Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

The Travellight World

Inspiração, informação e Dicas de Viagem

The Travellight World

Inspiração, informação e Dicas de Viagem

CRUMBLE DE MANGA COM AVEIA

mango_crumble_2.jpg

 

O crumble nasceu e popularizou-se no Reino Unido. Foi uma receita inventada durante a Segunda Guerra Mundial devido à falta de ingredientes para as tartes tradicionais.

 

A versão mais conhecida é a de crumble de maçã, mas pode preparar-se crumble com muitas outras frutas como pêssego, amoras ou o meu preferido - manga.

 

Deixo-vos a receita em baixo:

 

INGREDIENTES
(para 5 pessoas)

* 1,200 kg de manga
* 200 g de açúcar
* 150 g de flocos de aveia
* 150 g de farinha
* 100 g de  manteiga
* 2 colheres (sopa) de farinha maizena
* 1 colher (sopa) de água
• 1 pitada de gengibre em pó


PREPARAÇÃO

1. Lave e descasque as mangas, tire o caroço, corte-as em cubos e deite-os para uma tigela. Junte 50 g do açúcar, a farinha maizena e o gengibre em pó, envolva suavemente e deite num pirex grande ou em vários pequenos.


2. Numa tigela, misture bem a farinha com o restante açúcar e a manteiga cortada em pedaços até ficar um género de areia grossa. Adicione depois os flocos de aveia e a água e envolva. 



3. Espalhe o preparado anterior por cima da mistura da manga e leve ao forno pré-aquecido a 180ºC durante cerca de 25 minutos ou até que fique bem dourado. Retire do forno, deixe arrefecer um pouco e sirva decorado a gosto. 



4. Se gostar, pode polvilhar com canela em pó.

 

Receita retirada daqui

 

 

TARTE DE NOZES DE ENGADIN

2015-09-05_lif_12344101_I2.JPG

 

A tarte de nozes da Engadin, é uma especialidade regional de St. Moritz e um dos símbolos da gastronomia Suíça. É feita com uma massa amanteigada e recheada de nozes e caramelo. É muito difícil de resistir a provar uma fatia quando sentimos o aroma delicioso desta tarte.

 

Deixo a receita para experimentarem:

 

INGREDIENTES PARA A MASSA

* 200 g de manteiga
* Casca ralada de 1 limão
* 180 g de açúcar refinado
* 1 ovo e 1 gema
* 400 g de farinha de trigo
* Manteiga para untar a forma
* Farinha para polvilhar a forma


INGREDIENTES PARA O RECHEIO

* 250 g de açúcar refinado
* 300 ml de natas
* 4 colheres (sopa) de mel
* 400 g de nozes picadas
* 20 ml de vodca
* 1 gema
* 1 colher (sopa) de leite
* Açúcar de confeiteiro para decorar

 

PREPARAÇÃO

1. Comece pela MASSA: bata na batedeira a manteiga com as casca de limão e o açúcar até que fique cremoso e clarinho. Acrescente o ovo inteiro e a gema e adicione aos poucos a farinha, sem parar de bater. Forme uma bola com a massa, embrulhe-a em película aderente e deixe no frigorífico por meia hora.


2. Faça o RECHEIO: numa panela pequena, derreta o açúcar em fogo brando. Adicione as natas e o mel, misture bem e, quando ferver, junte as nozes e a vodca. Tire do fogo e deixe arrefecer. Unte uma forma de 26 cm com manteiga e pré-aqueça o forno a 180⁰.


3. Sobre um superfície lisa e enfarinhada, abra metade da massa com o rolo. Transfira a massa aberta para a forma, deixando 2 cm além das bordas. Distribua a mistura de nozes sobre a massa. Abra a massa restante até ficar do tamanho da forma e cubra o recheio de nozes.

Fure a superfície da massa com um garfo, várias vezes. Pode formar um desenho se quiser que fique mais bonito. Misture a gema com o leite e pincele a superfície da tarte.


4. Asse no forno pré-aquecido por cerca de 45 minutos. Nos últimos 10 minutos, cubra a tarte com papel de alumínio. Retire a forma do forno, deixe esfriar, desenforme e corte em fatias. Polvilhe com o açúcar de confeiteiro e sirva.

