitos e cestinhos de bicicleta.

 

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Na minha última visita à cidade tive a sorte de apanhar o Dia Nacional da Tulipa (dia 21 de Janeiro) e presenciei a Praça Dam, frente ao Palácio Real, coberta de milhares de flores que podíamos colher gratuitamente e trazer para casa.

Convém chegar antes do evento começar para ver todo o cenário montado. Assim que abrem as portas e as pessoas começam a colher as flores a magia perde-se um pouco.

 

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   Foto: US News

 

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E pronto, é por tudo isso é que eu digo: Amesterdão é gezellig!!

 

Quem concorda comigo?

 

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Tchau!

Travellight

 

POUSADA FORTE DE SÃO SEBASTIÃO EM ANGRA DO HEROISMO

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Situada num antigo forte convertido em hotel, a 10 minutos a pé do centro da cidade de Angra do Heroísmo, a Pousada Forte de São Sebastião é uma excelente opção para quem procura um alojamento de qualidade na ilha Terceira, Açores.

 

O lugar é tão bonito que tu sentes-te privilegiada quando acordas aqui e vês o sol a erguer-se por cima das rochas e do mar.

 

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As vistas são maravilhosas!

 

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A piscina exterior apesar de parecer grande nesta foto, é na verdade bastante pequena...

 

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...Assim como o quarto em que fiquei hospedada. 

 

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Apesar disso achei que era moderno, confortável e bastante funcional.

 

 

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O serviço é competente, atencioso e eficiente. A recepção ajuda a organizar passeios para quem está interessado em conhecer a ilha e oferece uns bolinhos caseiros quando os hospedes fazem check-in  - um detalhe que achei delicioso! 😋

 

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O espaço foi renovado de forma a combinar perfeitamente os elementos históricos do forte com um design arquitectónico actual e moderno.

 

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Não almocei nem jantei no restaurante do hotel por isso não posso avaliar a sua qualidade mas o buffet de pequeno almoço (que estava incluído no preço do quarto) era bastante bom, variado e tinha algumas delicias Açorianas.

 

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Se procuram um lugar sossegado para uma escapadinha na Terceira não deixem de considerar a Pousada Forte de São Sebastião Angra do Heroismo.

 

Com certeza vão conseguir passar aqui uns dias bem calmos e agradáveis rodeados pela imensidão do mar e pela beleza da ilha. 

 

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Tchau!

Travellight

 

O MAR MORTO

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Estava um calor desgraçado e eu tinha pressa de chegar. Fiz o check-in no Hotel e corri para a praia.

 

Ali estava ele, bem na minha frente, o grande Mar Morto!


Esse enorme lago, localizado entre a Jordânia e Israel, e que não desmente o seu nome - tirando os turistas - quase não há sinais de vida na água. É um dos lugares mais estéreis à face da Terra.

 

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No entanto é um sitio cheio de curiosidades:

 

A água, disseram-me, mantém a temperatura constante de 22 graus o ano todo.

 

A salinidade é dez vezes superior à dos oceanos o que dá à agua quase a consistência de um óleo.


Não te aconselham a ficar mais de 15 minutos dentro do Mar, e assim que entras percebes porquê. Por mais que seja divertido flutuar ali - sim, porque com tanto sal, tu não afundas de maneira nenhuma - a tua pele em pouco tempo começa a arder e maior é o azar se ainda por cima te lembrares de esfregar os olhos com as mãos molhadas daquela água. Eu tive esse infeliz reflexo e fiquei a chorar por mais de dez minutos. Mesmo passando por água doce, os olhos não paravam de arder e lacrimejar.

 

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Mas o Mar Morto não tem só sal. Na verdade ele está cheio de outros minerais, como magnésio, brometo e potássio que dão à sua lama preta propriedades terapêuticas e ajudam no tratamento de várias alergias, doenças de pele e dos ossos. Não é por acaso que as suas margens, tanto do lado da Jordânia como do lado de Israel estão cheias de hotéis e SPAS que oferecem aos seus hospedes todo o tipo de tratamentos.

