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The Travellight World

Inspiração, informação e Dicas de Viagem

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MANGO ICE

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Mango Ice é uma das sobremesas mais conhecidas de Taiwan. Eu provei por estes dias e gostei muito.😃 Tem manga e leite condensado, duas coisas que adoro!


É ideal para comer num dia bem quente de verão.

 

Deixo a receita em baixo para exprimentarem:


Ingredientes:

2 Mangas cortadas em cubo

Leite Condensado (a gosto)

Gelo


Xarope de manga:

1 manga inteira madura

1 colher de sopa de açúcar

sumo de limão (opcional)

 

Preparação do xarope de manga:

Corte a manga em pedaços e esmague esses pedaços para retirar o seu sumo ou bata num liquidificador. Passe o sumo por um filtro ou passador (para remover os vestígios de polpa).


Ferva o sumo de manga com o açúcar até este derreter. Prove e rectifique o açúcar (se a manga for pouco doce, pode ser preciso adicionar mais açúcar), se ficar demasiado espesso adicione um pouco de água. Tire do fogo e adicione o sumo de limão.


Deixe arrefecer e se preferir ponha no frigorifico para ficar fresco.

 

Preparação final:

Triture gelo e coloque numa taça.

Corte as mangas em cubos pequenos e ponha por cima do gelo triturado.

Deite o xarope de manga e o leite condensado sobre o gelo.

 

Sugestão:
Adicione uma colher de gelado de baunilha por cima.

Se quiserem um gelo cremoso, em vez de congelar água, congelem uma mistura, em partes iguais, de leite condensado com leite fresco. Assim fica uma espécie de “gelo de leite”.

 

VIAGENS IMPERDÍVEIS #8

Olá amigos viajantes!

 

Sempre tiveram curiosidade de conhecer o Japão?

 

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Encontrei o voo abaixo ida e volta Lisboa/Tóquio a 558,26 € - um preço imperdível para este destino - na Turkish Airlines.

 

A simulação está com datas de Novembro de 2017 mas se quiserem viajar na Primavera encontrei o mesmo preço com ida a 06 e regresso a 17 de Março 2018.

 

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Fica a dica 😊

 

Tchau!

Travellight

NARA

Olá amigos viajantes!

 

Hoje vou falar-vos sobre Nara, um lugar verdadeiramente mágico no Japão, onde podemos passear por entre florestas e antigos templos e brincar com cervos!

 

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Com mais de 1300 anos, a pequena cidade de Nara foi a primeira capital permanente do Japão e já existia antes da cidade de Quioto e até de Tóquio . Muitos dos templos e lugares de interesse têm ligação a esse tempo e são hoje considerados património mundial da UNESCO.

 

Do ponto de vista histórico uma visita ao Japão não fica completa sem incluir pelo menos um dia aqui.

 

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Chegar aqui a partir de Osaka ou Kyoto leva cerca de uma hora e é muito fácil, Existem duas linhas de comboio que ligam estas cidades a Nara - a linha JR Yamatoji e a linha Kintetsu Nara.

 

A estação de Kintetsu Nara está mais centralmente localizada e é mais perto dos locais turísticos. O Parque Nara fica a apenas dez minutos a pé desta estação.

 

Nara é perfeita para explorar a pé. É plana e relativamente compacta. É uma cidade de cerca de 400 mil pessoas, mas as colinas e ruas estreitas e silenciosas dão a sensação de uma cidade muito menor.

 

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O parque Nara, razão principal pela qual a maioria das pessoas visita a cidade, está cheio durante o dia. Mas ao entardecer e bem cedo de manhã não tem ninguém, por isso eu decidi passar uma noite no Hotel Nara, um hotel muito antigo e cheio de tradição que fica dentro do parque, para o poder apreciar em toda a sua glória.

 

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Cheguei perto das 17:00 horas e ainda havia muita gente mas pouco depois o parque começou a esvaziar.