 

Receita tirada com algumas adaptações daqui

 

SBITEN

fullsizeoutput_1dd7.jpeg

 

Com o frio a chegar já começa a apetecer alguma coisa mais quente para beber, não é?

Lembrei-me então de partilhar convosco a receita de sbiten, uma bebida tradicional Russa feita com mel e especiarias  e popular nesse país desde a Idade Media.

 

Experimentem que vão ver que vos aquece até a alma! 😊

 

INGREDIENTES

½ chávena de açúcar

½ chávena de mel

2 cravinhos

4 grãos de cardamomo

6 rodelas de gengibre

1 pau de canela

1 colher (chá) raspas de limão

1 colher (sopa) folhas de hortelã, picadas

 

PREPARAÇÃO

Numa panela com 1 litro de água coloquem todos os ingredientes e deixem ferver.

 

Depois de ferver tirem do fogo, cubram e deixem descansar por 15-20 minutos.


Passem a mistura por um coador e voltem a aquecer antes de servir.


Guardem o que sobrar no frigorífico e sempre que quiserem beber é só voltar a aquecer.

 

NOTA: Se não quiserem que a bebida fique tão adocicada, coloquem menos açúcar ou adicionem ½ chávena de conhaque logo antes da fervura para cortar um pouco no doce.

 

PÃO ROTI COM ESPECIARIAS

Indian-Chapati-Square.jpg

 

Roti é um tipo de pão feito sem fermento, típico do sul da Índia e países vizinhos.  Na índia é possível ver a preparação deste tipo de pão nas ruas, servido com diferentes recheios. Muito semelhante a este pão é o Naan. A diferença entre ambos é basicamente o tipo de farinha usada (o naaan usa farinha com fermento).

 

Deixo em baixo uma receita tradicional de roti com especiarias. 

 

INGREDIENTES

1 chávena de farinha de trigo sem fermento;

¼ de uma colher de chá de sal;

½ chávena de água

1 colher de azeite

1 colher de sopa de sementes de sésamo

1 colher de sopa de piri-piri moido (pode ser menos se não gostarem de picante)

1 colher de sopa de tomilho seco (se quiserem podem usar fresco)

 

PREPARAÇÃO

Numa vasilha misture bem a farinha de trigo e o sal. Faça uma cavidade no centro da mistura.  Em seguida adicione a água e o azeite misturando e amassando até produzir uma massa elástica e bem lisa. Deixe descansar por 10 min. Enquanto isso prepare as especiarias.


Numa vasilha coloque as especiarias e as 4 colheres de azeite.  Misture bem e reserve. Corte a massa em pequenas porções, mais ou menos do tamanho de uma bola de golfe, polvilhe uma superfície lisa com farinha.


Pressione as bolas entre a palma das mãos e em seguida passe essa massa, dos dois lados, na farinha de trigo. Com o auxilio de um rolo de cozinha, abra bem a massa até ficar com a forma de um disco. Evite adicionar muita farinha de trigo para abrir a massa pois isso fará com que o pão fique seco;

 

Aqueça bem uma frigideira anti aderente. Quando estiver bem quente, coloque as rodelas de massa.

Deixe cozinhar. Surgirão algumas bolhas, isso indica que deve virar a massa para cozinhar bem dos dois lados.

Quando a massa estiver assada e com um aspecto levemente tostado.

Retire do fogo e pincele com a mistura de azeite e especiarias. Sirva quente.

 

Receita retirada com algumas adaptações daqui

HOTEL PESTANA PALACE

fullsizeoutput_1d47.jpeg

 

Uma das unidades hoteleiras mais bonitas de Lisboa é sem dúvida o Hotel Pestana Palace, Património Nacional e membro dos Leading Hotels of the World, que ultimamente tem sido muito falado por ser (supostamente) o lugar onde a Madonna está hospeda em Portugal.

 

Há um tempo atrás eu passei um fim de semana aqui e hoje venho mostrar-vos um pouco deste bonito espaço que constitui um património único da nossa Capital.

 

pestana palace.jpg

 

O Palácio Valle Flôr foi mandado construir nos finais do século XIX, por José Luís Constantino Dias, um emigrante português que fez fortuna como fazendeiro de cacau em São Tomé e Príncipe, e a quem o Rei D. Carlos concedeu o título de Marquês de Valle Flôr.