 

Nas praias dos hotéis costuma haver enormes vasos cheios desta lama medicinal. As pessoas espalham aquilo no corpo e ficam todos a parecer figurantes do filme O Monstro da Lagoa Negra. 😜

 

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Eu também espalhei um pouco da lama no corpo antes de entrar no mar, mas devo admitir que o cheiro não era muito agradável (cheirava um pouco a enxofre) mas depois de me lavar, a pele ficou super macia 😊

 

Este é também o lugar mais baixo da Terra, situa-se 420 metros abaixo do nível do mar e está a desaparecer rapidamente.

 

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Nos últimos cinquenta anos o Mar Morto perdeu cerca de 35% da sua superfície. Para contrariar esta tendência, Israel, Jordânia e Autoridade Palestiniana assinaram um acordo para construir um aqueduto que transferisse água do Mar Vermelho para o Mar Morto, mas é um projecto controverso porque segundo os ambientalistas isso vai alterar a composição química do Mar Morto que é completamente diferente da de outras massas de água.

 

A descida do nível das águas tem uma consequência inesperadamente agradável (ainda que pouco duradoura): revela belos tesouros que antes estavam escondidos.

 

Surgem novas “praias de sal” com formações rochosas impressionantes e maravilhosas.

O fotógrafo Israelita Noam Bedein, que conhece bem a região acompanha turistas e outros interessados num passeio de barco que desvenda ilhotas, grutas, “cogumelos”, “chaminés” e tantas outras belezas únicas todas compostas de sal. O passeio pode ser marcado aqui 

 

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A parte trágica da história é que uma vez não cobertas pela água, estas magnificas formações secam sob o sol e, eventualmente, desmoronam e desaparecem ...

 

Se tem interesse em conhecer este Património da Humanidade não esperem muito mais tempo, é possível que em breve ele desapareça por completo!

 


COMO CHEGAR:

 

Uma vez que não está localizado perto de nenhuma cidade importante, podem achar complicado viajar para o Mar Morto  por isso deixo aqui algumas informações básicas:

 

1- Podem optar por visitar a região na Jordânia ou em Israel. Ambas as áreas são bonitas e tem muitos hotéis, mas a margem Israelita tem águas mais claras e mais formações de sal.

 

2- Em Israel as três principais áreas turísticas da região são Ein Bokek, Ein Gedi e Masada. Os táxis são caros mas há autocarros que saem de Tel Aviv, de Jerusalém e do Aeroporto Ben Gurion para a área do Mar Morto e que param nestes três pontos mas a maneira mais rápida e conveniente de viajar para o Mar Morto é de automóvel. Existem várias empresas de aluguer localizadas em todas as principais cidades de Israel, bem como no aeroporto de Ben Gurion.

 

Distâncias:

Tel Aviv - Mar Morto: 170km
Jerusalém - Mar Morto: 100 km
Aeroporto Ben Gurion - Mar Morto: 160 km

 

3- Do lado da Jordânia é possível fazer uma excursão de um dia a partir de Amã ou de Aqaba ou apanhar um táxi. O táxi pode custar o equivalente a 25 ou a 50 Euros conforme for um táxi da cidade ou um arranjado pelo hotel.


Muitos hotéis tem também autocarros próprios que por uma taxa levam os hospedes de Amã para o Mar Morto.

 

Tchau!

Travellight

 

 

MURANO I A ILHA DO VIDRO

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Murano, é uma ilha que fica a cerca de 1 km do centro de Veneza.


Para ser exacta, apesar de ser conhecida como uma ilha, Murano é na verdade um arquipélago de sete ilhas menores, unidas entre si por pontes.

 

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É um lugar bem mais calmo que Veneza. Não há tantos turistas e conseguimos andar mais à vontade. A maioria nem chega a vir até aqui e os que vem é para ver aquilo pelo qual a ilha é mais famosa: O vidro.

 

Murano é reconhecido internacionalmente pelas maravilhosas e delicadas obras em vidro que são produzidas pelos seus artificies locais.