 

Assim que entrei, um cervo veio “receber e cumprimentar-me” 😊

 

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O cervo japonês é a mascote da cidade. É uma espécie protegida e considerada pelos Japoneses como a mensageira dos deuses do xintoísmo.

 

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Os animais são muito mansos, aproxima-se sem medo e deixam fazer festas. O parque tem sinais a avisar que os cervos podem morder, dar pontapés ou exibir outros comportamentos perigosos, mas não vi nenhum portar-se mal durante a minha visita. Possivelmente, porque nunca os alimentei - o parque tem barraquinhas que vendem bolachas para quem quiser alimentar os bichos, mas realmente não há necessidade disso, pois pelo menos na Primavera o parque está todo verde e os veados tem muito alimento natural.

 

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O que senti é que eles tem tanta curiosidade em relação a ti como tu em relação a eles. Mesmo sem ter nada para lhes oferecer eles aproximavam-se e pediam festas.

 

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Por volta das 18:00 horas, já não havia quase ninguém no parque e o sol começou a pôr-se lentamente. No entanto a luz era mais que suficiente para explorar os caminhos que iam dar aos templos e santuários.

 

 

 

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Sem ninguém à nossa volta, a sensação de descobrir algo único é muito maior. 😊

O silêncio é absoluto, só ouves os pássaros e os veados a saltitar nas colinas verdejantes. Pode haver alguma coisa melhor?

 

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A arquitetura dos templos é muito interessante. Alguns santuários tem mais de 1000 anos e possuem madeiras trabalhadas e detalhes que impressionam.

 

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O Templo de Todai-ji, um dos mais significativos do Japão, é o maior edifício de madeira do mundo e abriga no seu jardim a maior estátua do mundo de bronze do Buda Vairochana, conhecido no Japão simplesmente como Daibutsu. O templo também serve como a sede japonesa da escola de budismo Kegon e é classificado pela UNESCO como Património da Humanidade.

 

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Perto das 19:00 horas, com o sol já bem baixinho no horizonte, uma surpresa: como se estivessem a atender a um chamado, (quase) todos os cervos do parque pareceram reunir-se em conselho bem na frente do Templo Todai-ji.

 

Foi um momento extraordinário ver centenas de veados a caminhar ordeiramente em direcção ao santuário. Absolutamente mágico!

 

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Senti-me privilegiada por poder visitar um lugar tão lindo e tão próximo da natureza. É um dos meus locais preferidos no Japão e recomendo-o a todos que estão a pensar visitar este país. 😊

 

Deixo uma última nota a quem não pode ou não quer ir tão longe, mas gostava de ver cervos bem de perto e em liberdade. Em Portugal, na Tapada Nacional de Mafra, podem ter essa experiência. Vejam aqui! 😊

 

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Tchau!
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VARSÓVIA

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Quando cheguei a Varsóvia já era bem tarde do dia e por causa da hora estava hesitante em usar o comboio que liga o aeroporto ao centro da cidade, mas como o meu hotel ficava perto da estação central resolvi arriscar e em boa hora o fiz porque o comboio era super seguro e rápido.

 

Talvez por ter chegado de noite, à primeira vista, achei Varsóvia uma cidade triste, cinzenta e fria. Perto do meu hotel, o Palácio da Cultura e da Ciência - um edifício do tempo Soviético - dava-lhe uma aparência austera. Mas isso foi mesmo só a primeira impressão. Varsóvia (e a Polónia no geral) foi uma boa surpresa para mim, revelando-se uma das metrópoles mais interessantes da Europa Central, cheia de contrastes inspiradores e contradições inesperadas, com uma cultura rica e muita história.

 

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Depois de uma noite bem dormida e do estômago aconchegado por um belo pequeno almoço, iniciei a exploração da cidade com um passeio a pé pelo centro histórico da Capital Polaca.

 

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Esta área pitoresca, impecavelmente reconstruida após a II Guerra Mundial, tem um lugar na lista dos Patrimónios Mundiais da UNESCO e tem imensos pontos de interesse.