 

Com a fortuna que acumulou em África – diz-se que era um dos homens mais ricos do país - o Marquês construiu um dos mais opulentos palácios de Lisboa.

 

fullsizeoutput_1d42.jpeg

Pestana 1.jpg

 

O projecto foi iniciado pelo arquitecto Italiano Nicola Bigaglia o que explica as influências Italianas do seu desenho.

Há mais algumas diferenças arquitectónicas relativamente ao que era habitual na época.

O Marquês de Valle Flor tinha fortes laços a África e admiração pela França e isso influenciou as opções dos materiais utilizados e a decoração do Palácio. O mobiliário e o estilo faustoso que vemos por todo o lado, por exemplo, remetem facilmente para o período de Luís XIV, Luís XV e Luís XVI. 

 

As quatro suites reais do edifício principal tem revestimentos de mármore, frescos nos tectos, e janelas com grandes vitrais.

 

Na parte externa, para além dos maravilhosos jardins e da piscina, destaca-se a chamada Casa do Lago, um pavilhão em estilo oriental, também do final do século XIX.

 

Pestana 2.jpg

 

Com a morte do Marquês em 1932, o edifício foi perdendo gradualmente o seu brilho e esplendor e degradou-se bastante.

 

O que o “salvou” foi ter sido adquirido em 1992 pelo Grupo Pestana.

Especialistas altamente qualificados - alguns vindos do Vaticano - deram inicio às obras de restauro dos frescos, vitrais e esculturas.

 

Alguns dos vitrais – apesar de originários de oficinas portuguesas do século XIX – tiveram de ser transportados para Florença e Milão, a fim de assegurar a sua recuperação integral.

 

Pestana 3.jpg

 

O espaço foi requalificado como unidade hoteleira e duas novas alas foram acrescentadas para abrigar mais quartos.

Ao fim de dez anos o Palácio recuperou finalmente o seu esplendor original.

 

Em 1997, o Palácio Valle Flôr recebeu a classificação de Monumento Nacional, que atesta o seu valor patrimonial e histórico.

 

Ficar aqui hospedado é realmente como entrar um pouco na história.


O hotel é encantador e os funcionários muito simpáticos. Os jardins são um oásis de calma no meio da cidade. Existe uma piscina exterior e uma interior ambas bastante agradáveis.

 

Pestana 5.jpg

 

Nas áreas públicas destacam-se três salas cujo requinte nos transporta aos tempos áureos do Marquês de Valle Flôr.
A primeira sala é discreta com baixos-relevos em estuque, a segunda tem uma decoração de inspiração oriental e a terceira é em estilo neo rococó, com espelhos e um tecto decorado com pinturas de Carlos Reis.

 

Pestana 4.jpg

 

O palácio possui também uma bela e pequena capela.

 

fullsizeoutput_1d46.jpeg

fullsizeoutput_1d44 (1).jpeg


A sala de jantar original, hoje usada para eventos especiais, é revestida a madeira exótica. Uma curiosidade do local é que durante a construção do Palácio a importação da madeira exótica era proibida, mas o Marquês encontrou uma solução para ultrapassar esta situação : construiu barcos em madeira exótica, e depois quando chegavam a Lisboa desmontava-os e reutilizava a madeira.

 

IMG_3842.JPG

 

O quarto em que fiquei era grande e confortável. Tinha uma decoração que respeita o estilo palaciano mas que não descuida os confortos modernos.

 

fullsizeoutput_1d3b.jpeg

 

O Restaurante Valle Flôr serve um excelente buffet de pequeno almoço e é um espaço muito agradável para um jantar mais especial.

 

Pestana 6.jpg

 

O Hotel tem também um SPA que oferece massagens e tratamentos de beleza.

 

O Hotel Pestana Palace é um lugar verdadeiramente especial e uma experiência que recomendo a todos que pretendam aliar uma escapadinha romântica a um pouco de história. Afinal não é sempre que podemos ter a oportunidade de pernoitar, com todo o conforto, num Monumento Nacional 😊

 

Tchau!

Travellight

BOBOTIE

Ingrid-Jones-bobotie.jpg

 

Prato favorito de Nelson Mandela, o Bobotie é um clássico da gastronomia Sul Africana.