 

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O fabrico de vidro na ilha de Murano remonta a 1291, quando os fabricantes instalados no centro de Veneza foram forçados a mudar-se para lá como medida preventiva para evitar que um incêndio de grandes proporções e potencialmente devastador ocorresse em Veneza. A maioria das pontes e casas eram na altura construídas em madeira por isso o perigo de incêndio era bem real. Começou então aí a longa história de Murano como um dos centros mais proeminentes de fabricação de vidro no mundo.

 

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Apesar de ao longo dos últimos anos muitas fabricas terem fechado, ainda hoje é possível ver os artesãos a fabricar vidro nas várias fundições da Ilha. Muitas delas tem salas de exposição e locais onde os turistas podem assistir a todo o processo de fabrico das diferentes peças decorativas e candeeiros.

 

A fundição onde estive tinha uma sala de exposição muito bonita e foi muito interessante ver os vários componentes do vidro e assistir à forma como é moldado até se transformar em belas e espantosas peças de arte.

 

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Quem quiser saber mais detalhes sobre a história do vidro pode ainda visitar o Museu que lhe é dedicado e aprender que em Murano inicialmente eram produzidos espelhos depois evoluiu-se para a produção de jóias, depois para candeeiros e candelabros e finalmente para peças decorativas e artísticas.

 

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Mas o fabrico de vidro, não é a única coisa que há para ver em Murano.

 

A ilha tem uma atmosfera relaxada e é muito agradável passear por ali, ver e fotografar pequenos detalhes...

 

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Há algumas igrejas interessantes que também vale a pena visitar como por exemplo a Basílica de Santa Maria e San Donato que data do início do século XII e tem um piso de mosaico em mármore e vidro que se assemelha ao da Basílica de San Marcos. E a igreja de San Pietro Martire, que foi construída no século XV, e contém algumas telas feitas por Bellini.

 

Outro lugar muito popular na ilha é o Campo Santo Stefano, onde se destaca uma torre do relógio que data do século XIX e uma escultura enorme toda em vidro que embeleza ou, segundo alguns, enfeia a praça (eu pessoalmente não gostei). 

 

O Campo Santo Stefano está localizado do outro lado do canal da Igreja de San Pietro Martire e é um ponto de encontro para os locais e para turistas porque tem à volta cafés e restaurantes.

 

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Por toda a ilha encontramos também lojas que vendem todo o tipo de peças em vidro. Desde pequenas lembranças até peças de design moderno.

 

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Para chegar a Murano a partir de Veneza basta apanhar um vaporetto na paragem Fondamenta Nuove. A travessia leva cerca de 10 minutos. 

 

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Tchau!

Travellight

O SANTUÁRIO DOS PORTÕES VERMELHOS

Estava em Quioto há 2 dias quando decidi visitar uma das maiores atracções da região - O santuário Fushimi Inari Taisha.

 

Apanhei o comboio na estação central de Quioto e passados 5 minutos estava na estação de Inari, mesmo em frente ao santuário.

 

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Cheguei pouco depois do amanhecer porque já sabia que aquele lugar, apesar de estar aberto 24 horas por dia, enchia muito rapidamente. Eu queria ter a oportunidade de o explorar com alguma paz e sossego.

 

Fiz bem porque assim pude percorrer todo o recinto em cerca de 2 horas e meia com toda a tranquilidade.

 

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Há medida que a manhã avançava, cada vez mais gente aparecia para visitar o santuário. Muitos vinham vestidos com roupas tradicionais da região e davam um colorido ainda mais interessante ao lugar.

 

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Para subir até ao topo dos 233 metros da montanha Inari atravessei mais de quatro mil Torii (portões) vermelhos e alaranjados, visitei vários templos que fazem parte do complexo e assisti a algumas cerimónias sagradas que ali tem lugar. 

 

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Em alguns lugares, os portões eram tão próximos que até a luz do sol tinha dificuldade de passar. Uns eram mais altos, outros um pouco mais baixos mas juntos eles formavam um túnel encantado que serpenteava até ao cimo da montanha verdejante e criava bonitos jogos de luz.