 

Um deles - a Praça do Mercado - remonta ao século XIII, onde costumava ser o centro da vida pública de Varsóvia, acolhendo discursos políticos e execuções. Hoje continua cheio de vida, com artistas de rua, lojas de souvenirs e bons restaurantes.

 

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Temos depois o Castelo Real, A fortaleza (Barbican), o Grande Teatro (que funciona como ópera e casa do Ballet Nacional) e vários museus.

 

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Os mais interessantes para mim foram o Museu de Literatura e o Museu Histórico de Varsóvia.
Gostei especialmente do Museu da Literatura que abriga uma colecção de retratos, manuscritos e outros itens valiosos ligados à literatura Polaca.

Ainda no Centro Histórico experimentei uma cerveja local com xarope de framboesa. Esta bebida servida tipicamente com uma palhinha é muito popular na Polónia durante o Verão. É refrescante e diferente mas não sei se repetiria, o sabor não me convenceu 😝

 

Existem walking tours gratuitos pelo centro histórico que nos dão bastante informação sobre o local e terminam com um shot de vodka 😃. Eu recomendo a Orange Umbrella Tour.

 

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Uma coisa que chamou muito a minha atenção em Varsóvia foram os vários estilos arquitectónicos que consegui identificar, desde o período medieval até o barroco, o século XIX, o modernismo e a Bauhaus. As cicatrizes da Segunda Guerra Mundial ainda são visíveis em alguns edifícios, e as impressões soviéticas são omnipresentes.

 

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Varsóvia é uma cidade grande, mas para quem gosta de andar é possível chegar a muitos dos locais turísticos a pé. Mas se preferirem não se cansar muito, a cidade tem um extenso sistema de transporte público que funciona bastante bem.

 

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Das atracções a não perder para além do centro histórico destaco:

 

- Museu Chopin

(vejam o post que fiz sobre o museu aqui)

 

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- POLIN - Museu da História dos Judeus Polacos

 

O museu conta a história dos Polacos Judeus. Encanta pela sua extraordinária arquitectura simbólica, bem como pela própria exposição, que inclui uma réplica da abóbada de uma sinagoga do século XVII. Localiza-se no centro do antigo bairro judeu.

 

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- Palácio da Cultura e Ciência

 

Este edifício é a personificação da arquitectura socialista. É ainda o edifício mais alto da Polónia. Tem uma plataforma de observação no 30º piso que oferece uma vista panorâmica da cidade (eu não subi mas acredito que a vista seja excelente)

 

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- Copernicus Science Center

 

Um museu interactivo dedicado a Nicolau Copérnico (que era Polaco), divertido para quem se interessa por ciência ou para quem viaja com crianças. O museu tem muitas experiências que as crianças podem realizar e aprender enquanto se divertem.


Uma nota final para a culinária Polaca. Esqueçam a dieta aqui, há muitos petiscos para experimentar desde os pierogi, deliciosos pasteis de massa recheados de batata e requeijão, passando pelos kołduny (pasteis de massa recheados com carne), os zrazy (bifes finos enrolados com vários tipos de recheio), até aos crepes de queijo dos bares de leite (milkbars) - outra herança dos Soviéticos.

 

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Em suma, Varsóvia é uma cidade vibrante que vale a pena descobrir!


Tchau!
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UMM ALI - PUDIM EGÍPCIO DE PÃO

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Umm Ali é uma sobremesa tradicional Egípcia, e um prato bastante típico em todo o Médio Oriente. Consiste numa espécie de pudim feito com massa, leite, açúcar, baunilha, passas, coco, nozes e outros frutos secos.

 

Deixo em baixo a receita para quem quiser experimentar 😃

 

Ingredientes:


* 500g de pães de leite (ou pães doces);

* Cinco chávenas de chá de leite;

* Uma chávena de chá de açúcar;

* Meia chávena de chá de pistachios picados;

* Meia chávena de chá de amêndoas picadas;

* Meia chávena de chá de nozes picadas;

* Meia chávena de chá de coco ralado e de sultanas;

* Uma colher de sopa de essência de baunilha.