 

Carregado de temperos e sabor, o bobotie foi importado no século XVII da receita Indonésia conhecida como bobotok, uma iguaria de vegetais e carne cozidos com polpa e leite de coco dentro de folhas de bananeira. Tudo indica que ela chegou à África do Sul pelas mãos de mercadores holandeses da Companhia das Índias Orientais.


Acho curioso que este fosse o prato preferido de Mandela porque uma das principais lições que este legou à humanidade é a resiliência – não no mero sentido de resistência ou estoicismo –, mas a capacidade de se adaptar após adversidades e desafios, e de evoluir a partir deles. O mesmo acabou acontecendo com o bobotie, que foi moldado pela comunidade malaia de Cape Town ao tom sul-africano.

 

Deixo em baixo a receita para poderem experimentar 😋

 

INGREDIENTES 
(para 4 pessoas)

 

2/3 de chávena de leite

1 pão pequeno (ou uma fatia grossa de pão)

1/2 cebola picada

1 colher de sopa de manteiga

500 g de carne picada

4 nozes picadas (pode usar em alternativa 6 amêndoas descascadas e picadas)

1 colher de sopa de passas

4 damascos secos picados

1/2 colher de sopa de caril

1/2 colher de sopa de açafrão

Sumo de 1/2 limão

4 folhas de louro

1 ovo

Sal e pimenta a gosto

 

PREPARAÇÃO

Corte o pão em pedaços e deixe-o de molho em metade do leite. 

Numa frigideira refogue a cebola na manteiga até que ela fique bem dourada.

Pré-aqueça o forno a 180 graus.

 

 

Num recipiente, coloque a carne picada e junte o refogado de cebola com as nozes, as passas, o damasco, o caril, o açafrão, o sumo de limão e o pão que tinha ficado de molho. Misture tudo muito bem.


Unte uma travessa com manteiga e coloque a mistura de carne por cima, apertando bem e alisando a superfície.


Misture o que restou do leite com o ovo, sal e pimenta, batendo bem com um garfo, e depois despeje sobre a carne.


Leve ao forno por 35 a 45 minutos ou até estar bem assado.

Depois de pronto, decore com folhas de louro e sirva quente.

 

receita retirada com adaptações daqui

KARTOFFELPUFFER I A PANQUECA DE BATATA ALEMÃ

potato-pancakes-with-applesauce-579478.jpg

 

Kartoffelpuffer, a panqueca de batata é muito popular na Alemanha, onde tem vários nomes dependendo do dialecto de cada região – na Colónia, por exemplo, chama-se rievkooche. Tradicionalmente a panqueca é servida com puré de maçã, mas pode ser servida com molho de queijo ou outro que prefiram.

É um óptimo petisco e uma boa entrada.

 

Deixo em baixo a receita tradicional para experimentarem:

 

INGREDIENTES PARA A PANQUECA:

10 Batatas
1  Cebola
2  Ovos
300 gr de Farinha
Sal e pimenta a gosto
Óleo

 

PREPARAÇÃO:

Descasque as batatas
Rale as batatas directamente para um recipiente com água fria para não oxidar
Pique bem a cebola
Retire as batatas da água
Bata os ovos
Misture bem todos os ingredientes
Tempere a gosto com sal e pimenta
Frite porções pequenas num pouco de óleo
Retirar da frigideira e colocar sobre papel de cozinha para absorver o excesso de gordura.
Sirva bem quente com um pouco de puré de maçã

 

INGREDIENTES PARA O PURÉ DE MAÇÃ

3 Maçãs
1 Laranja
Meio limão
Canela
Açúcar a gosto

 

PREPARAÇÃO:

Lavar e descascar as maçãs. Deixar na água com um pouco de sumo de limão.
Cortar as maçãs em cubos pequenos (1 cm) e refogar junto com o açúcar  numa pequena panela funda.
Antes do açúcar começa a caramelizar junte o sumo da laranja e um pouco de canela.
Tapar a panela e deixar ferver lentamente.
Quando a maçã estiver mole misture tudo até ficar um puré e deixar esfriar antes de servir com a panqueca de maçã.