 

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Fushimi Inari Taisha é o templo central e situa-se na base do monte. É o mais importante santuário de Xintoísmo de Quioto e uma das suas atracções principais.
O santuário é dedicado a Inari, o deus Japonês do arroz.

 

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Diz a crença popular que é ele o responsável pelo bem estar e pela prosperidade dos comerciantes.
É tido como o patrono dos negócios e isso explica o porquê do santuário ser tão extenso - ocupando cerca de 4 quilómetros da base até ao topo da montanha - cada um dos portões foi doado por um indivíduo ou um negócio japonês na esperança de receber boa sorte e fortuna.

 

O nome do doador é inscrito em tinta preta na parte de trás de cada portão para que todos saibam que foi ele que fez a doação.

 

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O santuário foi fundado em 711 e tem uma história interessante associada à sua origem. Segundo a lenda, um bolo de arroz foi atirado ao ar e transformou-se num cisne, voando para longe e aterrando no pico de uma montanha onde arroz começou a crescer - um presságio auspicioso no Japão - Isso levou à decisão de construir ali um santuário dedicado a Inari, o Deus do Arroz.

 

Pelo santuário é comum encontrarmos raposas de pedra. A raposa é considerada o mensageiro de Inari. Algumas tem uma chave na boca que representa a chave do celeiro onde se guardava o arroz.

 

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Pessoas de todas as idades reúnem-se neste santuário para rezar por colheitas abundantes e para pedir sucesso nos seus negócios.

 

É um lugar abençoado, um mundo próprio e simplesmente uma das vistas mais impressionantes e memoráveis ​​de todo o Japão.

 

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Tchau!

Travellight

 

DICAS E INFORMAÇÕES BÁSICAS PARA UMA VIAGEM A SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE

 

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  Créditos das imagens: Travellight e H.Borges

  

Quando comecei a preparar a viagem a São Tomé e Príncipe pareceu-me que, ao contrário da maioria dos destinos que visitei, não havia ainda muita informação on-line sobre o país. 

 

Resolvi por isso fazer um post com algumas dicas e informações básicas para quem está a pensar visitar estas ilhas:

 

1 - Visto: Para visitar São Tomé e Príncipe é necessário passaporte com uma validade mínima de 6 meses. Os cidadãos Portugueses, assim como os cidadãos nacionais de outros estados-membros da União Europeia (espaço Schengen), estão isentos de visto para permanências inferiores a 15 dias.

 

2 - Vacinas: Não há vacinas obrigatórias, mas é sempre bom ir à consulta do viajante para saber que cuidados devemos ter. A profilaxia da malária é quase sempre recomendada. Podem fazer a consulta do viajante on-line aqui ou marcar no Instituto de Higiene e Medicina Tropical (Lisboa). telf:213 652 600 / 213 627 553 ou ainda no Centro Regional de Saúde Publica do Norte (Porto). telf: 222 002 540.

 

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3 - Comida e bebida: A água canalizada não é toda potável por isso bebam só água engarrafada e não aceitem gelo nas bebidas. Há sempre muita oferta de peixe fresco e fruta. Quanto a restaurantes, A Dona Teté é um espaço simples (praticamente é o pátio de uma casa de família) mas tem comida típica deliciosa e vale a pena conhecer. Vão de táxi porque é complicado lá chegar para quem não conhece. Outro restaurante que recomendo é o 5 sentidos, tem preços mais altos, mas a comida é muito boa, preparada com sofisticação e o empratamento é cuidado. Nas Rolas não percam um almoço na praia Café. É preparado pelo pessoal da aldeia depois da pesca, é do melhor que há!

No Príncipe recomendo o restaurante do resort Bom Bom.