 

Preparação:


* Colocar os pães de leite num tabuleiro e levar ao forno pré-aquecido a 200º durante dez minutos;

* Retirar os pães de leite do forno e parti-los em bocados pequenos;

* Acrescentar os frutos secos e o coco e misturar bem;

* Juntar numa panela o leite, o açúcar e a essência de baunilha e levar a lume médio até ficar quente sem deixar ferver;

* Tirar e deixar arrefecer;

* Num tabuleiro do forno, colocar em camadas um pouco de leite, metade da mistura de pães de leite, metade do leite, a metade restante dos pães de leite e a metade restante do leite;

* Cobrir com amêndoas raladas e com sultanas;

* Levar ao forno durante 15 minutos;

* Deixar arrefecer 5 minutos e servir morno.

 

Receita tirada daqui

PAPHOS I CIDADE EUROPEIA DA CULTURA 2017

Olá amigos viajantes!

 

Vocês já tinham ouvido falar na cidade Cipriota de Paphos?

 

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Diz a lenda que foi aqui que nasceu a deusa grega do amor, Afrodite 😊

 

Eu confesso que até ser nomeada Cidade Europeia da Cultura 2017, pouco conhecia de Paphos e do Chipre em geral, assim quando fui para lá não tinha nenhuma ideia sobre o que poderia encontrar.

 

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Descobri que o Chipre é um destino calmo, com sol quase todo o ano, perfeito para uma escapadinha romântica ou uns dias relaxados de férias.

 

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Paphos especificamente não tem milhares de coisas para fazer, mas para os amantes da natureza tem praias e belas paisagens. tem uma linha costeira linda que podemos percorrer a pé ou de bicicleta. Tem bons hotéis e fantásticos monumentos arqueológicos para explorar e, este ano, uma agenda cultural diversificada e bastante interessante.

 

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Apontem aí o que não devem perder se resolverem eleger este como o vosso destino de férias:

 

Podem começar por visitar o Parque arqueológico e explorar os Túmulos dos Reis.

 

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Sigam depois para o porto de Paphos - o mais antigo porto do país - e visitem o seu Forte Medieval. Este forte bizantino foi originalmente construído para proteger o porto mas depois foi desmantelado pelos venezianos e novamente reconstruido pelos otomanos. É uma peça arquitectónica interessante.

 

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Ao pé do forte está actualmente montado um palco onde este ano se realizam os concertos que fazem parte da agenda cultural Paphos 2017

 

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O porto tem artistas de rua a vender as suas criações, lojas de souvenirs e muitos cafés e restaurantes onde podem almoçar ou jantar. Eu recomendo o restaurante Harbour Café, serve uma mussaka deliciosa.

 

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Do porto partem também muitos tours que levam os turistas a passear de barco para descobrir a costa de Paphos e suas grutas e baías de água cristalina.

 

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Existem alguns restos decentemente preservados do período romano de Paphos espalhados perto da área do porto, todos datam do século II. O Odeon, um pequeno teatro, ainda hoje é usado para festivais de música de verão.

 

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Aqueles que não passam sem fazer umas comprinhas podem ir ao Kings Avenue Mall, O maior centro comercial de Paphos.

 

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Ainda na cidade, não deixem de visitar a Basílica de Hrysopolitissa e o Pilar de São Paulo

 

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Esta extensa ruína pertence àquela que foi a maior basílica bizantina de Paphos, e as colunas dispersas e os mosaicos que sobreviveram ao tempo são testemunho de sua grandeza há muito desaparecida.

 

Datada do século IV - o auge do poder bizantino em Chipre - foi destruída em 653 d.C durante os ataques árabes à ilha.

 

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No extremo oriental do local está a Igreja Ayia Kyriaki, que ainda hoje é usada para serviços católicos e anglicanos. 

 

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Na extremidade ocidental do local fica a coluna do São Paulo, onde se acredita, o santo foi preso e chicoteado por pregar o Cristianismo. conta-se que depois disso S.Paulo conseguiu converter o governador ao cristianismo fazendo de Chipre um dos primeiros estados cristãos do mundo.