 

Receita tirada com algumas adaptações daqui

BOLO DE ABACATE

hqdefault.jpg

 

Hoje trago-vos a receita de bolo de abacate, mais uma sobremesa típica de São Tomé e Principe.

 

Eu provei e achei optimo! 😃

 


Ingredientes:


1 Abacate;
1 Chávena de açúcar;
2 Chávenas de farinha de trigo;
4 Ovos;
½ Chávena de óleo;
½ Chávena de leite;
1 Limão (Raspa)

 

Preparação:


Bata os ovos com o açúcar e a raspa de limão durante 5 minutos. Em seguida reduza a polpa do abacate a puré e adicione ao preparado juntamente com o óleo e o leite. Bata por mais 3 minutos. Junte a farinha e o fermento e bata até ficar uniforme. Coloque numa forma untada e leve ao forno previamente aquecido a 180º C a cozer durante cerca de 35 minutos. Retire, deixe arrefecer e decore de acordo com a sua preferência.

 

Receita retirada daqui

BOLO DE BANANA DE SÃO TOMÉ E PRINCIPE

Banana-Upside-Down-Cake-3.jpg

 

A banana é um dos ingredientes mais usados na cozinha São-tomense.

 

É confeccionada de várias formas, cozida, frita ou assada e pode acompanhar tanto pratos de peixe como de carne.

 

É também o ingrediente principal de uma das sobremesas mais populares do país, o bolo de banana.

 

Deixo em baixo a receita para quem quiser experimentar 😋

 

INGREDIENTES


6 gemas de ovos
6 claras
3 bananas
250 gr de manteiga amolecida
250 gr de açúcar
250 gr de farinha de trigo
2 colheres de sopa de leite
2 colheres de chá de fermento

Raspa de casca de 1 lima

 

Para o caramelo:

250 grs de açúcar

0,5 dl de água

 

PREPARAÇÃO

1. Primeiro prepare o caramelo misturando o açúcar e a água e deixando ferver até ganhar cor. Use o caramelo para barrar um tabuleiro.

2. Descasque e corte as bananas em rodelas finas e use uma parte para forrar o tabuleiro, já untado com o caramelo,  com elas.

3. Esmague o restante das bananas e bata-as bem juntamente com o açúcar e a manteiga até ficar em creme. Adicione depois as gemas, batendo sempre, e a seguir o leite. 

4. Junte a farinha misturada com o fermento e as raspas de lima, batendo mais um pouco. Bata as claras em castelo firme. 

5. Junte as claras em castelo ao preparado, envolvendo bem com uma colher de pau, sem bater. 

4. Verta o preparado anterior no tabuleiro previamente untado com o caramelo e as fatias de banana e leve ao forno pré-aquecido a 180°C até ficar bem cozido. Retire, deixe arrefecer, corte em cubos e sirva.

 

Receita retirada com algumas adaptações daqui

 

CAMARÕES À NEW ORLEANS

Documents-063-New-Orleans-Barbecue-Shrimp.jpg

 

 

Este é um dos pratos mais famosos da cidade de New Orleans. É muito fácil e rápido de fazer e fica uma delicia!

 

INGREDIENTES

(4 pessoas)

 

* 800 g de camarões médios
* 1 chalota
* 4 dentes de alho
* 2 colheres (sopa) de azeite
* 1 colher (sopa) de margarina
* 1 colher (chá) de molho inglês
* 0,5 dl de whisky
* 1 pitada de paprica
* Sumo de limão q.b.
* Coentros q.b.
• Sal e piripiri q.b

 

PREPARAÇÃO

1. Descasque os camarões, deixando-lhes a cabeça e a ponta da cauda e tempere-os com o sumo de limão, sal e piripiri. 



2. Descasque os dentes de alho e a chalota e pique-os finamente. Leve uma frigideira ao lume com o azeite, deixe aquecer, junte a margarina, deixe derreter, adicione depois os alhos e a chalota e deixe refogar, mexendo de vez em quando, até começar a ficar douradinho. 



3. Junte os camarões e deixe-os saltear bem. Adicione o whisky, a paprica e o molho inglês, tempere com sal e piripiri se necessário e deixe ferver. Polvilhe depois com coentros picados, envolva, deixe ferver mais um pouco, retire do lume e sirva.

 

Receita tirada daqui