 

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Quem é viciada em chocolate como eu 😋, não pode deixar de visitar a fábrica de chocolate do Claudio Corallo, apesar de não se aprender (ou ver) nada sobre a produção do chocolate em si, o que é uma decepção para quem vai ver uma “fábrica”, a visita vale pela prova dos diferentes produtos ali fabricados. Quando fui não estava muita gente, mas já ouvi pessoas queixarem-se que por vezes o espaço, que é pequeno enche muito e torna-se inconfortável. Só recomendo se gostam muito, mas muito de chocolate, se não correm o risco de ficar desapontados.

 

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4 - Dinheiro: Os Euros são aceites em todo o lado por isso não vale a pena trocar dinheiro para Dobras (a moeda local). Atenção que não há maquinas de ATM para fazer levantamentos, por isso devem levar dinheiro para despesas. Levem várias notas de valor pequeno (5 e 10 euros) e moedas para poder acertar as contas, porque apesar de aceitarem Euros, se não tiverem a quantia certa, o troco pode ser-vos dado em Dobras (esta dica deu-me o Triptofano - obrigada trip!).


Os Hotéis do grupo Pestana (São Tomé, Miramar e Equador) e HBD STP (Bom Bom Resort e Omali) aceitam pagamento em cartão de crédito (visa e mastercard), alguns outros hotéis também aceitam este tipo de pagamento. Fora os hotéis não são aceites, em regra, pagamentos em cartão. Alguns estabelecimentos também não aceitam pagamento em moedas de euro (só aceitam notas).

 

5 - Internet: Os hotéis (do grupo Pestana e HBD STP) tem Internet mas nem sempre funciona bem.

 

6 - Clima: é muito quente e húmido. Levem roupa fresca e um bom par de ténis se quiserem fazer alguns trilhos a pé. Viajei em Outubro que é época de chuvas mas só apanhei um pouquinho na ilha do Príncipe, nos outros dias esteve sempre muito bom tempo. Levem sapatos para andar dentro de água porque em São Tomé algumas praias tem muitas pedrinhas e é difícil entrar na água sem sapatos apropriados (no Príncipe não tive esse problema). É importante não esquecer do protector solar e do repelente para mosquitos.

 

7 - Crianças: Estão por todo o lado 😃. Se conseguirem levem canetas, lápis de cor, mochilas, escovas de dentes, livros, cadernos ou outro material escolar e entreguem numa das várias instituições. Evitem dar doces às crianças. Elas pedem sempre que vêem um turista, mas foi-me dito que esse hábito está a arruinar a saúde dentaria dos miúdos e o país não tem condições de fazer face a este problema.

 

8 - Criminalidade: Achei São Tomé e Príncipe um dos países mais seguros que já visitei. Em todo o caso, e como em qualquer lugar do mundo, deve imperar o bom senso e evitar comportamentos de risco.

 

9 - Excursões: Em São Tomé há dois tours principais: o que faz a Rota Sul, percorre as melhores praias e inclui almoço na roça São João e a Rota Norte/Centro que visita as roças principais, como a Agostinho Neto e a cascata de São Nicolau. Quem não fica hospedado no Hotel Pestana Equador pode ainda visitar o Ilhéu das Rolas num passeio que dura um dia. Quem fica hospedado nos outros hotéis do Grupo (Pestana São Tomé e Pestana Miramar) se visitar o ilhéu tem direito a usufruir gratuitamente da piscina. Também é possível fazer passeios a pé a partir de Bom Sucesso até à Lagoa Amélia passando pelo Parque nacional do Obó.
No Príncipe podem visitar Santo António, a capital da ilha e aproveitar as praias paradisíacas do ilhéu Bom Bom.

 

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10 -Transporte: Em São Tomé, existem táxis mas outro tipo de transporte público é praticamente inexistente. Algumas carrinhas funcionam como autocarros e são muito baratas mas não me apercebi de terem horário fixo. A melhor opção é alugar um automóvel para fazer a volta à ilha ou recrutar os serviços de um guia. As excursões são caras (de 60 Euros para cima p/pessoa) mas com um guia tens sempre mais informação sobre o país. Quando chegas ao aeroporto há logo uma série deles que vem ter contigo para tentar marcar passeios.