 

E depois da história vamos à praia 😀

 

Aqui destaco Coral Bay - uma das melhores praias de Paphos mas também a mais movimentada. Para os que gostam de paz, sossego e praias mais vazias sugiro Kissonerga Bay (a cerca de oito km da cidade) e a praia de Lara (26 quilômetros ao norte).

 

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Quem gosta de natureza não deve deixar de visitar o Parque Nacional da Península de Akamas, lar de uma flora e fauna incrivelmente diversificada e um dos melhores lugares para fazer caminhadas na ilha.

 

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Nos arredores da cidade podemos visitar as montanhas de Troodos, dar um passeio de burro, visitar o Mosteiro de Kikkos e parar na aldeia de Pera Pedi conhecida pela sua produção de vinho para provar Commandaria (vinho tinto doce).

 

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Outra aldeia interessante nos arredores de Paphos é Letymbou, onde podemos visitar a “Casa Sophia” onde aprendemos como se faz pão e outras iguarias locais, como o queijo tradicional halloumi.

 

Por fim, quem viaja com crianças não pode perder o Paphoszoo e o Aphrodite Waterpark.

 

A melhor maneira de nos deslocarmos em Paphos, se não quisermos alugar um automóvel, é de autocarro, são confortáveis, passam com bastante regularidade e não são caros.

 

Devo dizer que não achei o Chipre um destino caro, o IVA na restauração é de 9% por isso a alimentação fica muito em conta e a maioria das atracções são gratuitas ou cobram entradas muito baixas. Quanto à estadia existem várias opções a variadíssimos preços, desde os mais baratos Airbnb até aos hotéis cinco estrelas, obviamente mais caros.

 

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Viajei para lá na Ryanair, via Londres, mas pode ser via Roma também. Como a Ryanair não vende passagens multi-destinos tive de comprar dois bilhetes: Um Lisboa/Londres/Lisboa e outro Londres/Paphos/Londres.

 

As viagens foram baratas (195,00 € por pessoa no total) mas no regresso tive de ficar uma noite em Londres porque à hora que o voo chegava de Paphos já não conseguia um voo para Lisboa. Isto encareceu um pouco o custo. Em todo o caso, Paphos é um bom destino para combinar com uma visita à capital Inglesa.

 

Espero que tenham gostado de conhecer mais este lugar! 😃

 

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Tchau!
Travellight

 

SANTOS POPULARES

De Norte a Sul do país, os santos populares estão aí para garantir um mês de Junho cheio de celebrações!

 

Ninguém pode recusar o convite: Os bairros mais típicos, já começaram a ser decorados com arcos e balões coloridos. Como de costume vai haver música ao vivo, caldo verde, cerveja e muita sardinha assada no pão.

 

Não vão faltar manjericos, martelinhos e arreais

 

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A capital dá inicio às comemorações, celebrando o Santo António, santo padroeiro da cidade. Nas festas está incluído o desfile das marchas populares pela Avenida da Liberdade, concertos, exposições, e muitas outros eventos e actividades para miúdos e graúdos.

 

Podem ver o programa completo das festas de Lisboa aqui

 


As festas que se seguem são no norte do país.

 

O Porto celebra o S. João e das festividades faz parte a largada de balões de ar quente no rio Douro e também muitas outras actividades, exposições e concertos.

 

As crianças não são esquecidas e vários são os eventos que lhes são dedicados.

 

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Consultem o programa completo das festas do Porto aqui

 


Por fim, a fechar as festividades do grande mês de Junho, temos o São Pedro, celebrado em várias vilas e cidades Portuguesas como Sintra, município do qual é Santo padroeiro.

 

Também aqui vai haver vários eventos a animar a festa.

 

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Podem ver o programa das festas de Sintra  aqui 

 

Aproveitem os feriados e divirtam-se muito!

 

Tchau!

Travellight

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