 

Podem ler um pouco mais sobre São Tomé e Príncipe aqui e aqui 😃

 

Tchau!

Travellight

A LINHA DO EQUADOR

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O equador é a linha imaginária que separa o hemisfério norte do hemisfério sul e atravessa o centro da Terra a uma latitude de exactamente zero graus. Na África, o equador percorre 4.020 quilómetros e atravessa sete países da África Ocidental, Central e Oriental: Gabão, República do Congo, República Democrática do Congo, Uganda, Quénia, Somália e São Tomé e Príncipe.

 

No passado, viajantes aventureiros, faziam a sua caminhada por África seguindo essa linha que atravessa alguns dos ambientes mais extremos da Terra - incluindo as selvas remotas do Congo, as montanhas enevoadas do Uganda e as águas profundas do maior lago de África, o Lago Victoria.

 

Eu adorava um dia seguir os passos desses grandes aventureiros mas África não é propriamente um dos Continentes mais fáceis de explorar 😳


Por isso, e por enquanto, dou-me bem por satisfeita de ter visitado o ilhéu das Rolas em São Tomé e Príncipe e ter visto ao vivo e a cores (e que cores 😊!) um dos mais belos marcadores equatoriais do Mundo.

 

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O Padrão do Equador - erigido em 1936, a partir dos trabalhos geodésicos e astronómicos realizados por Gago Coutinho entre 1916 e 1918 em São Tomé - é um pequeno monumento que assinala a passagem da linha equatorial pelo Ilhéu das Rolas.


Estando no Ilhéu das Rolas é fácil de chegar até aqui, apesar de não haver (que eu visse) qualquer placa ou outra indicação. O trilho, de terra batida, começa perto da aldeia local e vai sempre a subir. Se tiverem dificuldades em encontrar o caminho basta perguntar a qualquer pessoa que esteja perto do cais ou da aldeia e eles gentilmente indicam ou acompanham-nos até lá acima.

 

 

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Se forem com um dos aldeões o percurso é bem mais divertido porque no caminho de certeza que ele vai falar-te sobre o seu modo de vida e mostrar-te as várias plantas locais e as suas aplicações medicinais.

 

Passados uns 25 minutos chegas ao Padrão que está a precisar de algum restauro mas continua muito bonito.

 

No chão está um mosaico que desenha o mapa mundo e mostra a linha que separa os dois hemisférios. No centro um pequeno pedestal homenageia o oficial da Marinha, navegante e historiador Português, Gago Coutinho, responsável pela determinação exacta daquele ponto.

 

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As vistas a partir do Padrão também são maravilhosas, conseguimos ver a ilha de São Tomé à nossa frente e em baixo grande parte do Ilhéu das Rolas.

 

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A posição do equador está directamente relacionada ao eixo rotativo da Terra, que se move ligeiramente ao longo do ano.

 

Portanto, o equador não é estático - o que significa que a linha desenhada no chão em alguns marcadores equatoriais nem sempre é inteiramente precisa. Isso pode explicar porque alguns turistas, usando a moderna tecnologia do GPS, dependendo da altura do ano em que fazem a visita, “queixam-se” que o local certo é um pouco mais à direita ou um pouco mais à esquerda, ao passo que outros verificam que é exactamente ali. No entanto, este é um detalhe técnico, e estes marcadores ainda são o mais próximo que temos do “meio” da Terra. E depois, é divertido dizer aos amigos que atravessamos o Equador e ficamos com um pé em cada hemisfério 😃.

 

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“Percorrendo de lés a lés a ilha, Gago Coutinho conseguiu fixar em mapa, a que o tempo ainda não roubou valor, a fisionomia da ilha de S. Tomé; a exactidão com que trabalhou e a existência providencial de um ilhéu permitiram-lhe trazer, nesses anos recuados, contribuição valiosa para a ciência, de grande repercussão no estrangeiro ; é quando no ilhéu das Rolas e através de cálculos minuciosos determina a passagem «exacta» do equador. “- Francisco José Vasques Tenreiro

 

 

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Tchau!

Travellight